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	<title>Arquivos Ana Cristina Costa Siqueira &#8902; Estação Capixaba</title>
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	<title>Arquivos Ana Cristina Costa Siqueira &#8902; Estação Capixaba</title>
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		<title>Comentário ao livro Sei que me dirás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 22:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ana Cristina Costa Siqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Fortuna Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Leandro Barco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A poesia abraça os sentidos. Viaja na alma poética deste livro, é sem dúvida alguma, uma dádiva. Vê-lo premiado como vencedor do Prêmio ASA é sensacional. São notas de envolvimento que nos fazem refletir sobre a profundidade da sensibilidade da autora. Ana, só temos a agradecer pela robustez e fragilidade, peso e leveza que o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://4.bp.blogspot.com/-5J7HwX_lOrQ/WuTLlyhYCzI/AAAAAAAAS1M/Pb6H17DPlykXbzaSb0FxHIYCLx4-DPUXQCEwYBhgL/s1600/Sei%2Bque%2Bme%2Bdir%25C3%25A1s-capa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" data-original-height="1600" data-original-width="979" height="400" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Sei2Bque2Bme2Bdir25C325A1s-capa.jpg" class="wp-image-5124" width="243" /></a></div>
<p>A poesia abraça os sentidos. Viaja na alma poética deste livro, é sem dúvida alguma, uma dádiva. Vê-lo premiado como vencedor do Prêmio ASA é sensacional. São notas de envolvimento que nos fazem refletir sobre a profundidade da sensibilidade da autora. Ana, só temos a agradecer pela robustez e fragilidade, peso e leveza que o seu “Olhar Bilateral” nos apresenta neste singular conjunto poético.”</p>
<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; </p>
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&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Leandro Barco</div>
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&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Professor – Faculdade de Astorga</div>
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&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Diretor SAHAR</div>
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<p><b>&#8212;&#8212;&#8212;</b><br />
<b><span style="color: #660000;">© 2018&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia&nbsp;autorização&nbsp;</b>dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
<b>&#8212;&#8212;&#8212;</b></p>
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		<item>
		<title>Introdução ao livro Sei que me dirás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 22:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ana Cristina Costa Siqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“As ideias têm um anverso e um reverso e é difícil averiguar qual é o lado em que está o cunho legítimo.” [Gregório Marañón] A citação de Gregório Marañón, cientista, historiador, escritor e filósofo espanhol, que abre a presente introdução, exprime lindamente a essência de Sei que me dirás de Ana Cristina Costa Siqueira, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://4.bp.blogspot.com/-5J7HwX_lOrQ/WuTLlyhYCzI/AAAAAAAAS1M/Pb6H17DPlykXbzaSb0FxHIYCLx4-DPUXQCEwYBhgL/s1600/Sei%2Bque%2Bme%2Bdir%25C3%25A1s-capa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" data-original-height="1600" data-original-width="979" height="400" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Sei2Bque2Bme2Bdir25C325A1s-capa-1.jpg" class="wp-image-5126" width="243" /></a></div>
<p>
“As ideias têm um anverso e um reverso e é difícil averiguar qual é o lado em que está o cunho legítimo.” [Gregório Marañón]</p>
<p>
A citação de Gregório Marañón, cientista, historiador, escritor e filósofo espanhol, que abre a presente introdução, exprime lindamente a essência de Sei que me dirás de Ana Cristina Costa Siqueira, a obra vencedora do Internacional Prêmio ASA 2017. Nesta obra, a função poética incide na estrutura da mensagem a potencialidade da linguagem, a conotação, a metáfora, o ritmo; em suma, a singela maneira artística de a autora expressar suas emoções.</p>
<p>Certas vezes, a vida nos coloca em situações complexas, desafiadoras, e aparentemente insolúveis. (&#8230;). Mas, quando buscamos literalmente encontrar soluções, proporcionando oportunidade para que o bem que vem dos olhos do coração possa enxergar a altura da barreira para transpor, nos deparamos com inusitadas conexões de “olhar e ver” a própria existência. Como algumas certezas, que fazem com que enxerguemos o todo de forma ambígua, para mais que um lado ao mesmo tempo, parecendo que é impossível, assim como transpor a grande montanha, olhar para ambos os lados; todavia, essa possibilidade nos entrega meios maiores, nos proporciona criar asas.&nbsp;</p>
<p>E, com estas asas, desenvolvidas para que a transposição da montanha seja possível, oriundas de enxergar o bem com os olhos voltados para mais que um lado ao mesmo tempo, pudemos, neste tempo, encontrar, ao mesmo tempo, textos que compuseram um olhar bilateral nesta obra, “Sei que me dirás”, e a épica forma descrita na poesia de Ana, que nos mostra o quão alto podemos voar num prêmio intitulado ASA.</p>
<p>Ana, nesta desconstrução para encontrar caminhos, e ser capaz de montar novas edificações poéticas, traz com intuito extremamente peculiar uma capacidade incrível com a sua poesia, que nos toca num primeiro instante o vale presente em nós, a nossa superfície, e ao mesmo tempo, nos eleva com súbito propulsor de emoção, até o ponto mais alto da montanha.</p>
<p>Em “Sei que me dirás”, compreendemos o que tudo isto quer dizer, o verso pelo anverso, desfeito pelo feito, e produzido pelo conjunto do antagonismo de realidade e ficção que se fundem numa construção ímpar da poesia.</p>
<p>É incrível ter poesias tão estimadas neste primeiro prêmio ASA, promovido pela A.C.I.M.A., Sahar e Alternativa, nos mostrando que sim, barreiras são transponíveis, que oceanos não nos separam, que o tempo e a distância podem ser facilmente favoráveis, quando o sonho não se sonha só, e quando os olhos do coração nos proporcionam asas que nos levam cada vez mais longe.</p>
<p>Boa leitura!</p>
<p></p>
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&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Sonia Michelin – A.C.I.M.A. – Itália</div>
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&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Leandro Barco – Editora SAHAR – Brasil</div>
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&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Rogério Filot – Alternativa Distribuidora &#8211; Brasil</div>
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<p><b>&#8212;&#8212;&#8212;</b><br />
<b><span style="color: #660000;">© 2018&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia&nbsp;autorização&nbsp;</b>dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
<b>&#8212;&#8212;&#8212;</b></p>
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		<title>Comentários da autora sobre o livro Poema deitado no seu peito: Um jogo de amarelinha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 21:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ana Cristina Costa Siqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>POEMA DEITADO NO SEU PEITO, um jogo de amarelinha, poderia flutuar para os gêneros dramático e narrativo, em sua linguagem eloquente perceptível em certos poemas, com marcas temporais importantes, enquanto salta do poema para a crônica numa recriação do cotidiano. Os poemas, organizados em coletânea de três décadas, trazem uma visão poética diferenciada, apropriando-se, cada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://4.bp.blogspot.com/-kS3OqeP0hPo/WuTLxCjuI0I/AAAAAAAAS1Q/--ZvbicYwqoMETXThVjVlcpdtdMMCX3EwCEwYBhgL/s1600/CAPA.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" data-original-height="1473" data-original-width="990" height="400" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/08/CAPA.jpg" class="wp-image-5128" width="268" /></a></div>
<p>POEMA DEITADO NO SEU PEITO, um jogo de amarelinha, poderia flutuar para os gêneros dramático e narrativo, em sua linguagem eloquente perceptível em certos poemas, com marcas temporais importantes, enquanto salta do poema para a crônica numa recriação do cotidiano. Os poemas, organizados em coletânea de três décadas, trazem uma visão poética diferenciada, apropriando-se, cada fase, de seu tempo e ritmo, sem muitos artifícios, e construindo um lirismo atemporal, que se mantém em todos os momentos &#8211; às vezes suave; às vezes, cortante.</p>
<p>Desse modo, podemos identificar, no cerne da obra, desde as primeiras concepções da poesia, ainda nas entrelinhas, até a confluência de suas águas com a música e o cinema – frequentemente citados na segunda e na terceira fase.</p>
<p>O subtítulo, “um jogo de amarelinha”, foi inspirado em título original da obra de Júlio Cortázar (<i>O Jogo da Amarelinha</i>), arrematando, com linha tênue, esse crescimento da poesia, suas transformações estéticas, trazendo para os versos a força poética da narrativa de Cortázar, e inspirando-se, basicamente, na condição do amor ali expresso, em sua linguagem própria e ternura, em sua florescência e rumo indeterminado.</p>
<p>POEMA DEITADO NO SEU PEITO, que é poema em prosa, divide-se em seis partes, com os subtítulos: “A outra, genuína tez” (uma celebração da vida), “Happy Hour” (enquanto choro, chove na roseira), “Poema em vários atos” (um jogo de amarelinha); “Configurações” (narrativa de ficção/conto); “Cartas que escrevi na pousada” (palavras confessas) e “Crônicas”.</p>
<p>Considerando-se a migração da poesia entre o poema e a prosa, e, ainda, que na prosa há um poema constituído, desatado, de algum modo, de sua própria estrutura estética, pode-se dizer ainda que o elo temático é mantido, enquanto referência à relação homem-natureza; ao amor em seus aspectos peculiares e universais. Caracterizam o estilo dessa poetisa tanto a linguagem imagética quanto a combinação de poema e prosa – ou o entrelaçamento de ambas em sua expressividade.</p>
<p><b>&#8212;&#8212;&#8212;</b><br />
<b><span style="color: #660000;">© 2018&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia&nbsp;autorização&nbsp;</b>dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
<b>&#8212;&#8212;&#8212;</b></p>
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		<title>Comentário sobre o livro</title>
		<link>https://estacaocapixaba.com.br/sobre-o-livro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 21:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ana Cristina Costa Siqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Comentário]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(Amanda Aigner de Melo) “Sobre seu livro: Como começar? Na realidade, eu não sei por onde&#8230; São tantas coisas para falar! Seus poemas são bem mais que apenas poesia. Eles têm alma, eles contam uma história de alguém que toma um expresso num quarto, onde cantam os pássaros e a alma realmente vive, onde a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>(Amanda Aigner de Melo)<br />
“Sobre seu livro:</p>
<p>Como começar? Na realidade, eu não sei por onde&#8230; São tantas coisas para falar! Seus poemas são bem mais que apenas poesia. Eles têm alma, eles contam uma história de alguém que toma um expresso num quarto, onde cantam os pássaros e a alma realmente vive, onde a realidade é uma das muitas janelas no universo. Suas poesias têm coração, essência, cheiro, tudo. Seu livro é maravilhoso e me ensinou a ver a vida de outro jeito.</p>
<p>“As noites brancas”. Quando li isso eu pensei: Caramba! Que sentido é esse de ver as noites? Como uma pessoa consegue ver a noite desse jeito? É super inspirador!!! A dedicatória? Amei! Como são belas as suas palavras! De onde saem? Talvez de uma janela em que uma vez o outono surpreendeu-te. Sim, é impossível não gostar do seu livro, de suas palavras e da emoção que elas passam. “Cada ponto de vista é a vista de um ponto”, e cada pessoa que ler o seu livro terá um ponto de vista, pois cada um vê de um jeito diferente. Experimente escutar uma música com fone de ouvido. Observe ao seu redor. Qualquer música, não importa a situação em que você esteja, ou o que esteja observando. Mesmo que você não saiba o significado, ela se encaixa em qualquer situação. Pelo menos eu, acredito que com sua poesia aconteça o mesmo. É assim que penso, pois vivenciei isso lendo o seu livro. Enfim gostei muito. E uma das poesias que mais gostei foi esta:</p>
<p>
Quase ouço Camões</p>
<p>“Sentar-me-ei, sossegada,<br />
uma carta entre as mãos,<br />
quando jorrarem as horas imaginárias.</p>
<p>Ouço todas as gentes e não as vejo:<br />
Deslize de folha<br />
sobre a página<br />
(poeira fáunica, talvez),</p>
<p>gesto em que me distraio<br />
afagando um brilho de felicidade estável,<br />
urdindo meus silêncios de aquarela,</p>
<p>à sombra de cristalina tarde.”</p>
<p>(Amanda Aigner de Melo é estudante de música da FAMES. Na época, cursava o 3º Ano do Ensino Médio)</p>
<p>Observação de Ana Cristina Siqueira:</p>
<p>Fiquei muitíssimo grata a ela, e me lembrei de que “noites brancas”, expressão mencionada por ela, foi referência ao filme homônimo, baseado oi inspirado em obra de Dostoiévski.</p>
<p><b>&#8212;&#8212;&#8212;</b><br />
<b><span style="color: #660000;">© 2018&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia&nbsp;autorização&nbsp;</b>dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
<b>&#8212;&#8212;&#8212;</b></p>
<div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Orelha do livro Poema deitado no seu peito: um jogo de amarelinha</title>
		<link>https://estacaocapixaba.com.br/orelha-do-livro-poema-deitado-no-seu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 21:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ana Cristina Costa Siqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Fortuna Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Tavares]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria e Crítica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ana Cristina Siqueira não é só a mais discreta figura daquela geração que no conturbado início da década de 80, no afã de escrever, escrever, tornou-se já objeto de estudos acadêmicos (apud Francisco Aurélio Ribeiro, Reinaldo Santos Neves, Anaximandro Amorim). Era uma das que mais pensava o texto como um tecido previamente elucubrado, num ofício [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://4.bp.blogspot.com/-kS3OqeP0hPo/WuTLxCjuI0I/AAAAAAAAS1I/xH8fc5yuFdgiMxOHNMZQIUS6lwoJ0_YqQCEwYBhgL/s1600/CAPA.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" data-original-height="1473" data-original-width="990" height="400" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/08/CAPA-1.jpg" class="wp-image-5131" width="268" /></a></div>
<p>Ana Cristina Siqueira não é só a mais discreta figura daquela geração que no conturbado início da década de 80, no afã de escrever, escrever, tornou-se já objeto de estudos acadêmicos (apud Francisco Aurélio Ribeiro, Reinaldo Santos Neves, Anaximandro Amorim). Era uma das que mais pensava o texto como um tecido previamente elucubrado, num ofício artesanal, numa conjugação entre significado e significante.</p>
<p>Havia a efervescência literária, talvez eclodida pela luta reivindicatória em prol da plena liberdade de expressão. Tímida, mas logo identificada como produtora de um bem urdido texto poético, Ana Cristina não se deixou inebriar por arroubos juvenis. Antes, poemas guardara, ou os vinha burilando sigilosamente, invertendo sintaxes, substituindo aqui e ali palavras, buscando a sonoridade compatível com o seu propósito expressional. Temas por ela enfocados cedo revelavam uma visão de mundo muito além da dos jardins universitários de então: enquanto maioria bradava contra uma agonizante ditadura, luta de Cristina era toda voltada para as classes gramaticais, para as articulações sintáticas, no sigiloso conluio com subversivas palavras.</p>
<p>Nesse tempo, na UFES ministrava oficina literária a Prof. Deny Gomes, e de uma delas participara Ana Cristina. No Caderno Dois (in jornal A Gazeta) o irrequieto jornalista Amylton de Almeida fazia-se guru ou ácido crítico, assim odiado ou amado pelos artistas. Aliado a esses fatores, o recente parque gráfico ufesiano vazão dava a livros avalizados pela então ativa Editoria da Fundação Ceciliano Abel de Almeida. Dessa valorosa safra (Coleção Letras Capixabas), privilégio tive de anunciar, em orelha, dois daqueles oficinandos de Deny: assim o foi com Paulo Roberto Sodré (“Interiores”, poemas,1984) e com Ivan Castilho (“O Deus do Trovão”, contos,1988).</p>
<p>Agora Ana Cristina Siqueira, sob o título Poema Deitado ao Seu Peito, a lume boa mostra de sua arte verbal põe. Subintitula (“um jogo de amarelinha”) com aquele divertimento já folclórico, mais para meninas, que consiste em pular sobre um desenho (a giz ou a carvão) riscado no solo. Nesse aspecto, remete-nos àquele famoso livro do peruano Júlio Cortázar, pois lá tudo misturado, possibilitando alternada leitura de capítulos, saltadamente, podendo ir e vir, qual na aludida brincadeira em que alcança um céu o saltitante vencedor. Tudo ao sabor do fluxo de consciência introspectiva, no qual oscilam e brincam com a mente subjetiva do leitor. Assim o é o corpo do livro: poemas, crônicas, epístolas, narrativas ficcionais, outros indefinidos gêneros. Os poemas, em sua maioria, são os que, desde idos tempos, compunham o inédito livro A outra genuina tez, dos quais 3 já publicados na revista Letra (nº 7, FCAA-Ufes,1987).</p>
<p>Poetisa essencialmente lírica, se pela extensão, pela longura, possam os seus versos lembrar os caudalosos de Withman, derramados página afora, no entanto, não encontram, nesse tocante, similar em nossas Letras: cinéfila que o é, original e intrigante é a sua imagética. Lugar-comum não se o acha cá. Escritura laboriosa, de tantas reescrituras quantas pudessem conferir aquela rebuscada musicalidade bem aprazível a ouvinte apreciador dos clássicos. Não é à toa que ambas as artes(cinema e música) sejam, para ela, referências.</p>
<p>Estivesse no epicentro cultural(Rio-São Paulo) essa autora, por certo renderia assunto a atentos especialistas que, com olhar treinado, logo identificariam em sua tessitura o ludismo, tal o da amarelinha, capaz de , do reles chão de comuns mortais, fazer-nos saltar para um céu estético.</p>
<p>(Marcos Tavares, autor de <i>Gemagem </i>e de <i>No escuro, armados</i>)</p>
<p>
[In&nbsp;<i>Poema deitado no seu peito: um jogo de amarelinha.&nbsp;</i>São Paulo: Scortecci, 2012.]</p>
<p><b>&#8212;&#8212;&#8212;</b><br />
<b><span style="color: #660000;">© 2018&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia&nbsp;autorização&nbsp;</b>dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
<b>&#8212;&#8212;&#8212;</b></p>
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		<title>Excerto do livro de poesia Sei que me dirás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 21:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ana Cristina Costa Siqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine de Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sei que me dirás Sei que me dirás: Não ouves as estrelas? E te direi: Sim, eu as ouço, de muito longe, e acendo lamparinas em meu caminho. Tenho, por sorte, a morte, seus corredores e incógnitas, e dela são as veias percorrendo o coração das pedras, em intermináveis noites e dias de centelha, onde [&#8230;]</p>
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<p><b><br /></b><br />
<b><br /></b><br />
<b>Sei que me dirás</b></p>
<p>Sei que me dirás: Não ouves as estrelas?<br />
E te direi: Sim, eu as ouço, de muito longe,<br />
e acendo lamparinas em meu caminho.<br />
Tenho, por sorte, a morte, seus corredores e incógnitas,<br />
e dela são as veias percorrendo o coração das pedras,<br />
em intermináveis noites e dias de centelha,</p>
<p>onde Tântalos, Prometeus e Sísifos<br />
dançam na fogueira fáunica dos delírios.</p>
<p>De pedras se fazem os dias e as noites.<br />
A morte de cada homem é solitária.</p>
<p>Embora isso nos torne mais ímpares e áridos,<br />
nessa aridez somos pares,<br />
solitários como o deserto f1do Atacama,<br />
solitários como todos os sepulcros<br />
perdidos no pó das estrelas.</p>
<p>[In&nbsp;<i>Sei que me dirás</i>. Astorga: Sahar,&nbsp; 2017.]</p>
<p><b>&#8212;&#8212;&#8212;</b><br />
<b><span style="color: #660000;">© 2018&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia&nbsp;autorização&nbsp;</b>dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
<b>&#8212;&#8212;&#8212;</b></p>
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		<title>Excertos do livro Poema deitado no seu peito: um jogo de amarelinha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 20:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ana Cristina Costa Siqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine de Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade e o tempo A hora irradia no ínfimo da teia armazenando os segundos. Instante de quem viu a cidade partir silenciosa e aliou-se ao porto, permanecendo abrigo, pelos que olvidam algum resquício de tradição, e líquen. Vésper acende os rastros, na suma permanência que o espaço abriga, compondo a paisagem de sonhos afins, [&#8230;]</p>
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<p><b><br /></b><b>A cidade e o tempo</b><br />
<b><br /></b><br />
<b><br /></b><br />
<br />
A hora irradia no ínfimo da teia armazenando os segundos.<br />
Instante de quem viu a cidade partir silenciosa<br />
e aliou-se ao porto, permanecendo abrigo,<br />
pelos que olvidam algum resquício de tradição, e líquen.<br />
Vésper acende os rastros, na suma permanência que o espaço abriga,<br />
compondo a paisagem de sonhos afins,<br />
homens percorrendo a ciranda ístmica, plurissecular,<br />
e a paisagem-lua no interior da fonte,<br />
refletida em plenilúnio,<br />
que a terra expulsou, sob época de estio,<br />
estabelecendo o curso das nascentes,<br />
e delas pariu riachos, erigiu templos,<br />
em magníficos acordes transpondo a idade.<br />
E à explosão das águas unificadas<br />
emergiram a ciranda de ínsulas e os braços peninsulares.<br />
Enquanto fio intimamente os segundos,<br />
num gesto de ser, todo implícito,<br />
calmo a ansiedade em que preparo o ritmo lento das palavras,<br />
o fluídico silêncio da avidez contida;<br />
e este é como o brado em lábios de mudo,<br />
que necessita todo gesto&nbsp; a mais que palavras<br />
e toda a eloquência de sentido brusco.<br />
E se me deparo com meu ritmo, através dos tempos,<br />
este ritmo incólume, perpasso a aura que me veste,<br />
a fiar mais rápido e continuamente, como rápido<br />
os moinhos giram em torno do eixo<br />
e lentamente gasta-se a corda na roldana.</p>
<p>
<b>Fragmento – a origem</b></p>
<p>É a tarde e a manhã o dia quinto<br />
determinando o atropelo de pássaros, insurgidos,<br />
que se aproxima sobre minha cabeça,<br />
rumo oposto aos gestos que faço,<br />
e sigo sem protestos a rumorosa dança:<br />
vigoroso fluxo toma as árvores do continente,<br />
e o chão do continente,<br />
e dos rios e mares, divididas as águas,<br />
brotam cardumes em vigoroso fluxo.<br />
Nasço, dos séculos, na seara<br />
em que fio os segundos de cada poema,<br />
de cada palavra ou ideia,<br />
como rápido os moinhos giram em torno de seus eixos<br />
e lentamente gasta-se a corda na roldana.<br />
Entretida na íris que descerro,<br />
sigo o tráfego comum das borboletas.</p>
<p>Eis-me, agora, distanciada das palavras,<br />
que estabeleceram a unidade;<br />
eis-me distanciada um segundo – a memória é farta,<br />
sobre os músculos que a sustentam na avidez do silêncio,<br />
quando os gestos por si mesmos falam.<br />
Dirá, agora, que irradia,<br />
no íntimo da paisagem sua, a cidade<br />
entre teias de uma outra cidade<br />
espargindo seus raios multicores,<br />
tomando ruas e avenidas, paralelas, à orla de mim,<br />
que me converto em tempo.</p>
<p>
<b>O Tempo</b><br />
<b><br /></b><br />
<b><br /></b><br />
<br />
O século dividido emerge do porto, continuamente,<br />
à beira de canais alheios à idade<br />
e mares acumulados nas ruas estreitas, bem dentro dos bairros;<br />
o mar sem sentido obrando ao sabor do nada,<br />
que bem conduz os seus seres ocos, os nadadores,<br />
atravessando-o de braços, como Veneza se atravessa de gôndolas.</p>
<p>Alheia aos meus versos estabelecendo a unidade,<br />
atravesso como um rio os continentes, rompendo a carne,<br />
movendo das palavras o istmo permanente,<br />
em uma réstia de vento trançada à-toa:</p>
<p>lanço-me, então, solidária, na partilha – seara florida e montanhas elevadas.<br />
A bordo de seus músculos na idade do tempo<br />
transferem-se arco-íris de um ponto a outro da cidade.</p>
<p>
[In&nbsp;<i>Poema deitado no seu peito: um jogo de amarelinha.&nbsp;</i>São Paulo: Scortecci, 2012.]</p>
<p><b>&#8212;&#8212;&#8212;</b><br />
<b><span style="color: #660000;">© 2018&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia&nbsp;autorização&nbsp;</b>dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
<b>&#8212;&#8212;&#8212;</b></p>
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		<title>Oscar Gama Filho: Lirismo arrebatador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 20:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ana Cristina Costa Siqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Fortuna Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Gama Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A publicação de Poema Deitado no seu Peito, de Ana Cristina Costa Siqueira, pela Scortecci Editora (São Paulo, 2012), soa postumamente aos meus ouvidos, como se o seu livro pertencesse a uma poeta que morreu inédita — ou que estivesse morta em vida ou para a vida, tomada de uma incontrolável melancolia. O que é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://4.bp.blogspot.com/-kS3OqeP0hPo/WuTLxCjuI0I/AAAAAAAAS1Q/--ZvbicYwqoMETXThVjVlcpdtdMMCX3EwCEwYBhgL/s1600/CAPA.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" data-original-height="1473" data-original-width="990" height="400" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/08/CAPA-3.jpg" class="wp-image-5137" width="268" /></a></div>
<p>A publicação de Poema Deitado no seu Peito, de Ana Cristina Costa Siqueira, pela Scortecci Editora (São Paulo, 2012), soa postumamente aos meus ouvidos, como se o seu livro pertencesse a uma poeta que morreu inédita — ou que estivesse morta em vida ou para a vida, tomada de uma incontrolável melancolia. O que é o caso.</p>
<p>Sinto que se trata de algo parecido com uma tentativa de reparar uma injustiça imperdoável. Talvez seja porque ela, apesar dos 54 anos bem vívidos e bem pesados, tenha algumas semelhanças com Emily Dickinson, cujo espírito de sua arte só se revelou, desencarnando-se, após sua morte, quando finalmente seus versos foram impressos em prol da criação da identidade da alma feminina.</p>
<p>Como Emily, Cristina é uma exilada dentro do seu próprio corpo almado, aprisionada dentro do seu silêncio tímido, e só se liberta momentaneamente quando escreve. Quem, por acaso, ler seus poemas, não acreditará, se vier a conversar com ela, que Cristina os tenha extraído de seu laconismo.&nbsp; Mas é porque tirou as palavras de sua boca para destiná-las apenas ao papel.</p>
<p>Como em Emily, estão presentes o lirismo, o sentimento de comunhão com a natureza, o prazer em cantar o cotidiano e em lidar com ele: a paixão pela poesia como meio-mor de se expressar e de vivenciar o mundo, tudo isso revestido por uma aparência virginal, tímida, ousada e familiar.</p>
<p>Uma das melhores poetas da nova geração capixaba, nasceu em 23 de setembro de 1958 em Juiz de Fora, MG, e veio para o Espírito Santo em 1977.</p>
<p>Amiga de longos silêncios face a face em seu eterno batom vermelho, é também autora de cartas belíssimas reunidas no inédito primeiro romance epistolar capixaba, Cartas Deitadas no seu Peito — Cartas a Oscar Gama Filho (1983 -2006), que pode ser inscrito no Guiness e enriquecê-la ao ganhar o título mundial de cartas de amor sem resposta: são 23 anos sem retorno! A incapacidade de responder à altura da beleza de seu texto me impossibilitou a réplica, tornando-a desnecessária quando ela desenvolveu cartas de uma beleza tão espaçosa que ganhava o espaço por si só e, como um buraco negro, sugava até a luz e as palavras que me permitiriam uma correspondência. Mas guardei todas e as devolvi 30 anos depois.</p>
<p>Cristina era, desde cedo, dona de um corpo de talento e de primor técnico grande o bastante para que ela não o controlasse com a perfeição que o futuro, hoje chegado, lhe forneceria. Por isso só as devolvi 30 anos depois. Estava nova demais para apreciar a beleza cegante dos diamantes de sol.</p>
<p>Dia a dia, ao longo de três décadas, escrevemos e debatemos, e tanto e a tal ponto que uma ponte mágica se construiu entre nós quando criamos, juntos, a sua obra — eu de muso carnavalesco.</p>
<p>Anos de contato pontifício levaram-na a aliar voos condoreiros e imagens grandiosas aos seus pequenos cacos de lirismo e de cotidiano, influenciando na composição de um retrato ao mesmo tempo estranho e arrebatador pela união do lírico ao grandioso e ao ácido que se encontram neste magnífico Poema Deitado no seu Peito — um Jogo de Amarelinha (homenagem a Cortázar), publicado pela Scortecci Editora, de São Paulo, em 2012, com 142 p., lançado na Bienal de Literatura de São Paulo no ano passado.</p>
<p>
[In <i>A Gazeta</i>, Caderno Pensar, 13/04/2013.]</p>
<p><b>&#8212;&#8212;&#8212;</b><br />
<b><span style="color: #660000;">© 2018&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia&nbsp;autorização&nbsp;</b>dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
<b>&#8212;&#8212;&#8212;</b></p>
<div>
</div>
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		<title>Depoimento de Ana Cristina Costa Siqueira: Pequena Crônica</title>
		<link>https://estacaocapixaba.com.br/depoimento-de-ana-cristina-costa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 20:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ana Cristina Costa Siqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A imaginação é como a neblina&#160; – limite entre a luz e o abismo. Diria que&#160; é um mergulho no pólen mas sem a sutileza das abelhas que o transportam; mergulhar, indistintamente, como homens famintos farejam no lixo o que lhes apetece, ou como quaisquer animais se atiram sobre suas reses abatidas. A imaginação dos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://3.bp.blogspot.com/-1qJfslKgSBw/WuTKO9HbDGI/AAAAAAAAS04/RdlEd4yjIIUX9BTeFKcRA1isyftW_xYHgCLcBGAs/s1600/Ana%2Bcristina%2BCosta%2BSiqueira-6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" data-original-height="1600" data-original-width="971" height="640" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Ana2Bcristina2BCosta2BSiqueira-6.jpg" class="wp-image-5139" width="388" /></a></div>
<p>A imaginação é como a neblina&nbsp; – limite entre a luz e o abismo. Diria que&nbsp; é um mergulho no pólen mas sem a sutileza das abelhas que o transportam; mergulhar, indistintamente, como homens famintos farejam no lixo o que lhes apetece, ou como quaisquer animais se atiram sobre suas reses abatidas. A imaginação dos poetas tem sua carga de fome, como a gênese do corpo e a origem dos sonhos tem sua carga de universo: um poema em outro poema, mimetizados, extraídos de duas essências, limítrofes, tecidas as linhas entre uma e outra manhã, entre um texto e outro que, porventura, entrelace outras mãos, conduza os seus pássaros em rodopios, desfiando os medos e as prisões.</p>
<p>Nunca hei de saber o momento exato em que me apaixonei pela poesia, ou seja lá por que razão eu a tenha surpreendido em quase tudo o que fiz.</p>
<p>Quando era pequena, saía de mãos dadas com minha avó Maria Jesuína, e caminhávamos pelo bairro Bom Pastor. Nascida em Juiz de Fora, cercada por morros e vegetações, gostava de vislumbrar as manhãs mineiras de um dos pontos mais altos da cidade. Havia nos arredores da casa uma trilha estreita que levava até os barrancos, de onde se avistavam de um outro ângulo os bairros mais distantes.&nbsp; Nada sei dos sonhos nem o tanto que recriei de universos, mas da vegetação me lembro perfeitamente: em sua maioria eram pequenas ervas, capim – gordura, mamonas, algumas árvores ornamentais de floração amarela, touças de capim fino crescendo ao longo das calçadas, plantados aos montes no jardim inclinado, sob a rampa que dava acesso à varanda de nossa casa.</p>
<p>Juiz de Fora é uma cidade fabril – talvez por essa razão, ou porque fossem comuns as tempestades no fim dos dias, era, para mim, uma cidade em preto e branco. Mas foi ali, exatamente em seu arco-íris cinzento, que descobri as primeiras pinceladas de cores, traçadas ou não pela pequena poetisa, surgindo dos jardins, entre o cheiro das dálias e dos gerânios, nos canteiros de hortaliças, perscrutando nas bananeiras ao fundo do quintal. Não raro saíamos mamãe vovó e eu para colher, entre as fartas ramagens, algumas abóboras, das mais novas, e eu me punha a olhar as aboboreiras, as flores dos quiabeiros com seu miolo de um vermelho escuro e raro. Muitas vezes as acompanhei, nesses passeios pelos terrenos além de nossa propriedade, enquanto colhiam as abobrinhas, trazendo junto um molhe de serralhas e outro de cebolinha. Minha avó crescera no campo e minha mãe, numa cidade pequena, em casa de assoalho e paredes rudimentares – no banheiro, sentia-se o odor do cimento molhado, absorvido com perfume dos sabonetes; da cozinha desprendia-se o cheiro fresco de temperos, de bifes regados a um caldo acebolado e gotas de pimenta, possivelmente nunca mais perceptíveis em nenhum canto imaginável deste mundo. Da avó vieram todos os nomes de planta, o odor indecifrável da marcela, as descobertas de pequenas ervas, e de todos os tipos de folhagens e flores.</p>
<p>Havia sempre um lugar para se explorar naqueles dias intermináveis. Da janela do meu quarto viam-se os primeiros raios da manhã, e o acender das luzes, ao cair da noite, às vezes misturado aos odores de plantas, aos aromas da cozinha e à música dos Beatles.</p>
<p>Os verões não eram tão longos e as férias começavam mais cedo, sempre associadas, na minha euforia, à florescência exacerbada das rosas e dos ipês, ao cheiro de carne assada e à visão dos bambuzais ao vento, em contraste com o azul quase impermeável do céu.</p>
<p>Semelhante a esse azul, algumas doses de alegria pontuavam dias perfeitos, no sabor das balas compradas na venda da esquina, nos ramos sortidos de brincos de princesa, nos tecidos novos dos primeiros uniformes escolares. Lembro-me de minha mãe sentada ao meu lado, de tardezinha, ambas recostadas em algum lugar ou fronteira de mundos, e ela lia “As mais belas Histórias” para mim. Quando me levava ao dentista, íamos a uma padaria do Centro comer sonhos. Eu atravessava as avenidas olhando os fios, os pardais, repetindo, baixinho, os versos de Henriqueta Lisboa: “Andorinha no fio contou-me um segredo&#8230;”, mais ou menos assim.</p>
<p>Comecei a escrever de fato aos dezoito anos, copiando capítulos inteiros da novela <i>O Profeta</i>, de Ivani Ribeiro. Copiava e recriava das cenas o que eu lembrava em detalhes os mais sutis. Depois comecei a escrever poemas líricos. Percebi, na minha ingenuidade, que eram profundos, mas não sabia o quando ainda mergulharia naquele universo indivisível, em sua linguagem e emoção. Quando iniciei os estudos na universidade, conheci segredos de lagarta; depois, um tempo demorado de casulo, até que se me desprenderam as asas úmidas.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 2018&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia autorização</b>&nbsp;dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
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		<title>Ana Cristina Costa Siqueira &#8211; Biobibliografia</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 19:20:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
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<a href="https://3.bp.blogspot.com/-KCd_D4dhzgI/Wt91-j2pRgI/AAAAAAAASzs/8LzMbIaZp50Y_EPZ9jX1XvBuWNFJYJjuQCLcBGAs/s1600/Ana%2Bcristina%2BCosta%2BSiqueira-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" data-original-height="1600" data-original-width="773" height="640" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Ana2Bcristina2BCosta2BSiqueira-2.jpg" class="wp-image-5314" width="308" /></a></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<p>
Ana Cristina Costa Siqueira nasceu em Juiz de Fora, Minas Gerais. Chegou ao Espírito Santo em março de 1977, por ocasião de uma transferência de seu pai, militar da ativa, deixando a cidade de Cáceres (MT), onde viveram dois anos. Ana e a família estabeleceram-se em Vila Velha, quando não existiam ainda os grandes edifícios na orla da praia. Ao desembarcarem na antiga rodoviária do Parque Moscoso, a maresia lhe trouxe o ar salgado da Ilha – este foi seu primeiro contato com o mar. Estudou na Universidade Federal do Espírito Santo, período em que iniciou suas publicações literárias. Publicou poemas na revista alternativa <i>Poisé</i> (DEC/UFES, 1983) e, mais tarde, na Revista <i>Letra</i>, nº 7, editada pela Fundação Ceciliano Abel de Almeida, UFES, 1987). Tem crônicas poéticas, poemas e artigos publicados nos jornais <i>A Tribuna</i> e <i>A Gazeta</i> (Pensar/encarte semanal). Escreveu <i>Poema Deitado no Seu Peito, Um Jogo de Amarelinha</i>, lançado em 2012 pela Scortecci Editora; obra que reúne poemas, crônicas e uma narrativa, apontando, inclusive, para o gênero epistolar. Sua linguagem, imagética, flui da poesia à prosa, quase sempre inspirada na ilha de Vitória e em sua convivência atípica com escritores locais. Publicou seus textos em diversas antologias, nacionais e internacionais. Recebeu reconhecimentos por sua produção literária, no Brasil e no Exterior.</p>
<p>
<b>Formação acadêmica</b></p>
<p>Letras-Português.<br />
Pós-Graduação em Estudos Linguísticos/ Especialização (UFES).</p>
<p>
<b>Dados profissionais</b></p>
<p>Professora concursada, ingressou na rede estadual de ensino em outubro de 1990. Lecionou Língua Portuguesa e Literatura Brasileira para o Ensino Médio, atuando também no Ensino Fundamental; na rede pública do município, lecionou num período de dois anos (2001 e 2002). Aposentada.</p>
<p>
PUBLICAÇÕES</p>
<p><b>Livros</b></p>
<p><i>Poema deitado no seu peito: um jogo de amarelinha</i>. São Paulo: Scortecci, 2012<br />
[ISBN 978-85-366-2860-8]</p>
<p><i>Sei que me dirás</i>. Astorga: Sahar,&nbsp; 2017. [“Prêmio ASA&nbsp; &#8211;&nbsp; 2017 &#8212;&nbsp; A.C.I.M.A.&nbsp; Sahar&nbsp; &#8212; Alternativa” ISBN :&nbsp; &nbsp;978-85-68817-11-7]</p>
<p><b>Co-autorias</b><br />
<b><br /></b><i>Vozes e Voci</i>, Antologia Bilíngue. Italiano e Portoghese. Edizione Mandala, 2012.</p>
<p>ALCOFORADO, Jô Mendonça. Antologia Internacional Brasileiros em verso e prosa. João Pessoa:<br />
Editora Universitária da UFPB, 2012.</p>
<p><i>A Literatura das Mulheres da Floresta&nbsp;</i>(antologia)<i>. São Paulo:</i>&nbsp;Scortecci, 2013.</p>
<p><i>Pensieri in Parole</i>, Antologia Bilíngue (antologia). Itália: Mandala, 2014.</p>
<p><i>Lindas Lendas Brasileiras</i>&nbsp;(antologia). São Paulo: Scortecci, 2014.</p>
<p><i>Fernando Pessoa e Convidados</i>&nbsp;(antologia). Mágico de Oz, 2014.</p>
<p><i>Florbela Espanca e Convidados</i>&nbsp;(antologia). Mágico de Oz, 2014.</p>
<p><i>Pablo Neruda e Convidados</i>&nbsp;(antologia). Mágico de Oz, Empreendimentos Editoriais, 2014.</p>
<p>AMORIM, Josane Mary.&nbsp;<i>I Antologia Bilíngue Brasil-Holanda.</i>&nbsp;2015.</p>
<p><i>Navegantes&nbsp;</i>(antologia). Mandala, 2014.</p>
<p><i>Madre Terra&nbsp;</i>(antologia). Mandala, 2015.</p>
<p>Amor e Amore (antologia). Mandala, 2016.</p>
<p><i>Vida e Vita&nbsp;</i>(antologia)<i>.</i>&nbsp;Mandala 2017.</p>
<p><b>Crônicas</b></p>
<p>“Melhor é impossível” – publicada no&nbsp; livro&nbsp;&nbsp;<i>Poema deitado no seu peito</i>&nbsp;(2012).<br />
“Crônica para o dia dos pais” – publicada no livro&nbsp;&nbsp;<i>Poema deitado no seu peito</i>&nbsp;(2012).</p>
<p><b>Contos</b></p>
<p>“Configurações” –&nbsp; em&nbsp;<i>Poema deitado no seu peito</i>&nbsp;(2012).<br />
“Blindagem” &#8211;&nbsp; Antologia&nbsp; NAVEGANTES. A.C.I.M.A ( 2014).<br />
“Cidade Fria” &#8211;&nbsp; publicado pela Mágico de OZ&nbsp; Empreendimentos Editoriais,&nbsp; Ilha da Madeira&nbsp; &#8211; Portugal, na Antologia “Fernando Pessoa e convidados” (2014). “Cidade Fria” também foi publicado na antologia NAVEGANTES, da A.C.I.M.A e&nbsp; na&nbsp; I Antologia Holanda-Brasil, em 2014.</p>
<div>
</div>
<p><b>Revistas</b></p>
<p><i>Poisé </i>(DEC/UFES, 1983) &#8211; “Pensamento” (poema).<br />
Revista <i>Letra</i>, do Grupo Letra (Fundação Ceciliano Abel de Almeida/Ufes, 1987) -“Fecho estas páginas”, “Êxtase”, “Ocasião” – poemas.</p>
<p><b>Jornais</b></p>
<p><i>A Tribuna</i></p>
<p>&#8220;Linguagem e Expressividade&#8221;&nbsp; &nbsp;(2003);<br />
“Muito apelo, nenhuma transformação positiva”&nbsp; (junho, 2003);<br />
“Educação: visão além dos limites”&nbsp; &nbsp;(agosto 2003)<br />
“Uma visão pouco otimista”&nbsp; &nbsp; &nbsp;(agosto, 2003)<br />
“Crônicas, poesia e bate-papo”&nbsp; (janeiro, 2004)<br />
“Quem são nossos heróis?”&nbsp; (maio, 2005)<br />
“Educar para o futuro”&nbsp; (outubro, 2005)<br />
“Lugar para encontro&nbsp; de&nbsp; indivíduos” (2005/2006)<br />
Referências à “Geração Copy Cola”&nbsp; (julho, 2006)<br />
“Sobre&nbsp; ler, escrever&nbsp; e&nbsp; ensinar”&nbsp; (setembro, 2006)<br />
“Em defesa da concepção do belo”&nbsp; (junho, 2010)<br />
“A&nbsp; curiosa teia&nbsp; dos&nbsp; diálogos”&nbsp; (2010)<br />
“Reunião de&nbsp; escritores&nbsp; na&nbsp; Biblioteca&nbsp; Pública”&nbsp; ( junho, 2010)<br />
“Lirismo&nbsp; doce&nbsp; e&nbsp; cortante”&nbsp; (2005/2006)<br />
“Falando de cartas” (paixões literárias)&nbsp; (2010)</p>
<p><i>A Gazeta</i> – Caderno&nbsp; PENSAR</p>
<p>“É proibido proibir?” – As&nbsp; diferentes&nbsp; faces&nbsp; da&nbsp; censura (outubro, 2011) &#8211; artigo<br />
“Rastro Prateado” – Claire de lune&nbsp; (2011/2012)- poema<br />
“A alma das nossas ruas” (2012) &#8211; poema<br />
“Escolha:&nbsp; da crônica ao poema” (outubro, 2012) &#8211; poema<br />
“Poema&nbsp; deitado&nbsp; no&nbsp; seu&nbsp; peito”&nbsp; &#8211; fragmento&nbsp; (abril, 2013) – poema&nbsp; publicado<br />
com artigo de Oscar Gama Filho.</p>
<p><b>Outras publicações</b></p>
<p>“Tertúlia&nbsp; capixaba” &#8211;&nbsp; artigo publicado no livro <i>Poema deitado no seu peito</i> (2012).<br />
“Por Nina,&nbsp; leitura infindável” &#8211;&nbsp; artigo publicado no livro&nbsp;<i>Poema deitado no seu peito</i>&nbsp;(2012).<br />
“Diana no Natal, apenas um comentário” &#8211;&nbsp; artigo&nbsp; publicado em&nbsp;<i>Poema deitado no seu peito</i>&nbsp;(2012).<br />
“Um, dois três e&#8230;” – artigo&nbsp; publicado&nbsp; Facebook/&nbsp; https://www.facebook.com/anacristinahrpoetisa<br />
“Hora fatídica” &#8211;&nbsp; crônica publicada&nbsp; no&nbsp; blog: <i>Diário de uma escritora</i> – https://anacristinacostasiqueiraescritora.blogspot.com</p>
<p>
<b>Reconhecimentos e premiações</b></p>
<p>Prêmio A.C.I.M.A 2013 &#8211; pela contribuição à cultura mundial, a dedicação e o empenho artístico demonstrado com o valor e a sinceridade da própria obra.</p>
<p>Menzione d’onore&nbsp; per l’opera “Pequena Crônica”. Concorso Letterario Internazionale&nbsp; PENSIERI &amp; PAROLE 2013. Millano, 24 de giugno 2013.<br />
Associazione Culturale Internazionale Mandala.</p>
<p>Atestado de participazione &#8211; Progetto NAVEGANTES 2014. A.C.I.M.A.</p>
<p>PREMIO SPECIALE conferito a opera BLINDAGEM (conto) – 3º Concorso Letterario Internazionale, NAVEGANTES, 2014. A.C.I.M.A.</p>
<p>PREMIO A.C.I.M.A. 2015, “Per il meraviglioso contributo umano apportato alla diffusione e alla valorizzazione dell’arte e dela cultura brasiliana in Italia e in Europa”.</p>
<p>Prêmio Literário Internacional ASA 2017, conferido ao livro SEI QUE ME DIRÁS (poemas). Associazione Culturale Internazionale Mandala e Sahar Editora Alternativa.</p>
<p></p>
<blockquote class="tr_bq">
<div style="text-align: center;">
Visite o&nbsp;<b><a href="https://www.estacaocapixaba.com.br/2018/04/ana-cristina-costa-siqueira-repertorio/" target="_blank" rel="noopener">Repertório Literário</a></b>&nbsp;deste autor.</div>
</blockquote>
<p><b>&#8212;&#8212;&#8212;</b><br />
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<b>&#8212;&#8212;&#8212;</b></p>
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