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	<title>Arquivos Arquitetura e Urbanismo &#8902; Estação Capixaba</title>
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	<description>Patrimônio Cultural Capixaba</description>
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	<title>Arquivos Arquitetura e Urbanismo &#8902; Estação Capixaba</title>
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	<item>
		<title>Amostra do acervo de projetos arquitetônicos do Arquivo Geral da Prefeitura de Vitória</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2017 23:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acervo]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo Geral da Prefeitura de Vitória]]></category>
		<category><![CDATA[Vitória]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produção: Site ESTAÇÃO CAPIXABA. Junho de 2017&#160;</p>
<p>O post <a href="https://estacaocapixaba.com.br/amostra-do-acervo-de-projetos/">Amostra do acervo de projetos arquitetônicos do Arquivo Geral da Prefeitura de Vitória</a> apareceu primeiro em <a href="https://estacaocapixaba.com.br">Estação Capixaba</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<div style="text-align: center;">
<a href="https://www.estacaocapixaba.com.br/p/acervo/" target="_blank" rel="noopener"><b>Produção: Site ESTAÇÃO CAPIXABA. Junho de 2017</b>&nbsp;</a></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://www.estacaocapixaba.com.br/p/acervo/" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" alt=" Amostra do acervo de projetos arquitetônicos do Arquivo Geral da Prefeitura de Vitória" border="0" data-original-height="1200" data-original-width="794" height="640" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/06/4-1-1895.jpg" class="wp-image-5165" width="422" /></a></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<p></p>
<p>O post <a href="https://estacaocapixaba.com.br/amostra-do-acervo-de-projetos/">Amostra do acervo de projetos arquitetônicos do Arquivo Geral da Prefeitura de Vitória</a> apareceu primeiro em <a href="https://estacaocapixaba.com.br">Estação Capixaba</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Digitalização do Acervo Olympio Brasiliense</title>
		<link>https://estacaocapixaba.com.br/projeto-digitalizacao-do-acervo-olympio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2016 19:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acervo]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria]]></category>
		<category><![CDATA[Olympio Brasiliense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Visão parcial de projeto para residência de Cícero Moraes. APRESENTAÇÃO A primeira etapa do trabalho constituiu-se do inventário ocorrido entre os anos de 2011 e 2012, também sob a orientação da PHOENIX CULTURA, tendo como responsável técnica a museóloga Maria Clara Medeiros Santos Neves, e foi realizada com recursos oriundos de outro edital público, sendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-LoUWWl5hfpQ/VrZEshVpzBI/AAAAAAAABF8/0qj-G0qmDOI/s1600/C%25C3%25ADcero-Moraes.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" alt="Visão parcial de projeto para residência de Cícero Moraes." border="0" height="612" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/02/C25C325ADcero-Moraes.jpg" class="wp-image-5382" title="Visão parcial de projeto para residência de Cícero Moraes." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Visão parcial de projeto para residência de Cícero Moraes.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></p>
<h3>
APRESENTAÇÃO</h3>
<p>
A primeira etapa do trabalho constituiu-se do inventário ocorrido entre os anos de 2011 e 2012, também sob a orientação da PHOENIX CULTURA, tendo como responsável técnica a museóloga Maria Clara Medeiros Santos Neves, e foi realizada com recursos oriundos de outro edital público, sendo os resultados também publicados neste site no começo de 2013 sob o título Olympio Brasiliense: 50 anos de arquitetura em Vitória.</p>
<p>Em 2012 Vanessa Brasiliense, historiadora, apresentou e obteve premiação, no &nbsp;Edital 032/2012 da SECULT / Funcultura, para o projeto de digitalização do acervo de Olympio Brasiliense, constituído principalmente de projetos arquitetônicos produzidos entre 1920 e 1970. O principal objetivo deste Projeto foi trazer à luz esse conjunto documental tão precioso e conhecido apenas por alguns.</p>
<p>Mais uma vez sob a orientação da PHOENIX CULTURA, que assumiu a coordenação, digitalização dos documentos, preparação e publicação no site ESTAÇÃO CAPIXABA, Vanessa Brasiliense ficou responsável pela preparação do acervo para a digitalização, realizando limpeza superficial e pequenos reparos de rasgos com fita adesiva própria, tornando possível a digitalização.</p>
<p>A digitalização utilizou o recurso da fotografia, com montagem de um pequeno estúdio, dadas as proporções dos documentos, alguns dos quais com mais de dois metros de comprimento.</p>
<p>Acreditamos que a publicação online será um grande presente para Vitória e outros municípios do Estado que ainda guardam os tesouros de arquitetura que Olympio Brasiliense proporcionou. Além disso, muitos capixabas poderão se deliciar reconhecendo nessas páginas os desenhos que deram origem às suas casas, às de seus vizinhos e a edificações oficiais e comerciais bastante conhecidas.</p>
<p></p>
<h3>
FICHA TÉCNICA</h3>
<div>
</div>
<h4>
Coordenação, digitalização e preparação de páginas para internet</h4>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/maria-clara-medeiros-santos-neves-bio/" target="_blank" rel="noopener">Maria Clara Medeiros Santos Neves (museóloga)</a></p>
<h4>
preparação de documentos para digitalização</h4>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/vanessa-brasiliense-bio-bibliografia/" target="_blank" rel="noopener">Vanessa Brasiliense (historiadora)</a></p>
<h3>
SUMÁRIO</h3>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/projeto-de-digitalizacao-do-acervo/" target="_blank" rel="noopener"><br /></a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/projeto-de-digitalizacao-do-acervo/" target="_blank" rel="noopener"><b>Relatório do Projeto</b></a></p>
<p><b><a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVZWFsRTg5UWpUS2s" target="_blank" rel="noopener">Inventário de projetos arquitetônicos</a></b><br />
<b><br /></b></p>
<p><b>Acervo de projetos digitalizados (arquivos em PDF)</b><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVWVp1YkQ5c21rYjQ" target="_blank" rel="noopener">Pasta 1: 231-244</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVZUdBZkJwOC1ENlk" target="_blank" rel="noopener">Pasta 2: 245-255</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVQWs2SnFsd1hVbFk" target="_blank" rel="noopener">Pasta 3: 256-268</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVa3lsZWVBaUJEWTQ" target="_blank" rel="noopener">Pasta 4: 269-280</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVV25ocDZpTTNKQm8" target="_blank" rel="noopener">Pasta 5: 281-289</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVZ3JKSEUtcnpJREE" target="_blank" rel="noopener">Pasta 6: 290-297</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVWk9XbE9tYWQwbWc" target="_blank" rel="noopener">Pasta 7: 298-303</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVS1JrUWJ1SXhwQzA" target="_blank" rel="noopener">Pasta 8: 305-308</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVdS1NRHpYdDRrMmc" target="_blank" rel="noopener">Pasta 9: 309-314</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVd1dBRlVxVW95ZHc" target="_blank" rel="noopener">Pasta 10: 315-326</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVdGRnN2NsQ3Z2Nkk" target="_blank" rel="noopener">Pasta 11: 327-339</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVLVllejJKTENwUU0" target="_blank" rel="noopener">Pasta 12: 340-353</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVSW44UTljcjZiZUE" target="_blank" rel="noopener">Pasta 13: 354-363</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVc2oxZ0FRbUU3elE" target="_blank" rel="noopener">Pasta 14: 364</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVZG9Ua3FONkdxQ3c" target="_blank" rel="noopener">Pasta 15: 365-366</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVbENSWGkzSVNfTG8" target="_blank" rel="noopener">Pasta 16: 367-375</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVNEpzdGJPVWE5ME0" target="_blank" rel="noopener">Pasta 17: 376-381</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVa0s5NTYtOEhNLTQ" target="_blank" rel="noopener">Pasta 18: 382</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVcVRtdjczSHVPaUU" target="_blank" rel="noopener">Pasta 19: 383-396</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVSG94Sk5JZUljbnc" target="_blank" rel="noopener">Pasta 20: 397-408</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVNEE4Rl9Ldk1lTEk" target="_blank" rel="noopener">Pasta 21: 409-420</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVc0tzekUzaGJzVVk" target="_blank" rel="noopener">Pasta 22: 422-425</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVNE5RNXZ5Ul9pOHc" target="_blank" rel="noopener">Pasta 23: 426-436</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVN2Znbmg5dS1FWjQ" target="_blank" rel="noopener">Pasta 24: 437-445</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVV0hkRWx4a2hzV28" target="_blank" rel="noopener">Pasta 25: 446-456</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVbU5xTEFpbUVJeFE" target="_blank" rel="noopener">Pasta 26: 457-463</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVUlhnTXRtM2RGWXM" target="_blank" rel="noopener">Pasta 27: 464-474</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVazRXZWpfNkU1WkU" target="_blank" rel="noopener">Pasta 28: 475-483</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVbVNBQjhBUnNLcXc" target="_blank" rel="noopener">Pasta 29: 485-497</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVdlJQREIwd0o4RDA" target="_blank" rel="noopener">Pasta 30: 499-504</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVY245VHNsZ19UNHM" target="_blank" rel="noopener">Pasta 31: 505-506</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVMHgyYV8tcjh6eDg" target="_blank" rel="noopener">Pasta 32: 507-514</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVekJLRW9SZVE5Y1U" target="_blank" rel="noopener">Pasta 33: 515-521</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVQWdINjlNTnljbVE" target="_blank" rel="noopener">Pasta 34: 522-533</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVanFQNFlfSzQ4RFU" target="_blank" rel="noopener">Pasta 35: 534-542</a><br />
&nbsp; &nbsp; <a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVVjV4RHcwdGhaNGM" target="_blank" rel="noopener">Pasta 36: 543-549</a>&nbsp; &nbsp;</p>
<h4>
GALERIAS DE IMAGENS</h4>
<div>
</div>
<div style="text-align: center;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://picasaweb.google.com/113886180969444208463/ProjetoDIGITALIZACAODOACERVOOLYMPIOBRASILIENSE02#slideshow" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" alt="Projeto do Colégio Salesiano de Vitória, 1945." border="0" height="153" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/02/382.jpg" class="wp-image-5383" title="Projeto do Colégio Salesiano de Vitória, 1945." width="400" /></a></div>
<div style="text-align: left;">
<div style="text-align: center;">
<b style="text-align: -webkit-right;"><span style="font-size: 85%;"><a href="https://picasaweb.google.com/113886180969444208463/ProjetoDIGITALIZACAODOACERVOOLYMPIOBRASILIENSE02#slideshow" target="_blank" rel="noopener">Projetos do Acervo&nbsp;Olympio Brasiliense</a></span></b></div>
</div>
<div style="text-align: left;">
<b style="text-align: -webkit-right;"><br /></b></div>
<div style="text-align: left;">
<table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"><a href="https://picasaweb.google.com/113886180969444208463/DigitalizacaoDoAcervoOlympioBrasilienseDocumentosRelacionadosComOsProjetosArquitetonicos#slideshow" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Telegrama do presidente do Estado do Espírito Santo, Florentino Avidos, solicitando resposta urgente sobre colocação de Olympio Brasiliense em Vitória, ES, [1924]." border="0" height="285" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/02/112.jpg" class="wp-image-5384" title="Telegrama do presidente do Estado do Espírito Santo, Florentino Avidos, solicitando resposta urgente sobre colocação de Olympio Brasiliense em Vitória, ES, [1924]." width="400" /></a></span></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">
<div style="text-align: left;">
<div style="text-align: center;">
<b><span style="font-size: normal;"><a href="https://picasaweb.google.com/113886180969444208463/DigitalizacaoDoAcervoOlympioBrasilienseDocumentosRelacionadosComOsProjetosArquitetonicos#slideshow" target="_blank" rel="noopener">Documentos relacionados com os projetos e o trabalho de Olympio Brasiliense</a></span></b></div>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="https://picasaweb.google.com/113886180969444208463/DigitalizacaoDoAcervoOlympioBrasilienseDocumentosRelacionadosComOsProjetosArquitetonicos#slideshow" target="_blank" rel="noopener"><br /></a></div>
<div style="text-align: left;">
</div>
</div>
<p>Visite também <a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-50-anos-de/" target="_blank" rel="noopener">Olympio Brasiliense: 50 anos de Arquitetura em Vitória</a></p>
<p>
<span style="font-size: 12.8px;">[Publicado originalmente no site Estação Capixaba em março de 2013]</span></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://3.bp.blogspot.com/-HbrU-OfnAu0/VrZLuyID0xI/AAAAAAAABGM/Mxsw2njM5yc/s1600/logos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="152" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/02/logos.jpg" class="wp-image-5385" width="640" /></a></div>
<p></p>
<p>O post <a href="https://estacaocapixaba.com.br/projeto-digitalizacao-do-acervo-olympio/">Digitalização do Acervo Olympio Brasiliense</a> apareceu primeiro em <a href="https://estacaocapixaba.com.br">Estação Capixaba</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Olympio Brasiliense: 50 anos de arquitetura em Vitória</title>
		<link>https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-50-anos-de/</link>
					<comments>https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-50-anos-de/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2016 15:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acervo]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Olympio Brasiliense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto do engenheiro Olympio Brasiliense. APRESENTAÇÃO O objeto desse estudo compreende o acervo de projetos arquitetônicos de autoria de Olympio Brasiliense, produzidos a partir de 1925, quando de &#160;sua vinda para Vitória, sendo nossa proposta a realização de inventário, pesquisa de campo preliminar no Município de Vitória, ES, e pesquisa em instituições públicas para complementação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<p></p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/-9hhbOsPkwqg/VrC6uYTdtbI/AAAAAAAAAnk/GkIITw1h-6w/s1600/260%2B%25282%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Projeto do engenheiro Olympio Brasiliense." border="0" height="512" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/02/2602B252822529.jpg" class="wp-image-5387" title="Projeto do engenheiro Olympio Brasiliense." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Projeto do engenheiro Olympio Brasiliense.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>
APRESENTAÇÃO</h3>
<p>
O objeto desse estudo compreende o acervo de projetos arquitetônicos de autoria de Olympio Brasiliense, produzidos a partir de 1925, quando de &nbsp;sua vinda para Vitória, sendo nossa proposta a realização de inventário, pesquisa de campo preliminar no Município de Vitória, ES, e pesquisa em instituições públicas para complementação de informações. Com a morte do autor, o acervo ficou sob a guarda da viúva e filha do engenheiro, que ainda o conservam, e em comum acordo com a família, desenvolveu-se esse projeto para sua divulgação e organização. A pesquisa de campo nos permitiu identificar e documentar fotograficamente a situação atual de parte significativa dos imóveis projetados, assim como confirmar localização. A pesquisa institucional envolveu o Arquivo Público do Espírito Santo, o Arquivo Geral da Prefeitura Municipal de Vitória e Secretaria Municipal de Obras. Outro recurso empregado foi a realização de entrevistas para obter-se novas pistas e informações pessoais e profissionais Finalmente, para enriquecer o Projeto apresentamos alguns documentos relacionados à vida pessoal do engenheiro, assim como algumas entrevistas e artigos. Agradecimentos especiais ao Arquivo Público do Estado do Espírito Santo, ao Arquivo Municipal de Vitória, a Ana Marta Renno, a Regina Piccin Lessa, a Ruth Alves da Silva, a Isabel Costa Moraes, a Ivan Espíndula, Aristides Navarro, a Abílio Neves e a Romeu Vieira de Menezes.</p>
<h3>
FICHA TÉCNICA DO PROJETO</h3>
<h4>
<b><br /></b></h4>
<h4>
<b>Coordenação, organização e preparação de páginas para internet</b></h4>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/maria-clara-medeiros-santos-neves-bio/" target="_blank" rel="noopener">Maria Clara Medeiros Santos Neves (Museóloga)</a></p>
<h4>
<br /><b>Pesquisa, fotografia e inventário</b></h4>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/vanessa-brasiliense-bio-bibliografia/" target="_blank" rel="noopener">Vanessa Brasiliense (Historiadora)</a></p>
<h3>
SUMÁRIO</h3>
<p><b><br /></b><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-biografia/" target="_blank" rel="noopener"><b>Olympio Brasiliense: Biografia</b></a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-imagens-pessoais-e/" target="_blank" rel="noopener"><br /></a><a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-imagens-pessoais-e/" target="_blank" rel="noopener"><b>Documentos pessoais e profissionais</b></a></p>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-50-anos-de_3/" target="_blank" rel="noopener"><b>Relatório do Projeto</b></a><br />
<b><br />
Inventário do acervo:</b><br />
<b><br /></b><br />
<a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVeHlORkN0ckFwVHc" target="_blank" rel="noopener">Plantas de situação &#8211; ID 001-073</a><br />
<a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVRXhmYllCRWRHd2s" target="_blank" rel="noopener">Documentos profissionais &#8211; ID 074-178</a><br />
<a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVMGxPLVl1NXhyWFE" target="_blank" rel="noopener">Documentos Pessoais &#8211; ID 179-230</a><br />
<a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVZWFsRTg5UWpUS2s" target="_blank" rel="noopener">Projetos arquitetônicos &#8211; ID 231-552</a></p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/mapeamento-e-registros-fotograficos-de/" target="_blank" rel="noopener">Mapeamento e registros fotográficos de projetos</a></b></p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-amostra-do-acervo/" target="_blank" rel="noopener">Amostra do acervo de projetos pertencente à família</a></b></p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-amostra-de-acervos/" target="_blank" rel="noopener">Amostra de acervos institucionais</a></b><br />
<b><br /></b><br />
<b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-artigos/" target="_blank" rel="noopener">Artigos</a></b><br />
<b><br /></b><br />
<b>Entrevistas realizadas por Vanessa Brasiliense em 2011 e 2012:</b><br />
<b><br /></b><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-entrevista-com/" target="_blank" rel="noopener">Aldezir Bachour</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-entrevista-com_1/" target="_blank" rel="noopener">Darcília Moysés</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-entrevista-com_96/" target="_blank" rel="noopener">Fernando Achiamé</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-entrevista-com_16/" target="_blank" rel="noopener">Gelson Loiola</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-entrevista-com-ivan/" target="_blank" rel="noopener">Ivan Espíndula Coutinho</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-entrevista-com_80/" target="_blank" rel="noopener">Pedro &nbsp;Maia</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-entrevista-com_83/" target="_blank" rel="noopener">Rosalina S. Brasiliense</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-entrevista-com_48/" target="_blank" rel="noopener">Zilma Rios</a><br />
<b><br /></b><br />
<b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/roteiro-cartografico-de-lembrancas/" target="_blank" rel="noopener">Roteiro cartográfico de lembranças peregrinas &#8211; Texto de Luiz Guilherme Santos Neves</a></b><br />
<b><br /></b><br />
<b><a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVYnF0S2xfNDRXRmc" target="_blank" rel="noopener"><i>A Gazeta</i>, Caderno Pensar, 06/04/2013</a></b></p>
<p>
Veja também <a href="https://estacaocapixaba.com.br/projeto-digitalizacao-do-acervo-olympio/" target="_blank" rel="noopener">Digitalização do Acervo de Olympio Brasiliense</a><br />
<span style="font-size: x-small;"><br /></span><br />
<span style="font-size: x-small;"><br /></span><br />
<span style="font-size: x-small;">[Publicado originalmente no site Estação Capixaba em fevereiro de 2013]</span></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="http://1.bp.blogspot.com/-dUenLKRSoiQ/VrDhnlAKIdI/AAAAAAAAAqg/TBsXmbcEKlY/s1600/marcas_2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="128" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/02/marcas_2.jpg" class="wp-image-5388" width="640" /></a></div>
<p>O post <a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-50-anos-de/">Olympio Brasiliense: 50 anos de arquitetura em Vitória</a> apareceu primeiro em <a href="https://estacaocapixaba.com.br">Estação Capixaba</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-50-anos-de/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Olympio Brasiliense: Acervo digitalizado</title>
		<link>https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-acervo-digitalizado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 21:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acervo]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Olympio Brasiliense]]></category>
		<guid isPermaLink="false"></guid>

					<description><![CDATA[<p>Visão parcial de projeto para residência de Cícero Moraes. Aqui você encontra arquivos PDF com 516 imagens de documentos digitalizados. Pelo Inventário geral do acervo, os projetos arquitetônicos começam a aparecer a partir do número 231, sendo antecedidos por documentos de outra natureza. Como se poderá observar, a numeração algumas vezes é interrompida devendo-se isso [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-LoUWWl5hfpQ/VrZEshVpzBI/AAAAAAAABGE/HaZ5n-Sc6KQ/s1600/C%25C3%25ADcero-Moraes.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Visão parcial de projeto para residência de Cícero Moraes." border="0" height="612" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/C25C325ADcero-Moraes.jpg" class="wp-image-5656" title="Visão parcial de projeto para residência de Cícero Moraes." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;"><span style="font-size: 12.8px;">Visão parcial de projeto para residência de Cícero Moraes.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>
Aqui você encontra arquivos PDF com 516 imagens de documentos digitalizados. Pelo Inventário geral do acervo, os projetos arquitetônicos começam a aparecer a partir do número 231, sendo antecedidos por documentos de outra natureza. Como se poderá observar, a numeração algumas vezes é interrompida devendo-se isso ao fato de não ter sido possível a digitalização de todos os itens, seja pelo estado de conservação, seja pelas grandes dimensões, já que alguns têm comprimento superior a dois metros.</p>
<p>Para melhor compreensão do acervo, inserimos em cada imagem o número de identificação no canto inferior esquerdo, o que permitirá ao visitante obter informações mais completas no inventário, cujo link incluímos na página principal do Projeto.</p>
<div align="center">
<table border="1" cellpadding="10" style="width: 40%;">
<tbody>
<tr align="left">
<td>Arquivo I:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/1-231-244.pdf" target="_blank" rel="noopener">231-244</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo II:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/2-245-255.pdf" target="_blank" rel="noopener">245-255</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo III:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/3-256-268.pdf" target="_blank" rel="noopener">256-268</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo IV:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/4-269-280.pdf" target="_blank" rel="noopener">269-280</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo V:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/5-281-289.pdf" target="_blank" rel="noopener">281-289</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo VI:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/6-290-297.pdf" target="_blank" rel="noopener">290-297</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo VII:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/7-298-303.pdf" target="_blank" rel="noopener">298-303</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo VIII:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/8-305-308.pdf" target="_blank" rel="noopener">305-308</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo IX:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/9-309-314.pdf" target="_blank" rel="noopener">309-314</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo X:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/10-315-326.pdf" target="_blank" rel="noopener">315-326</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo XI:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/11-327-339.pdf" target="_blank" rel="noopener">327-339</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XII:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/12-340-353.pdf" target="_blank" rel="noopener">340-353</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XIII:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/13-354-363.pdf" target="_blank" rel="noopener">354-363</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XIV:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/14-364.pdf" target="_blank" rel="noopener">364</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XV:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/15-365-366.pdf" target="_blank" rel="noopener">365-366</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XVI:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/16-367-375.pdf" target="_blank" rel="noopener">367-375</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XVII:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/17-376-381.pdf" target="_blank" rel="noopener">376-381</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XVIII:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/18-382.pdf" target="_blank" rel="noopener">382</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XIX:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/19-383-396.pdf" target="_blank" rel="noopener">383-396</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XX:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/20-397-408.pdf" target="_blank" rel="noopener">397-408</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XXI:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/21-409-420.pdf" target="_blank" rel="noopener">409-420</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XXII:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/22-422-425.pdf" target="_blank" rel="noopener">422-425</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XXIII:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/23-426-436.pdf" target="_blank" rel="noopener">426-436</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XXIV:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/24-437-445.pdf" target="_blank" rel="noopener">437-445</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XXV:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/25-446-456.pdf" target="_blank" rel="noopener">446-456</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XXVI:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/26-457-463.pdf" target="_blank" rel="noopener">457-463</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XXVII:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/27-464-474.pdf" target="_blank" rel="noopener">464-474</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XXVIII:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/28-475-483.pdf" target="_blank" rel="noopener">475-483</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XXIX:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/29-485-497.pdf" target="_blank" rel="noopener">485-497</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XXX:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/30-499-504.pdf" target="_blank" rel="noopener">499-504</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XXXI:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/31-505-506.pdf" target="_blank" rel="noopener">505-506</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XXXII:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/32-507-514.pdf" target="_blank" rel="noopener">507-514</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XXXIII:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/33-515-521.pdf" target="_blank" rel="noopener">515-521</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XXXIV:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/34-522-533.pdf" target="_blank" rel="noopener">522-533</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XXXV:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/35-534-542.pdf" target="_blank" rel="noopener">534-542</a></td>
</tr>
<tr align="left">
<td>Arquivo&nbsp;XXXVI:</td>
<td><a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/38539432/11-ESTA%C3%87%C3%83O%20CAPIXABA_em%20vigor/Blogger/Acervos/Olympio-Brasiliense/RELAT%C3%93RIO%20SECULT/Digitaliza%C3%A7%C3%A3o/Projetos/3_PDF%20para%20downloads/36-543-549.pdf" target="_blank" rel="noopener">543-549</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://1.bp.blogspot.com/-HbrU-OfnAu0/VrZLuyID0xI/AAAAAAAABGU/sDAL0pdXkCo/s1600/logos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="152" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/logos.jpg" class="wp-image-5657" width="640" /></a></div>
<p></p>
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		<title>Projeto Digitalização do Acervo Olympio Brasiliense &#8211; Amostra do acervo digitalizado</title>
		<link>https://estacaocapixaba.com.br/projeto-digitalizacao-do-acervo-olympio-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 20:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acervo]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Olympio Brasiliense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ID 260 &#8211; Projeto de um prédio para residência à rua Vasco Coutinho, Parque Moscoso, Vitória; ES, proprietário Cícero de Moraes, dezembro de 1945. ID 268 &#8211; Projeto de um posto de abastecimento de gasolina, óleo e acessórios para automóveis – Posto Moscoso [entre avenida Cleto Nunes, avenida Marcos de Azevedo e rua Misael Pena], [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-yN2_JpX60pM/VrZRdko3rNI/AAAAAAAABGc/6WZNgKffMos/s1600/260.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="id 260 - Projeto de um prédio para residência à rua Vasco Coutinho, Parque Moscoso, Vitória; ES, proprietário Cícero de Moraes, dezembro de 1945." border="0" height="284" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/260.jpg" class="wp-image-5716" title="id 260 - Projeto de um prédio para residência à rua Vasco Coutinho, Parque Moscoso, Vitória; ES, proprietário Cícero de Moraes, dezembro de 1945." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 260 &#8211; Projeto de um prédio para residência à rua Vasco Coutinho, Parque Moscoso, Vitória; ES, proprietário Cícero de Moraes, dezembro de 1945.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://3.bp.blogspot.com/-VWOO5VmMbws/VrZRdq3j4UI/AAAAAAAABHo/sxDvYkPMvfE/s1600/268_a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 268 - Projeto de um posto de abastecimento de gasolina, óleo e acessórios para automóveis – Posto Moscoso [entre avenida Cleto Nunes, avenida Marcos de Azevedo e rua Misael Pena], Parque Moscoso, Vitória, ES, novembro de 1930 e fevereiro de 1931." border="0" height="356" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/268_a.jpg" class="wp-image-5717" title="ID 268 - Projeto de um posto de abastecimento de gasolina, óleo e acessórios para automóveis – Posto Moscoso [entre avenida Cleto Nunes, avenida Marcos de Azevedo e rua Misael Pena], Parque Moscoso, Vitória, ES, novembro de 1930 e fevereiro de 1931." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 268 &#8211; Projeto de um posto de abastecimento de gasolina, óleo e acessórios para automóveis – Posto Moscoso [entre avenida Cleto Nunes, avenida Marcos de Azevedo e rua Misael Pena], Parque Moscoso, Vitória, ES, novembro de 1930 e fevereiro de 1931.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-m4BW6PrWjyk/VrZRdtwVjUI/AAAAAAAABHo/7qM1fRPPl8M/s1600/299_d.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 299 - Projeto de residência [modificações], Cidade Alta, praça João Clímaco, Vitória, proprietário Kosciuszko Barbosa Leão, novembro de 1952 e abril de 1953." border="0" height="352" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/299_d.jpg" class="wp-image-5718" title="ID 299 - Projeto de residência [modificações], Cidade Alta, praça João Clímaco, Vitória, proprietário Kosciuszko Barbosa Leão, novembro de 1952 e abril de 1953." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 299 &#8211; Projeto de residência [modificações], Cidade Alta, praça João Clímaco, Vitória, proprietário Kosciuszko Barbosa Leão, novembro de 1952 e abril de 1953.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-Tpx_ESJtpM4/VrZRkOL-SBI/AAAAAAAABHo/zj1rbEAZ6cI/s1600/325.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 325 - Projeto de um prédio para residência à rua Afonso Brás, Parque Moscoso, Vitória, proprietário Guilherme Santos Neves, setembro de 1938/setembro 1939." border="0" height="454" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/325.jpg" class="wp-image-5719" title="ID 325 - Projeto de um prédio para residência à rua Afonso Brás, Parque Moscoso, Vitória, proprietário Guilherme Santos Neves, setembro de 1938/setembro 1939." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 325 &#8211; Projeto de um prédio para residência à rua Afonso Brás, Parque Moscoso, Vitória, proprietário Guilherme Santos Neves, setembro de 1938/setembro 1939.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://3.bp.blogspot.com/-US8Jlrk3QoE/VrZRkELX3II/AAAAAAAABHo/yiru1BYUUss/s1600/327_a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 327 - Projeto para reconstrução de prédio à rua Duque de Caxias n. 81, Centro, Vitória, proprietário Dante Botti, julho de 1930." border="0" height="268" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/327_a.jpg" class="wp-image-5720" title="ID 327 - Projeto para reconstrução de prédio à rua Duque de Caxias n. 81, Centro, Vitória, proprietário Dante Botti, julho de 1930." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 327 &#8211; Projeto para reconstrução de prédio à rua Duque de Caxias n. 81, Centro, Vitória, proprietário Dante Botti, julho de 1930.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-9ehEHHSvWTE/VrZRkDaFurI/AAAAAAAABHo/lXfzEWi5jR4/s1600/364_a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 364 - Projeto de prédio residencial à rua Abílio Neves, São Francisco, Centro, Vitória, proprietário Mário Pretti, julho de 1950." border="0" height="408" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/364_a.jpg" class="wp-image-5721" title="ID 364 - Projeto de prédio residencial à rua Abílio Neves, São Francisco, Centro, Vitória, proprietário Mário Pretti, julho de 1950." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 364 &#8211; Projeto de prédio residencial à rua Abílio Neves, São Francisco, Centro, Vitória, proprietário Mário Pretti, julho de 1950.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://2.bp.blogspot.com/-sZ1jAgtW3zo/VrZRoPzLkJI/AAAAAAAABHo/sJAH8_GOkn4/s1600/365_c.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 365 - Projeto de um Centro de Saúde para Vitória à rua Cais de São Francisco, Parque Moscoso, proprietário Estado do Espírito Santo, outubro de 1940." border="0" height="242" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/365_c.jpg" class="wp-image-5722" title="ID 365 - Projeto de um Centro de Saúde para Vitória à rua Cais de São Francisco, Parque Moscoso, proprietário Estado do Espírito Santo, outubro de 1940." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 365 &#8211; Projeto de um Centro de Saúde para Vitória à rua Cais de São Francisco, Parque Moscoso, proprietário Estado do Espírito Santo, outubro de 1940.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-VUHDCYzmqbM/VrZRoddYlrI/AAAAAAAABHo/lEZRIY6X4nE/s1600/382_t.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 382 - Projeto do Ginásio Salesiano, Vitória, à avenida Vitória, Forte de São João, 1945." border="0" height="224" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/382_t.jpg" class="wp-image-5723" title="ID 382 - Projeto do Ginásio Salesiano, Vitória, à avenida Vitória, Forte de São João, 1945." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 382 &#8211; Projeto do Ginásio Salesiano, Vitória, à avenida Vitória, Forte de São João, 1945.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-uVxWe0e42QM/VrZRoRUHhMI/AAAAAAAABHo/BFS2GrTXbeY/s1600/425_a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 425 - Projeto de Laboratório Veterinário, Governo do Estado do Espírito Santo, julho de 1932." border="0" height="345" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/425_a.jpg" class="wp-image-5724" title="ID 425 - Projeto de Laboratório Veterinário, Governo do Estado do Espírito Santo, julho de 1932." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 425 &#8211; Projeto de Laboratório Veterinário, Governo do Estado do Espírito Santo, julho de 1932.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://2.bp.blogspot.com/-52FKrw-bAWw/VrZRvWyXogI/AAAAAAAABHo/1idaAui0r38/s1600/429.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 429 - Projeto de pequena residência para construção de uma série de casas tipo A – Projeto n. 5, Vitória, proprietário Rabello e Cia., janeiro de 1939." border="0" height="252" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/429.jpg" class="wp-image-5725" title="ID 429 - Projeto de pequena residência para construção de uma série de casas tipo A – Projeto n. 5, Vitória, proprietário Rabello e Cia., janeiro de 1939." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 429 &#8211; Projeto de pequena residência para construção de uma série de casas tipo A – Projeto n. 5, Vitória, proprietário Rabello e Cia., janeiro de 1939.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-e3n40w_5CaQ/VrZRvZnFmLI/AAAAAAAABHo/oc-vpFwaP7E/s1600/436_a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 436 - Projeto da Igreja Matriz, Paróquia Santa Rita de Cássia à rua Itabapoana [atual rua Fortunato Ramos], Praia do Canto, Vitória, 1961." border="0" height="400" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/436_a.jpg" class="wp-image-5726" title="ID 436 - Projeto da Igreja Matriz, Paróquia Santa Rita de Cássia à rua Itabapoana [atual rua Fortunato Ramos], Praia do Canto, Vitória, 1961." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 436 &#8211; Projeto da Igreja Matriz, Paróquia Santa Rita de Cássia à rua Itabapoana [atual rua Fortunato Ramos], Praia do Canto, Vitória, 1961.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://3.bp.blogspot.com/-tjfdnLIDT8g/VrZRvetBnNI/AAAAAAAABHo/FfDUg7oXavU/s1600/452.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 452 - Projeto de um prédio para residência; rua Santa Leopoldina, lotes n. 979-980-984-985 [atual rua Aleixo Neto], Praia do Canto, Vitória, proprietário Juiz Alonso Fernandes de Oliveira, abril de 1945." border="0" height="302" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/452.jpg" class="wp-image-5727" title="ID 452 - Projeto de um prédio para residência; rua Santa Leopoldina, lotes n. 979-980-984-985 [atual rua Aleixo Neto], Praia do Canto, Vitória, proprietário Juiz Alonso Fernandes de Oliveira, abril de 1945." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 452 &#8211; Projeto de um prédio para residência; rua Santa Leopoldina, lotes n. 979-980-984-985 [atual rua Aleixo Neto], Praia do Canto, Vitória, proprietário Juiz Alonso Fernandes de Oliveira, abril de 1945.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://3.bp.blogspot.com/-a9tMdNAEtMk/VrZR1Jxr0-I/AAAAAAAABHw/IRTf3l7cAkg/s1600/455.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 455 - Projeto de um prédio para residência à rua da Árvore [atual rua Eurico de Aguiar], Praia do Canto, Vitória, proprietário Jefferson Aguiar, janeiro de 1941." border="0" height="296" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/455.jpg" class="wp-image-5728" title="ID 455 - Projeto de um prédio para residência à rua da Árvore [atual rua Eurico de Aguiar], Praia do Canto, Vitória, proprietário Jefferson Aguiar, janeiro de 1941." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 455 &#8211; Projeto de um prédio para residência à rua da Árvore [atual rua Eurico de Aguiar], Praia do Canto, Vitória, proprietário Jefferson Aguiar, janeiro de 1941.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://2.bp.blogspot.com/-EJeWXrNXDsU/VrZR1ZIay-I/AAAAAAAABHw/QoZSAXQhcp0/s1600/481_a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 481 - Planta de um prédio para diversões [Praia Tênis Clube] à avenida Ordem e Progresso, atual Des. Santos Neves, Praia do Canto, Vitória, proprietário João Percy, julho de 1941." border="0" height="346" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/481_a.jpg" class="wp-image-5729" title="ID 481 - Planta de um prédio para diversões [Praia Tênis Clube] à avenida Ordem e Progresso, atual Des. Santos Neves, Praia do Canto, Vitória, proprietário João Percy, julho de 1941." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 481 &#8211; Planta de um prédio para diversões [Praia Tênis Clube] à avenida Ordem e Progresso, atual Des. Santos Neves, Praia do Canto, Vitória, proprietário João Percy, julho de 1941.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-yQomfHUnX3c/VrZR1TITKOI/AAAAAAAABHw/XlcyZNKKiJ8/s1600/515_a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 515 - Projeto da nova sede do Clube Recreativo Colatinense, Colatina, janeiro-maio de 1944." border="0" height="640" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/515_a.jpg" class="wp-image-5730" title="ID 515 - Projeto da nova sede do Clube Recreativo Colatinense, Colatina, janeiro-maio de 1944." width="588" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 515 &#8211; Projeto da nova sede do Clube Recreativo Colatinense, Colatina, janeiro-maio de 1944.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://2.bp.blogspot.com/-BxPyJ9KPIaQ/VrZR62VSqyI/AAAAAAAABHw/f3R_-xP_wPo/s1600/525.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 525 - Projeto de um mercadinho para a cidade de Guarapari, Espírito Santo, maio de 1941." border="0" height="228" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/525.jpg" class="wp-image-5731" title="ID 525 - Projeto de um mercadinho para a cidade de Guarapari, Espírito Santo, maio de 1941." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 525 &#8211; Projeto de um mercadinho para a cidade de Guarapari, Espírito Santo, maio de 1941.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-8kho4bcf0gw/VrZR66W7e8I/AAAAAAAABHw/TtYadP3XDTM/s1600/534_a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 534 - Projeto da Estação Sericícola de Vargem Alta, Espírito Santo; SATO, maio de 1932." border="0" height="262" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/534_a.jpg" class="wp-image-5732" title="ID 534 - Projeto da Estação Sericícola de Vargem Alta, Espírito Santo; SATO, maio de 1932." width="640" /></a></td>
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<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 534 &#8211; Projeto da Estação Sericícola de Vargem Alta, Espírito Santo; SATO, maio de 1932.</td>
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<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
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<td style="text-align: center;"><a href="https://2.bp.blogspot.com/-UfsQQp5KE-0/VrZR6gS3BCI/AAAAAAAABHw/o6m9hsvakxQ/s1600/539_b.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 539 - Projeto de uma residência à rua Luciano das Neves, Vila Velha, proprietário, Ewerton da Silva Guimarães, fevereiro de 1938." border="0" height="236" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/539_b.jpg" class="wp-image-5733" title="ID 539 - Projeto de uma residência à rua Luciano das Neves, Vila Velha, proprietário, Ewerton da Silva Guimarães, fevereiro de 1938." width="640" /></a></td>
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<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 539 &#8211; Projeto de uma residência à rua Luciano das Neves, Vila Velha, proprietário, Ewerton da Silva Guimarães, fevereiro de 1938.</td>
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<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
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<td style="text-align: center;"><a href="https://3.bp.blogspot.com/-jvsHWRZAX0E/VrZR7q-c4uI/AAAAAAAABHw/__V6OwUiYyc/s1600/542_d.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="ID 542 - Projeto de Posto de Serviço, Parque Industrial de São Torquato, São Torquato, Vila Velha, Espírito Santo, proprietário Dumas e Cia. Ltda., julho de 1946." border="0" height="380" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/542_d.jpg" class="wp-image-5734" title="ID 542 - Projeto de Posto de Serviço, Parque Industrial de São Torquato, São Torquato, Vila Velha, Espírito Santo, proprietário Dumas e Cia. Ltda., julho de 1946." width="640" /></a></td>
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<td class="tr-caption" style="text-align: left;">ID 542 &#8211; Projeto de Posto de Serviço, Parque Industrial de São Torquato, São Torquato, Vila Velha, Espírito Santo, proprietário Dumas e Cia. Ltda., julho de 1946.</td>
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<p></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://1.bp.blogspot.com/-HbrU-OfnAu0/VrZLuyID0xI/AAAAAAAABGU/sDAL0pdXkCo/s1600/logos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="152" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/logos-1.jpg" class="wp-image-5735" width="640" /></a></div>
<p></p>
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		<title>A experiência de construção habitacional do IBES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 20:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Teixeira de Campos Júnior]]></category>
		<category><![CDATA[EC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bairro Ibes, Vila Velha, ES. Foto Mazzei. 1- Introdução Existem dois pontos de vista muito presentes quando se discute o problema da construção de habitação popular. O primeiro, diz respeito a uma política social da habitação e o outro, segue o caminho de uma política industrial para construção habitacional.[ 1 ] No Espírito Santo, durante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
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<td style="text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-Og5fLjL0dmU/Vt78wZO6juI/AAAAAAAAF-0/_nxIdCtSNc4/s1600/tuffy_ibes.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Bairro Ibes, Vila Velha, ES. Foto Mazzei." border="0" height="465" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/tuffy_ibes.jpg" class="wp-image-5779" title="Bairro Ibes, Vila Velha, ES. Foto Mazzei." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Bairro Ibes, Vila Velha, ES. Foto Mazzei.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h4>
1- Introdução</h4>
<p>
Existem dois pontos de vista muito presentes quando se discute o problema da construção de habitação popular.</p>
<p>O primeiro, diz respeito a uma política social da habitação e o outro, segue o caminho de uma política industrial para construção habitacional<span id="IBES_RP1V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP1" title="Dentre outros que comungam desses pontos de vistas veja: PEREIRA, P.C.X. Espaço, Técnica e Construção. São Paulo. FFLCH da USP, Tese de Mestrado, 1984; BOLAFFI, G. 'A Questão Urbana, Produção de habitações, Construção Civil e Mercado de Trabalho'. In Novos Estudos. Cebrap, V. 2,1, São Paulo, abril de 1983, p.p. 61-68."><sup><b>[ 1 ]</b></sup></a></p>
<p>No Espírito Santo, durante o início da década de 50, a política de habitação implantada pelo governo seguia no sentido de reunir essas duas tendências do debate, numa única proposta para tratar o problema. Teve caráter social e preocupação com o aprimoramento técnico no processo construtivo. O Governo do Estado havia criado o IBES (Instituto do Bem Estar Social), que tinha como principal finalidade, construir habitações a baixo custo para a população carente do Estado.</p>
<p>A política que criou o IBES, via a questão habitacional como atribuição do Estado, e como algo que estava distante das soluções empresariais de mercado. Razão pela qual o IBES produzia material de construção, construía e financiava habitações a juros, prestações e prazos fixos, tornando esse bem acessível a uma grande faixa da população<span id="IBES_RP2V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP2" title="A respeito da produção própria de materiais de construção do IBES: “Mensagem apresentada por Jones dos Santos Neves à Assembleia Legislativa”, 1954 (p. 314); sobre as atribuições do IBES, dentre as quais a de construir por administração direta, e a de financiar as habitações com juros, prestações e prazos fixos verifique: a 'Lei Estadual n° 627de 22 de fevereiro de 1952' que criou o Instituto."><sup><b>[ 2 ]</b></sup></a></p>
<p>Durante a construção do &#8220;Núcleo Residencial Alda Santos Neves&#8221;, que ficou conhecido como bairro do IBES, observou-se o uso de medidas técnicas e alternativas racionais até então pouco usuais em nossas edificações. Testou-se o uso de telhas francesas de cimento, e empregaram-se em larga escala blocos pré-moldados. Sendo todos esses materiais oriundos de fabricação própria.</p>
<p>Os blocos pré-moldados tinham a finalidade de reduzir o preço final da habitação em função do baixo custo da areia usada na sua fabricação, da produção em escala, e do aumento da produtividade que poderia ser alcançado na execução das edificações, em razão do uso racional dos três tipos de blocos fabricados &#8211; um para fundação, um para alvenaria e outro para arremate<span id="IBES_RP3V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP3" title="Supomos que os materiais de construção fabricados pelo IBES tinham baixo custo. A areia era extraída próximo ao local das construções e junto da fábrica. O cimento, uma parte era fornecido a preço de custo pela fábrica de Cachoeiro de Itapemirim, que pagava seus impostos em cimento, a preço de custo. Uma outra quantidade do produto provinha de importações feitas pelo Estado."><sup><b>[ 3 ]</b></sup></a></p>
<p>A experiência do IBES foi, efetivamente, importante para o tratamento da questão habitacional. Fugiu das regras da construção habitacional, conforme as leis do mercado e apresentou, mesmo com certos limites, preocupação em conseguir ganhos de produtividade através do uso de técnicas construtivas mais racionais. Admite-se, que sua orientação foi muito mais apropriada do que o tratamento que até bem pouco tempo atrás era dado ao problema da habitação.</p>
<h4>
2 – A Década de 50 no Espírito Santo e a criação do IBES</h4>
<p>
Se por um lado, considera-se que a política para o setor não deve estar submetida às leis do mercado, pelo menos no tratamento a ser dado à moradia da população de menor poder aquisitivo, por outro, a construção civil deve passar por um processo de aprimoramento técnico de forma a alcançar progressivos ganhos de produtividade. Desse modo, a discussão deve começar objetivando entender a criação do IBES. Saber quais foram as condições que favoreceram o seu aparecimento e a prática de sua política.</p>
<p><b>2.1- O ritmo da dinâmica sócio-econômica do Espírito Santo e a preocupação industrializante do governo: a origem do IBES.</b></p>
<p>É importante situar o Espírito Santo no contexto da dinâmica nacional para conhecer a sua posição relativa frente aos estados desenvolvidos do país e saber que nem sempre os interesses constituídos em torno da produção do seu espaço, se assemelham com os de outras regiões.</p>
<p>No Espírito Santo, por razões do nosso contexto histórico de formação, que não cabe aqui discutir, a década de 50 n.io tem semelhanças com o que se passou em São Paulo. A referência diz respeito à industrialização já presente naquele Estado, à concentração urbana, ao mercado de trabalho, e à dinâmica empresarial do mercado de terras urbanas e da construção civil, considerada já um ramo Industrial.</p>
<p>Em São Paulo, grande parte da produção de moradias populares era feita por empresas de construção, que depois alugavam os imóveis obtendo elevada lucratividade. No Espírito Santo, esse fenômeno não foi encontrado. O provimento habitacional ficava a cargo de uns poucos construtores instrutores e das modestas realizações dos institutos de aposentadorias e pensões, sem que qualquer empreendimento de porte, semelhante às vilas operárias fossem feitos. A população de baixa renda, sem alternativa de ser atendida pelo mercado formal de produção de moradias, invadia as áreas públicas &#8211; os mangues e morros.</p>
<p>A indústria não tinha expressão e nem as cidades concentravam excessivos contingentes populacionais. A participação da indústria na geração da renda interna do Espírito Santo era de apenas 7,1%<span id="IBES_RP4V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP4" title="BANDES - Alguns Indicadores Econômicos e Sociais do Espírito Santo. Vitória, 1972. (P 29)."><sup><b>[ 4 ]</b></sup></a> Esse indicador, mesmo de pequena expressão, pouco tem a ver com a atividade urbana da Grande Vitória.</p>
<p>A indústria capixaba sempre foi uma atividade concentrada em poucos ramos de produção. Em 1949, só para se ter uma indicação, o ramo &#8220;produtos alimentares&#8221; concentrava 76,69% do valor da produção da indústria e 36% do número de operários<span id="IBES_RP5V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP5" title="NEP - Alguns Aspectos do Desenvolvimento Econômico do Espírito Santo -1930/1970. Vitória, 1984, (P. 92 e 97)."><sup><b>[ 5 ]</b></sup></a> E se for feita a decomposição desse ramo, nesse mesmo período, vê-se que ao sub-ramo denominado &#8220;beneficiamento, torrefação e moagem dos produtos alimentares&#8221; correspondia 79% do valor da produção e 49% do número de operários do ramo produtos alimentares<span id="IBES_RP6V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP6" title="NEP. Idem, (P. 92 e 97)."><sup><b>[ 6 ]</b></sup></a> O que possibilita provar que a indústria no Espírito Santo, por volta de 50, resumia-se ao beneficiamento do café, atividade comumente situada nas fazendas e em pequenas cidades do interior. Portanto, correspondia muito mais a uma atividade rural do que propriamente urbana com localização na capital.</p>
<p>Apesar de ao comércio/serviços corresponder, no período, a geração de 42,6% da renda interna do Estado, a população capixaba era eminentemente rural<span id="IBES_RP7V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP7" title="BANDES, op. cit, p. 29."><sup><b>[ 7 ]</b></sup></a> 80% dos habitantes do Espírito Santo estavam no campo. E a Grande Vitória concentrava 41% do contingente urbano<span id="IBES_RP8V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP8" title="F.J.S.N. Estrutura Demográfica do Espírito Santo 1940/2000 e IBGE. Censos Demográficos.
"><sup><b>[ 8 ]</b></sup></a> O Espírito Santo vivia da agricultura, em particular da produção cafeeira, o principal produto gerador da renda do Estado. Não havia, no entanto, qualquer semelhança com a dinâmica presente no Estado de São Paulo, onde a atividade urbano-industrial já estava consolidada.</p>
<p>A diferença de ritmo da dinâmica do Espírito Santo em relação aos estados desenvolvidos do país foi o motivo da ação industrial do Governo Estadual na administração 1951/54. E no bojo dessa ação governamental é que nasce, como medida acessória, o projeto de criação do IBES.</p>
<p>Jones dos Santos Neves, então governador eleito, imprime em seu plano de governo a tarefa de colocar o Espírito Santo no compasso dos estados desenvolvidos do país. Por dois motivos: o Espírito Santo, segundo esse governante, não podia mais se sustentar na monocultura cafeeira. As crises, ao longo da nossa história, que colocavam a economia do Estado ao sabor das oscilações da conjuntura internacional, foram motivos para que se pensasse na diversificação econômica do Estado. O outro motivo complementar, é que a conjuntura apontava para a alternativa econômica de promover o desenvolvimento da indústria no Estado<span id="IBES_RP9V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP9" title="Mensagem...Op. cit, (P. 4)."><sup><b>[ 9 ]</b></sup></a> A política de Getúlio Vargas, construindo as indústrias de base no país, facilitaria a ação de Jones para que também lançasse seu plano de industrialização do Espírito Santo.</p>
<p>Para chegar ao governo, no entanto, Jones precisou fazer algumas alianças. Estava com o seu partido, o PSD, rachado. Havia perdido eminentes líderes como Atílio Vivacqua que, saindo do PSD, filiou-se ao PR, assim como Asdrubal Soares, que foi para o PSP. Todos unidos em torno da UDN, somando um grupo de nove partidos, lançam-se para enfrentar o PSD. Jones não teve alternativa senão buscar a aproximação com o PTB, único partido que, naquele momento, podia somar com o PSD<span id="IBES_RP10V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP10" title="ZORZAL e SILVA, M. Espirito Santo: Estado, Interesses e Poder. Rio de Janeiro, Fundação Getúlio Vargas, Tese de Mestrado, 1986 (P. 394-398)."><sup><b>[ 10 ]</b></sup></a></p>
<p>A aproximação de líderes do PSD como Carlos Lindenberg e de Jones Santos Neves com Getúlio Vargas desde o período da interventoria, quando esse último foi interventor no Espírito Santo, facilitou a aproximação do PSD local com o PTB. Essa aproximação, portanto, dá um colorido mais forte ao programa de Jones às condutas trabalhistas<span id="IBES_RP11V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP11" title="A respeito da Conduta Trabalhista veja: 'Programa do Candidato: discurso preferido na seção de encerramento da convenção do PSD em Vitória, julho de 1950'. In Jones dos Santos Neves a serviço do Espírito Santo. (Discurso). (P. 261)."><sup><b>[ 11 ]</b></sup></a></p>
<p>A política de criação do IBES, desenvolvida por Jones dos Santos Neves, com todo o seu cunho social, fechava com a direção trabalhista do seu aliado político. Mesmo que, em nível local, essa política não pudesse constituir- se em um instrumento populista<span id="IBES_RP12V">,</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP12" title="A prática populista sempre funcionou nos principais centros do país no propósito de conquistar o voto do eleitor urbano, que já era significativo a partir da década de 30. A criação de mecanismos para prover a população de moradias funcionou como moeda de troca pelo voto urbano. Entende-se que a criação do IBES no Espírito Santo não teve caráter populista, mesmo sabendo que a política habitacional de Getúlio tinha essa orientação. (Cf. AZEVEDO, S. e ANDRADE, L. A. G. Habitação e Poder. R.J, Zahar, 1982, p. 35 e Cf. BONDUKI, N. Origens da Habitação Social do Brasil. São Paulo, Estação Paraíso/FAPESP, 1998). No Espírito Santo não houve nesse período, por qualquer motivo, reivindicações da sociedade civil pressionando o Estado para realizar construção habitacional. Seriam mais vantajosas politicamente as iniciativas dirigidas para o campo, onde estava a produção e o maior efetivo populacional, do que as intervenções na cidade. A respeito da afirmação anterior acerca da falta de manifestação da sociedade civil sobre a política habitacional fizemos uma pesquisa específica nos principais jornais de Vitória no período 1950 a 1954 o que nos faz sustentar a afirmação feita."><sup><b>[ 12 ]</b></sup></a> tal qual era usada nos Estados urbanizados do país, ela foi uma resposta ao apoio prestado pelo PTB ao PSD, na eleição de 50.</p>
<p>Soma-se à direção trabalhista que vai dar, por um lado o motivo para a criação do IBES, as razões de ordem acessórias que vão juntar-se à política industrial então planejada. Era preciso, para que o Estado se industrializasse, que fossem criadas as chamadas condições gerais de produção<span id="IBES_RP13V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP13" title="A esse respeito veja as considerações de LAMPARELLI e outros. Nota Introdutória Sobre a Construção de um Objeto de Estudo: O Urbano. In A Questão Urbana e os Serviços Públicos. Estudos Fundap n. 1. São Paulo, ano 1 n. 1, 1983 (p.4- 27), assim como as de HARVEY. D. 'O Trabalho, o Capital e o Conflito de Classes em Torno do Ambiente Construído nas Sociedades Capitalistas Avançadas.' In Espaço e Debates. N.° 6. S. Paulo Jun./Set. 1982 (P. 6 - 35)."><sup><b>[ 13 ]</b></sup></a> E a construção habitacional é uma dessas condições, ligadas à reprodução da força de trabalho, sem falar, ainda, no outro fato, que vai reforçar a iniciativa de dar tratamento às carências na área habitacional.</p>
<p>O Estado, como vimos, era eminentemente rural. Seria preciso a formação do mercado de trabalho dos centros urbanos para que a indústria pudesse ser implantada. Tudo leva a crer que, para a formação do mercado de trabalho, uma política habitacional que funcionasse, contribuiria muito.<br />
<b><br /></b><br />
<b>2.2. Um “atraso” histórico que favoreceu as políticas social e industrial na construção de moradias</b></p>
<p>Se, por um lado, a dinâmica histórica em que se encontrava o Espírito Santo, em relação aos estados desenvolvidos do país, constituía-se em um tipo de desigualdade econômica e social, por outro lado, criava condições para o desenvolvimento de uma política habitacional mais consequente.</p>
<p>Não resta dúvida que a política habitacional que criou o IBES fazia parte de uma política mais ampla, que pretendia lançar as bases da indústria no Estado. E que, a mesma política habitacional tenha sido viabilizada também como resultado de um acordo político, que pudesse buscar, não só as simpatias do PTB local, mas a de seu líder nacional. Isso, porém, não é o acontecimento mais relevante desta discussão, o fato de o IBES ter sido um meio e não um fim. O que nos interessa é como o IBES pode tratar o problema da habitação popular da época, unindo as políticas social e industrial na construção de moradias.</p>
<p>Nesse sentido é que a questão do &#8220;atraso&#8221; histórico do “atraso” histórico do Espírito Santo torna-se o elemento relevante na explicação. Considerando que a produção habitacional faz parte de um conjunto de interesses<span id="IBES_RP14V">,</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP14" title="HARVEY, Op.cit."><sup><b>[ 14 ]</b></sup></a> tem-se que considerar que na década de 50, quando o IBES foi criado, esses interesses não estavam ainda conformados. E, consequentemente, Mias respectivas influências frente ao poder local, possivelmente, pouco ou nenhum efeito faziam.</p>
<p>Não se pode afirmar que Vitória possuísse, nesse período, um mercado de terras urbanas e que a construção civil (edificações) Já fosse um ramo empresarial com mercado próprio<span id="IBES_RP15V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP15" title="CAMPOS JR. C. T. Novo Arrabalde. Vitória, PMV, Secretaria Municipal de Cultura, 1996. Nesse período começaram a ser feitos os primeiros edifícios pai a aluguel em Vitória. A formação plena do mercado vai se dar com a forma de construção por incorporação que encontrará o seu estágio mais desenvolvido na segunda metade dos anos 70."><sup><b>[ 15 ]</b></sup></a> As condições históricas particulares do Espírito Santo, como vimos, mostram um Estado essencialmente agrícola, apoiado na cafeicultura. A quase totalidade de sua população habitava o campo, com apenas 20% desse total residindo nas áreas urbanas.</p>
<p>A população urbana da Grande Vitória – composta pelos municípios de Vitória, Vila Velha, Cariacica, Viana e Serra –, compreendia 82.827 pessoas. Vitória era o município mais populoso dessa região e, no entanto, possuía apenas 50.415 habitantes na sua área urbana<span id="IBES_RP16V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP16" title="FJSN. Op. Cit."><sup><b>[ 16 ]</b></sup></a> Isso significa dizer que mesmo sendo a sede político-administrativa do governo, com o principal porto do Estado, Vitória ainda não tinha conseguido o dinamismo capaz de criar condições para o desenvolvimento da construção civil (edificações), de forma empresarial plena. E da mesma forma, a terra ainda não tinha se tornado um bem escasso, possuidor de um mercado.</p>
<p>Basta ver que o objetivo do governador Jones dos Santos Neves, de dar cobertura aos gastos do Estado com a criação do Bairro de Bento Ferreira, por intermédio da venda de lotes, não foi de imediato bem- sucedido<span id="IBES_RP17V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP17" title="Jornal A Tribuna, de 14 de dezembro de 1952. O Enterro de Bento Ferreira (p. 1)."><sup><b>[ 17 ]</b></sup></a> Não faltam outros exemplos. O Bairro de Camburi foi objeto de um importante empreendimento imobiliário, em 1928, mas sem sucesso<span id="IBES_RP18V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP18" title="Para fazer propaganda de um loteamento que ali lançavam, seus promotores criaram um jornal com essa finalidade. Para surpresa dos empresários, o empreendimento imobiliário faliu e o jornal prosperou. Hoje é o jornal de maior circulação no Estado. Cf. Jornal A Gazeta, de 11 de setembro de 1974."><sup><b>[ 18 ]</b></sup></a> Existiam, portanto, naquela época como se pode verificar, alternativas de empreendimentos mais rentáveis do que a terra urbana.</p>
<p>As construções de moradias da classe média eram geralmente constituídas de casas térreas, feitas por encomendas aos construtores para que seus donos pudessem morar, raramente alugar. Não havia a prática de pessoas fazerem casas para vender.</p>
<p>Além dessa solução de construção de moradia, verificamos o caso dos institutos de aposentadorias e pensões que possuíam suas carteiras prediais. Nesse caso, empreitavam a construção de algum conjunto de residências. Foi, porém, inexpressiva essa prática antes da década de 50. Há notícias somente da construção de casas efetuadas pelo IAPI, no Bairro do Horto, em Vitória.</p>
<p>A atividade de construção empresarial resumia-se na realização de obras públicas. A mais importante foi a construção do porto, que dada a sua complexidade e porte, acabou por ser realizada por firmas de fora. Resultado: interesses da construção ainda não tinham se conformado na direção do ramo de edificação.</p>
<p>Cabia ao Estado, como modestamente vinha fazendo, a tarefa de dar respostas para as carências habitacionais<span id="IBES_RP19V"></span>.<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP19" title="Historicamente cabe referência às realizações de Jerônimo Monteiro (1908-1912) e Florentino Avidos (1924-1928) na construção de moradias. Tanto um quanto o outro fizeram moradias principalmente para funcionários públicos. Florentino Avidos construiu também moradias para trabalhadores no bairro Jucutuquara (Monteiro, 1912 e Avidos, 1928)."><sup><b>[ 19 ]</b></sup></a> Com a criação do IBES, um órgão estadual que tinha como principal finalidade construir habitação popular, o governo foi mais objetivo. E cabe assinalar, que não havia interesses plenamente formados, com expressiva força política que viviam da produção de moradias e da apropriação dos espaços das cidades. A habitação ainda não se constituía em um negócio para o proprietário da terra, em um elemento de maior lucratividade para a empresa construtora, e nem uma possibilidade de obtenção de elevadas taxas de juros por parte do setor bancário. As indústrias de materiais de construção, provavelmente, não viam Vitória como um mercado atrativo<span id="IBES_RP20V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP20" title="Era comum na época os construtores, que eram poucos em Vitória, terem suas próprias marcenaria, serralheria ou até mesmo fábrica de tijolos e de cal feito de conchas. O construtor David Teixeira possuía marcenaria nas imediações do Parque Moscoso onde mais tarde foi construído o colégio Agostiniano (Cf. CAMPOS JR. C.T. O Capitalismo se Apropria do Espaço. A Construção Civil em Vitória. São Paulo, Tese de doutorado, FAU-USP, 1993."><sup><b>[ 20 ]</b></sup></a> Tudo isso dava ao Governo do Estado um maior grau de liberdade, se tomava por determinação intervir na área da habitação popular.</p>
<p>Tendo, portanto, pela frente a meta de dar tratamento à situação habitacional da época, o Governo pode, de fato, realizar uma política social nessa área. Produzir habitação para a população de baixa renda era prioridade, sem preocupação com terceiros que, por ventura, buscassem favorecimento por intermédio dessa iniciativa.</p>
<p>O Governo destinou, inicialmente, verba para o IBES e deu garantia para que o órgão contraísse empréstimos a juros que na época variavam em torno de 6% ao ano. Como medida complementar, elevou a alíquota do imposto de transmissão &#8220;inter-vivos&#8221; e &#8220;causa-mortis&#8221; em 1%, destinando essa arrecadação para o Instituto<span id="IBES_RP21V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP21" title="Lei Estadual n° 627 de 22 de fevereiro de 1952."><sup><b>[ 21 ]</b></sup></a></p>
<p>Também estabeleceu prazo fixo para o período de amortização das dívidas contraídas por aqueles que adquiriam as casas construídas pelo IBES, assim como fixou as prestações e os juros que amortizavam esses contratos mensalmente<span id="IBES_RP22V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP22" title="Cf. Os contratos de vendas de imóveis realizados pelo IBES."><sup><b>[ 22 ]</b></sup></a> Não havia a pressão inflacionária que se está acostumado a ver hoje, nem a usura dos bancos, requerendo altas taxas de juros. Os terrenos, diga-se de passagem, representavam valores quase insignificantes no cômputo do custo habitacional.</p>
<p>Teve condições ainda, o IBES, de produzir material para suas <span id="IBES_RP23V">construções</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP23" title="Cf. a nota 2."><sup><b>[ 23 ]</b></sup></a> e usá-lo adequadamente, visto que os projetos arquitetônicos das casas estavam adaptados ao emprego do material, possibilitando um processo construtivo mais racional<span id="IBES_RP24V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP24" title="A maior rapidez na construção por conta do emprego dos blocos de concreto, aumentava a produtividade e significava redução de custo da moradia."><sup><b>[ 24 ]</b></sup></a> Buscava-se, ainda, redução de custo das unidades produzidas, através do barateamento que se alcançava com a produção de materiais – além de serem produzidos em escala, não havia o lucro pago pelo proprietário da moradia ao comerciante que, normalmente, existiria se o material fosse produzido por uma empresa. Isso era mais fácil de acontecer porque o mercado de Vitória ainda não estava tomado pelas indústrias privadas produtoras de materiais de construção. Muitos materiais eram difíceis de serem obtidos, razão pela qual o Estado também se via na obrigação de produzi-los, quando não subsidiá-los<span id="IBES_RP25V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP25" title="Lembra-se aqui, para registrar, a importância da participação do Estado nas atividades empresariais da implantação de um parque industrial no Sul do Estado, efetuada pelo governo, na administração Jerônimo Monteiro (1908-12). Cf. BITTENCOURT. G. Esforço Industrial na República do Café. Vitória, Fundação Ceciliano Abel de Almeida, 1982."><sup><b>[ 25 ]</b></sup></a></p>
<p>Seguindo essa mesma linha de raciocínio, foi facultado ao IBES construir por administração direta na medida que tivesse dificuldade de empreitar suas obras. Poderia- se cortar do custo da moradia, o componente lucro do empreiteiro. E desse modo, reduzir, ainda mais, o custo da moradia caso se optasse pela construção feita diretamente pelo IBES<span id="IBES_RP26V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP26" title="Apesar de ter ocorrido em número reduzido, o IBES também fez construções por administração direta. (Informações obtidas de depoimento da Dra. Maria Elvira Coelho, ex-funcionária do órgão, em 1987)."><sup><b>[ 26 ]</b></sup></a></p>
<p>As considerações feitas anteriormente nos mostram que o surgimento do IBES teve todo um contexto favorável, possibilitando que sua prioridade fosse a habitação e não quaisquer outros interesses envolvidos na produção de moradia. Esse foi o motivo que abriu espaço para que o IBES tivesse uma política social e uma preocupação com o processo construtivo mais racional.</p>
<h4>
3 &#8211; A recuperação do “atraso”: as novas articulações do ES com a dinâmica nacional. O retrocesso das políticas social e industrial na construção</h4>
<p>
Transpondo as décadas de 50 e 60, o Espírito Santo passa por profundo processo de transformação na sua estrutura produtiva &#8211; a agricultura vai cedendo lugar à indústria e ao comércio. A organização do espaço nas regiões produtoras agrícolas é rompida e conformada de outra maneira, vindo a ter os centros urbanos grande peso na nova ordem espacial. Cabe destacar a Grande Vitória, Cachoeiro de Itapemirim, Linhares, Colatina e Nova Venécia como importantes centros polarizadores no Estado.</p>
<p>Essa mudança é o reflexo do novo ritmo da dinâmica do Espírito Santo combinado ao contexto nacional. Não pode mais ser ele visto somente como Estado agrícola, mas como portador de uma economia moderna, importante para o desenvolvimento nacional.</p>
<p>Se antes da década de 60 víamos uma agricultura fundada na pequena propriedade e impulsionada pelo trabalho familiar, esse quadro se modificou no período recente. A concentração fundiária cresceu muito, no Estado, e a agricultura veio a ser objeto de grandes empresas agrícolas. É o resultado do desdobramento, no Estado, de programas federais como o da promoção da pecuária extensiva (1970-75), o programa de reflorestamento, Pro- álcool e o replantio do café a partir do início dos anos 70.</p>
<p>Esses programas alteraram, não só a estrutura fundiária, como também as relações de trabalho. E mesmo hoje, apesar de o Espírito Santo ser um dos estados da federação onde a propriedade da terra é das menos concentradas, foi também um dos estados que apresentaram maiores índices de concentração nesse mesmo período<span id="IBES_RP27V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP27" title="I.J.S.N. P.D.R.I. - Região - Programa IV - Linhares. 1983."><sup><b>[ 27 ]</b></sup></a></p>
<p>Para as áreas urbanas, em especial a Grande Vitória, convergiam expressivos contingentes populacionais. A sua taxa média geométrica de crescimento ficou em torno de 7%, tanto na década de 50 como na de 60<span id="IBES_RP28V">.</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP28" title="F.J.S.N. Op.cit."><sup><b>[ 28 ]</b></sup></a> Todo esse quadro de mudanças serviu para colocar a habitação no rol dos produtos mais lucrativos do mercado.</p>
<p>Se antes de 60 produzir habitação popular era uma atribuição do Estado, sem fins lucrativos, no período seguinte, essa prática veio a se transformarem um negócio empresarial regido pelas leis do mercado. O Estado cede lugar de produtor direto desse bem para as empresas, que se formam com essa finalidade.</p>
<p>O mercado de trabalho urbano já está formado a essa altura dos acontecimentos e o &#8220;atraso&#8221; histórico por que passava o Estado tinha sido superado. De acordo com Francisco de Oliveira<span id="IBES_RP29V">,</span><a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP29" title="OLIVEIRA, F. “Acumulação Monopolista, Estado e Urbanização: A nova qualidade do conflito de classe”. In Contradições Urbanas e Movimentos Sociais. RJ Paz e Terra, 1978."><sup><b>[ 29 ]</b></sup></a> as relações capitalistas de produção tinham penetrado em todos os pontos do território nacional.</p>
<p>Se na produção de habitações predominava na escala privada a destinação para o uso e na construção pública a destinação sem fins lucrativos, onde o Estado, até mesmo fabricava materiais de construção, não podemos dizer o mesmo hoje. A produção habitacional tornou-se algo fragmentário, conformador de um conjunto de atores, com interesses, ora coincidentes, ora divergentes envolvendo – o proprietário da terra, as empresas construtoras, a indústria de materiais de construção, o incorporador e o sistema financeiro, dentre outros. Cada qual procurando obter seus benefícios.</p>
<p>A partir desse conjunto de interesses, priorizar a construção habitacional para a população de baixa renda tornou-se proibitivo. Resultado: a destinação social da política habitacional ficou relegada a segundo plano.</p>
<p>A própria experiência do IBES perde importância depois dos anos 60. A expansão inflacionária tornou o dinheiro cada dia mais caro, impedindo pagamento das prestações dos imóveis por parte daqueles que não tinham seus rendimentos corrigidos conforme a inflação.</p>
<p>A grande procura pela terra urbana elevou o preço dos imóveis, tornando-os objetos de especulação. A participação do preço da terra no preço de venda da habitação cresceu muito. A fabricação de materiais de construção deslocou-se da órbita do Estado. A racionalidade ficou limitada aos interesses individuais de cada ator interessado na produção habitacional. A ideia de conjunto na construção foi destruída e o progresso da técnica, nesse ramo, não acompanhou, na mesma proporção, o que acontecia nos outros ramos industriais.</p>
<h4>
<br />4. Considerações finais</h4>
<p>
A redução no custo da construção através de ganhos de produtividade se faz lidando com a organização do trabalho e o aprimoramento técnico no processo produtivo, diz a teoria. No caso da construção de moradias, o projeto possui um peso importante nisso, porque para cada moradia (ela difere do produto serial da fábrica) são necessários ajustes tanto na organização do trabalho quanto no uso dos materiais e técnicas. E o projeto funciona como concepção de uma solução estética, funcional e técnica para a produção da casa.</p>
<p>Na moradia do IBES havia essa orientação de caráter técnico, que só recentemente vem sendo tomada pelas empresas, para atender às demandas de faixa de mercado. Por que só recentemente, nos anos 90? Isso é motivo para uma outra discussão.</p>
<p>O que interessa é que a concepção de política habitacional, presente na experiência do IBES encontrou condições históricas favoráveis para ser criada. E o que é mais importante, introduziu no Espírito Santo uma orientação que já é hoje aceita &#8211; unir preocupação social com avanço técnico no tratamento da questão habitacional para a população de menor poder aquisitivo.</p>
<p>
_____________________________</p>
<h4>
NOTAS</h4>
<p></p>
<div id="IBES_RP1">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP1V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 1 ]</b></sup></a>&nbsp;Dentre outros que comungam desses pontos de vistas veja: PEREIRA, P.C.X. <i>Espaço, Técnica e Construção</i>. São Paulo. FFLCH da USP, Tese de Mestrado, 1984; BOLAFFI, G. “A Questão Urbana, Produção de habitações, Construção Civil e Mercado de Trabalho”. In<i> Novos Estudos</i>. Cebrap, V. 2,1, São Paulo, abril de 1983, p.p. 61-68.</div>
<div id="IBES_RP2">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP2V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 2 ]</b></sup></a>&nbsp;A respeito da produção própria de materiais de construção do IBES: “Mensagem apresentada por Jones dos Santos Neves à Assembleia Legislativa”, 1954 (p. 314); sobre as atribuições do IBES, dentre as quais a de construir por administração direta, e a de financiar as habitações com juros, prestações e prazos fixos verifique: a “Lei Estadual n° 627de 22 de fevereiro de 1952” que criou o Instituto.</div>
<div id="IBES_RP3">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP3V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 3 ]</b></sup></a>&nbsp;Supomos que os materiais de construção fabricados pelo IBES tinham baixo custo. A areia era extraída próximo ao local das construções e junto da fábrica. O cimento, uma parte era fornecido a preço de custo pela fábrica de Cachoeiro de Itapemirim, que pagava seus impostos em cimento, a preço de custo. Uma outra quantidade do produto provinha de importações feitas pelo Estado.</div>
<div id="IBES_RP4">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP4V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 4 ]</b></sup></a>&nbsp;BANDES &#8211; <i>Alguns Indicadores Econômicos e Sociais do Espírito Santo</i>. Vitória, 1972. (P 29).</div>
<div id="IBES_RP5">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP5V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 5 ]</b></sup></a>&nbsp;NEP &#8211; <i>Alguns Aspectos do Desenvolvimento Econômico do Espírito Santo -1930/1970</i>. Vitória, 1984, (P. 92 e 97).</div>
<div id="IBES_RP6">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP6V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 6 ]</b></sup></a>&nbsp;NEP. Idem, (P. 92 e 97).</div>
<div id="IBES_RP7">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP7V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 7 ]</b></sup></a>&nbsp;BANDES, op. cit, p. 29.</div>
<div id="IBES_RP8">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP8V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 8 ]</b></sup></a>&nbsp;F.J.S.N. <i>Estrutura Demográfica do Espírito Santo 1940/2000</i> e IBGE. <i>Censos Demográficos</i>.</div>
<div id="IBES_RP9">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP9V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 9 ]</b></sup></a>&nbsp;<i>Mensagem</i>&#8230;Op. cit, (P. 4).</div>
<div id="IBES_RP10">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP10V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 10 ]</b></sup></a>&nbsp;ZORZAL e SILVA, M. <i>Espirito Santo: Estado, Interesses e Poder</i>. Rio de Janeiro, Fundação Getúlio Vargas, Tese de Mestrado, 1986 (P. 394-398).</div>
<div id="IBES_RP11">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP11V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 11 ]</b></sup></a>&nbsp;A respeito da Conduta Trabalhista veja: “Programa do Candidato: discurso preferido na seção de encerramento da convenção do PSD em Vitória, julho de 1950&#8243;. In <i>Jones dos Santos Neves a serviço do Espírito Santo</i>. (Discurso). (P. 261).</div>
<div id="IBES_RP12">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP12V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 12 ]</b></sup></a>&nbsp;A prática populista sempre funcionou nos principais centros do país no propósito de conquistar o voto do eleitor urbano, que já era significativo a partir da década de 30. A criação de mecanismos para prover a população de moradias funcionou como moeda de troca pelo voto urbano. Entende-se que a criação do IBES no Espírito Santo não teve caráter populista, mesmo sabendo que a política habitacional de Getúlio tinha essa orientação. (Cf. AZEVEDO, S. e ANDRADE, L. A. G. <i>Habitação e Poder</i>. R.J, Zahar, 1982, p. 35 e Cf. BONDUKI, N. <i>Origens da Habitação Social do Brasil</i>. São Paulo, Estação Paraíso/FAPESP, 1998). No Espírito Santo não houve nesse período, por qualquer motivo, reivindicações da sociedade civil pressionando o Estado para realizar construção habitacional. Seriam mais vantajosas politicamente as iniciativas dirigidas para o campo, onde estava a produção e o maior efetivo populacional, do que as intervenções na cidade. A respeito da afirmação anterior acerca da falta de manifestação da sociedade civil sobre a política habitacional fizemos uma pesquisa específica nos principais jornais de Vitória no período 1950 a 1954 o que nos faz sustentar a afirmação feita.</div>
<div id="IBES_RP13">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP13V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 13 ]</b></sup></a>&nbsp;A esse respeito veja as considerações de LAMPARELLI e outros. Nota Introdutória Sobre a Construção de um Objeto de Estudo: O Urbano. In A <i>Questão Urbana e os Serviços Públicos</i>. Estudos Fundap n. 1. São Paulo, ano 1 n. 1, 1983 (p.4- 27), assim como as de HARVEY. D. “O Trabalho, o Capital e o Conflito de Classes em Torno do Ambiente Construído nas Sociedades Capitalistas Avançadas.” In <i>Espaço e Debates</i>. N.° 6. S. Paulo Jun./Set. 1982 (P. 6 &#8211; 35).</div>
<div id="IBES_RP14">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP14V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 14 ]</b></sup></a>&nbsp;HARVEY, Op.cit.</div>
<div id="IBES_RP15">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP15V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 15 ]</b></sup></a>&nbsp;CAMPOS JR. C. T. <i>Novo Arrabalde</i>. Vitória, PMV, Secretaria Municipal de Cultura, 1996. Nesse período começaram a ser feitos os primeiros edifícios pai a aluguel em Vitória. A formação plena do mercado vai se dar com a forma de construção por incorporação que encontrará o seu estágio mais desenvolvido na segunda metade dos anos 70.</div>
<div id="IBES_RP16">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP16V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 16 ]</b></sup></a>&nbsp;FJSN. Op. Cit.</div>
<div id="IBES_RP17">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP17V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 17 ]</b></sup></a>&nbsp;Jornal <i>A Tribuna,</i> de 14 de dezembro de 1952. O Enterro de Bento Ferreira (p. 1).</div>
<div id="IBES_RP18">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP18V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 18 ]</b></sup></a>&nbsp;Para fazer propaganda de um loteamento que ali lançavam, seus promotores criaram um jornal com essa finalidade. Para surpresa dos empresários, o empreendimento imobiliário faliu e o jornal prosperou. Hoje é o jornal de maior circulação no Estado. Cf. Jornal <i>A Gazeta,</i> de 11 de setembro de 1974.</div>
<div id="IBES_RP19">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP19V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 19 ]</b></sup></a>&nbsp;Historicamente cabe referência às realizações de Jerônimo Monteiro (1908-1912) e Florentino Avidos (1924-1928) na construção de moradias. Tanto um quanto o outro fizeram moradias principalmente para funcionários públicos. Florentino Avidos construiu também moradias para trabalhadores no bairro Jucutuquara (Monteiro, 1912 e Avidos, 1928).</div>
<div id="IBES_RP20">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP20V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 20 ]</b></sup></a>&nbsp;Era comum na época os construtores, que eram poucos em Vitória, terem suas próprias marcenaria, serralheria ou até mesmo fábrica de tijolos e de cal feito de conchas. O construtor David Teixeira possuía marcenaria nas imediações do Parque Moscoso onde mais tarde foi construído o colégio Agostiniano (Cf. CAMPOS JR. C.T. <i>O Capitalismo se Apropria do Espaço. A Construção Civil em Vitória</i>. São Paulo, Tese de doutorado, FAU-USP, 1993.</div>
<div id="IBES_RP21">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP21V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 21 ]</b></sup></a>&nbsp;Lei Estadual n° 627 de 22 de fevereiro de 1952.</div>
<div id="IBES_RP22">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP22V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 22 ]</b></sup></a>&nbsp;Cf. Os contratos de vendas de imóveis realizados pelo IBES.</div>
<div id="IBES_RP23">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP23V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 23 ]</b></sup></a>&nbsp;Cf. a nota 2.</div>
<div id="IBES_RP24">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP24V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 24 ]</b></sup></a>&nbsp;A maior rapidez na construção por conta do emprego dos blocos de concreto, aumentava a produtividade e significava redução de custo da moradia.</div>
<div id="IBES_RP25">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP25V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 25 ]</b></sup></a>&nbsp;Lembra-se aqui, para registrar, a importância da participação do Estado nas atividades empresariais da implantação de um parque industrial no Sul do Estado, efetuada pelo governo, na administração Jerônimo Monteiro (1908-12). Cf. BITTENCOURT. G. <i>Esforço Industrial na República do Café</i>. Vitória, Fundação Ceciliano Abel de Almeida, 1982.</div>
<div id="IBES_RP26">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP26V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 26 ]</b></sup></a>&nbsp;Apesar de ter ocorrido em número reduzido, o IBES também fez construções por administração direta. (Informações obtidas de depoimento da Dra. Maria Elvira Coelho, ex-funcionária do órgão, em 1987).</div>
<div id="IBES_RP27">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP27V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 27 ]</b></sup></a>&nbsp;I.J.S.N. P.D.R.I. &#8211; Região &#8211; Programa IV &#8211; Linhares. 1983.</div>
<div id="IBES_RP28">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP28V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 28 ]</b></sup></a>&nbsp;F.J.S.N. Op.cit.</div>
<div id="IBES_RP29">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/a-experiencia-de-construcao/#IBES_RP29V" title="Clique aqui para voltar"><sup><b>[ 29 ]</b></sup></a>&nbsp;OLIVEIRA, F. “Acumulação Monopolista, Estado e Urbanização: A nova qualidade do conflito de classe”. In <i>Contradições Urbanas e Movimentos Sociais</i>. RJ Paz e Terra, 1978.</div>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 2011&nbsp;</span></b>Textos e imagens com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia autorização</b>&nbsp;dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<blockquote class="tr_bq"><p>
<b>Carlos Teixeira de Campos Júnior</b>&nbsp;é Doutor em Arquitetura, Professor da UFES e sócio efetivo do IHGES, pesquisador das áreas de arquitetura e urbanismo tendo livros publicados.</p></blockquote>
<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto de digitalização do acervo Olympio Brasiliense: Relatório Final</title>
		<link>https://estacaocapixaba.com.br/projeto-de-digitalizacao-do-acervo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 19:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Olympio Brasiliense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ATIVIDADES DO PROJETO I – Preparação do acervo para digitalização Para viabilizar a digitalização, iniciamos o trabalho de limpeza, retirada de adesivos e outros elementos, remendo de rasgos e planificação, buscando manter a ordem dos projetos e de suas respectivas partes. Durante essa etapa preliminar avaliamos as condições de cada documento antes de submetê-lo tanto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>
<b>ATIVIDADES DO PROJETO</b></h4>
<p>
<b><br /></b><br />
<b>I – Preparação do acervo para digitalização</b></p>
<p>Para viabilizar a digitalização, iniciamos o trabalho de limpeza, retirada de adesivos e outros elementos, remendo de rasgos e planificação, buscando manter a ordem dos projetos e de suas respectivas partes. Durante essa etapa preliminar avaliamos as condições de cada documento antes de submetê-lo tanto à ação de limpeza e recuperação básicas, como à própria digitalização.</p>
<p>O trabalho de limpeza foi realizado com trinchas macias, luvas e máscaras, considerando o estado de muitos dos projetos, que apresentavam excesso de poeira e fungos.</p>
<p>O conserto de rasgos teve dois objetivos principais: evitar o aumento das perdas e recompor visualmente o documento para a digitalização, de forma a permitir sua legibilidade. Empregou-se para isso a DOCUMENT REPAIR TAPE, fita adesiva apropriada para reparo de documentos frágeis e cuja intervenção exige cuidados especiais e reversibilidade.</p>
<p><b><br /></b><br />
<b>II &#8211; Digitalização</b></p>
<p>Para digitalizar os documentos procedeu-se a uma prévia seleção, que teve lugar durante a etapa de preparação e que levou em consideração os seguintes critérios: &nbsp;estado de conservação / fragilidade do documento e suas dimensões. No caso das dimensões, deixou-se de digitalizar aqueles documentos com mais de 1,8m de comprimento.</p>
<p>Tendo em vista proporcionar maior segurança ao acervo durante o processo de digitalização, optou-se por utilizar equipamento fotográfico, uma vez que num scaner o acervo, já bastante frágil, poderia sofrer muitos danos.</p>
<p>A iluminação empregada foi artificial e a máquina fotográfica foi fixada em estativa, que por sua vez foi fixada em mesa de 2m de comprimento.</p>
<p>Durante a etapa de preparação, os documentos foram sendo identificados no verso com lápis macio, de forma a evitar erros de identificação durante a digitalização. No momento da digitalização os mesmos números de identificação foram registrados em pequenas etiquetas que foram localizadas próximas ao documento, para que se pudesse facilmente identificar as imagens resultantes do processo durante o tratamento e armazenamento.</p>
<p>Para que não houvesse necessidade de se repetir o processo com um mesmo documento, procedeu-se pelo menos a dois cliques para cada documento.</p>
<p><b><br /></b><br />
<b>III – Tratamento das imagens</b></p>
<p>Todas as fases de tratamento das imagens foi feita por meio do programa PHOTOSHOP e consistiu dos seguintes passos:</p>
<p>a) &nbsp; &nbsp; Seleção da melhor imagem captada;</p>
<p>b) &nbsp; &nbsp; Observação das condições de legibilidade da imagem do documento;</p>
<p>c) &nbsp; &nbsp; &nbsp;Corte de bordas além do documento, mantendo-se a integridade do mesmo;</p>
<p>d) &nbsp; &nbsp; Melhoramento de contraste nitidez dentro de um limite próximo do real;</p>
<p>e) &nbsp; &nbsp; Após o tratamento, salvamento dos arquivos de imagem da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>Um arquivo matriz em JPEG de alta qualidade e com o tamanho máximo, atribuindo-se o número de identificação do documento original e numerando-se as diferentes páginas de um mesmo documento com extensão alfabética;</li>
<li>Um arquivo reduzido (1.200 ppi’s de comprimento) e identificado na imagem de forma a permitir ao pesquisador associar o documento ao inventário e obter todas as suas informações, salvo em PDF em agrupamentos de cinco pastas identificadas com os intervalos de numeração;</li>
<li>Um arquivo reduzido (800 ppi’s de comprimento) com extensão JPEG para apresentação em slides no site.</li>
</ul>
<p>No caso dos arquivos reduzidos, priorizamos a qualidade da visualização em tela, aproveitando melhor os detalhes do desenho tanto quanto possível.</p>
<p>É importante frisar que muitos dos documentos apresentam legibilidade comprometida, seja pelo clareamento do suporte e da tinta, seja pelo tipo de material empregado: papel vegetal de baixa qualidade e/ou grafite claro. Outra ocorrência observada durante o trabalho foi o efeito de reflexo causado pelo grafite excessivamente brilhante: em alguns casos a leitura do documento foi prejudicada.</p>
<p>
<b>IV – Resultados</b></p>
<p>Conforme proposto no Projeto, todo o resultado do trabalho foi disponibilizado no site Estação Capixaba (www.estacaocapixaba.com.br) em JPEG (slides) e PDF (para download), com as indicações da origem do recurso: SECULT e FUNCULTURA.</p>
<p>Ao todo foram digitalizadas 310 projetos, correspondendo a um total de 523 páginas, das quais 516 estão disponíveis no site.</p>
<p></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://1.bp.blogspot.com/-HbrU-OfnAu0/VrZLuyID0xI/AAAAAAAABGU/sDAL0pdXkCo/s1600/logos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="152" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/logos-2.jpg" class="wp-image-5813" width="640" /></a></div>
<p></p>
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		<title>Entrevistado: Maria Zilma Rios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 18:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Olympio Brasiliense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entrevistado: Maria Zilma Rios (Bibliotecária) Entrevistador: Vanessa Brasiliense 07 de março de 2012 Assunto: Olympio Brasiliense e o Sanatório Getúlio Vargas. ZR: Meu nome é Maria Zilma Rios, e o meu primeiro contato com o nome Olympio Brasiliense foi quando iniciei a pesquisa sobre o Sanatório Getúlio Vargas, que consistiria na minha dissertação de mestrado. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>
<b>Entrevistado: Maria Zilma Rios (Bibliotecária)</b><br />
<b>Entrevistador: Vanessa Brasiliense</b><br />
<b>07 de março de 2012</b></p>
<p>
Assunto: Olympio Brasiliense e o Sanatório Getúlio Vargas.</p>
<p>ZR: Meu nome é Maria Zilma Rios, e o meu primeiro contato com o nome Olympio Brasiliense foi quando iniciei a pesquisa sobre o Sanatório Getúlio Vargas, que consistiria na minha dissertação de mestrado. Por bem, nada mais categórico que começar com a história daquele que desenhara esse grandioso projeto arquitetônico – um dos mais lindos hospitais existente da década de 40. Assim, busquei conhecimentos desse projeto e verifiquei que ele teria sido elaborado por Olympio Brasiliense. Quis saber mais sobre esse arquiteto, no entanto as buscas foram em vão.</p>
<p>Mais tarde descobri através de levantamentos sobre o Dr. Jayme Santos Neves, é que eu fiquei sabendo pouquíssimas informações sobre o Olympio.</p>
<p>VB: Qual a relação do Dr. Jayme com Olympio Brasiliense?</p>
<p>ZR: A relação de Dr. Jayme com Olympio Brasiliense era de pura amizade. Eles eram tão amigos que o Dr. Jayme chegou a convencê-lo a desenhar o projeto arquitetônico de madrugada. Isso porque o Governador Punaro Bley exigira que o projeto ficasse pronto com uma certa urgência. Dr. Jayme, então, aceitando a proposta do governador, convencera Olympio a se adiantar com o projeto, que teria que se aprovado pelo Ministério da Saúde e Educação.</p>
<p>Na elaboração do projeto do Sanatório o Dr. Jayme e o Sr. Olympio eles eram amigos a ponto de Dr. Jayme convencê-lo a desenhar o projeto arquitetônico do Sanatório de madrugada. Quer dizer, eles passaram praticamente a noite inteira desenhando o projeto porque o Dr. Jayme recebeu a proposta do governador, o Punaro Bley, que ele tinha que apresentar um projeto, uma planta, um desenho do Sanatório para que pudesse ser aprovado pelo Ministério da Saúde e Educação, Educação e Saúde na época ainda estavam juntos. Então eles não tinham muito tempo. Eles foram onde hoje é o MAES.</p>
<p>Era o prédio da antiga Secretaria de Obras, hoje Museu de Arte do Espírito Santo.</p>
<p>Então, eu sei que foi lá que eles passaram a noite inteira desenhando o projeto arquitetônico do Sanatório e a planta, porque Dr. Jayme queria que tivesse a ala sul, que tivesse ala norte, que tinha que pegar o sol pela manhã, que tinha que terem todos aqueles detalhes, Dr. Jayme ia passando, porque Dr. Jayme já tinha idealizado como ele queria o Sanatório, aqueles solários, que eram aquelas varandas, que os pacientes poderiam tomar o sol pela manhã, que era o melhor sol. Então, eles passaram a noite e Dr. Jayme dizendo que teria que ter uma barbearia porque os pacientes não poderiam sair, teria que ir um barbeiro para lá, uma biblioteca. &nbsp;o projeto original do Sanatório ele contava com dois pavimentos e em 1949 ele ganha um terceiro pavimento que já estava previsto quando eles fizeram este projeto porque a liberação recursos não era muita.</p>
<p>O Brasil estava em um processo de muitas construções de Sanatórios, nós tínhamos um contingente de 55 mil pacientes com tuberculose e só tínhamos 22 mil leitos. E em Vitória, no Espírito Santo nós tínhamos 8 mil tuberculosos para apenas 230 leitos do sanatório. Então eles passaram uma noite inteira desenhando, os dois, o Dr. Jayme dizendo como ele queria que fosse o sanatório e o Olympio, ele ia fazendo a planta e por final eles fizeram toda a fachada do Sanatório que é a que eu te passei que eu guardo que é muito linda, e que inclusive eu uso como marca d’água nos certificados de Departamento de Ensino e Pesquisa do Hospital Universitário que você sabe que hoje o Sanatório é um Hospital Escola. Então eu preservo esta imagem do Sanatório com marca d’água nos certificados que nós emitimos para os cursos, para as capacitações, atualizações que nos damos lá no Hospital Universitário.</p>
<p>VB: Como a senhora conseguiu informações do Olympio Brasiliense e do Dr. Jayme nessa noite que eles passaram elaborando esse projeto?</p>
<p>ZR: As informações, que obtive sobre Dr. Olympio e Dr. Jayme, bem como o da elaboração do projeto feito em uma noite, foram-me passadas pela Srª Elídia Franzini que, aliás, por um certo tempo trabalhou no Sanatório, na biblioteca que lá havia. Mais tarde, Elídia Franzini atuou na Liga e lá começou a documentar fatos relacionados com Dr.Jayme.</p>
<p>VB: Na pesquisa que a senhora realizou sobre o Sanatório Getúlio Vargas o que encontrou foi o relativo a Olympio Brasiliense foi o projeto do Sanatório?</p>
<p>ZR: Na pesquisa que realizei sobre o Sanatório Getúlio Vargas percebi que o projeto foi elaborado com uma certa pressa. No dia seguinte à noite do desenho da obra, Dr. Jayme seguiu para o Rio levando a planta do Sanatório, a fim de que a verba para a construção, que começaria ainda em 38, pudesse ser liberada. E, nessa velocidade, o sanatório foi inaugurado em 42. E, em homenagem ao governo do Brasil na época, recebeu o nome de Getúlio Vargas</p>
<p>VB: A senhora tem conhecimento de outros projetos relacionados a Olympio Brasiliense a não ser o Sanatório?</p>
<p>ZR: A amizade entre Dr. Jayme e Olympio fez com que eles fossem parceiros e trabalhassem na mesma sintonia. E, nessa sintonia, o Dr. Jayme idealiza e Olympio Brasiliense com seu pincel mágico ia colocando no papel e traduzindo para a realidade todas aquelas ideias. Acredito que muitas obras do final da década de 30 e começo da década e 40 foram desenhadas por Olympio, que certamente faz-se presente nos projetos arquitetônicos da saúde no período em que o Dr. Jayme dos Santos Neves fora secretário Estadual da Saúde.</p>
<p>VB: A senhora relatou a dificuldade de encontrar material que teve para dar subsídio à pesquisa, entre eles o projeto em si, o projeto não foi encontrado, pelo menos por enquanto. A senhora poderia relatar como foi essa busca pelo projeto do hospital?</p>
<p>ZR: A busca pelo projeto do hospital fora angustiante, devido a minha paixão pelo prédio do Hospital, onde hoje funciona o Hospital Universitário.</p>
<p>E assim, apaixonada pela obra feita para durar, quis enriquecer a minha pesquisa com dados do nome Olympio Brasiliense, uma peça muito importante dentro da minha dissertação. Afinal, fora ele que havia desenhado e dado forma àquela estrutura, que hoje guarda a engenhosa arte deste arquiteto – Olympio Brasiliense. E, saber sobre a vida desse homem passou a ser vital para o meu trabalho.</p>
<p>Como eu sou apaixonada pelo projeto arquitetônico do Sanatório, eu queria saber como era essa planta, como tinha sido feita, desenhada, o que era o que, eu queria identificar dentro do hospital onde tinha sido a barbearia, onde foi a sala do dentista, que também tínhamos isso, onde funcionava o centro cirúrgico, tinha um elevador que saía da copa, que ia para os andares, que o pessoal da copa suja não ficava com os da copa limpa, o pessoal da copa suja é que servia os andares. Eu queria saber como era essa coisa toda engenhosa desse elevador interno, ainda na década de 30. Mas eu não consegui. Eu fui à Prefeitura, procurei na parte de projetos antigos. Fui ao Arquivo. Inclusive eu tinha fotos do Sanatório que o Arquivo não tinha. Então, foi muito angustiante. Eu cheguei a ligar para o Rio, Belo Horizonte, para o CREA de lá para saber se eles tinham o nome do Olympio Brasiliense porque até então aquele nome surgiu, e era uma peça muito importante dentro da minha dissertação, porque foi ele que desenhou, foi ele que deu forma aquele sonho de construir o sanatório e eu precisava saber quem era o que fazia, onde morava, que outras coisas ele tinha feito para eu poder chegar até o projeto. Mas infelizmente foi uma das coisas que eu não pude trabalhar um pouco mais dentro da minha dissertação foi um pouquinho da história do Olympio porque inclusive eu não conhecia ainda a Vanessa. Eu fiquei sabendo depois que ele tinha uma filha, mas aí, como a gente sabe dissertações têm prazo. Então nem me passou pela cabeça, eu ainda procurei Brasiliense. Será que tem alguma coisa? Mas ficou uma coisa muito vaga, e eu não tinha. Ai, bem depois que eu tinha defendido a minha dissertação eu descubro que ele tinha uma filha&#8230;</p>
<p>Mas o trabalho científico não tem fim.</p>
<p>Como uma pesquisa científica é infindável, fico feliz em saber que alguém se importa em falar do papel relevante de Olympio Brasiliense para a sociedade capixaba.</p>
<p>Vanessa, sua única filha, se interessa por isso e faz jus ao talento e à originalidade desse arquiteto. Numa época pioneira, alguém com tanta genialidade desenhou e projetou edifícios e casas modernas para a época. A arquitetura e o urbanismo de Vitória, Centro e Praia do Canto e até de Cariacica conserva marcas de Olympio Brasiliense, projetando seu brilhante trabalho.</p>
<p>Desenhar um Sanatório para suavizar a vida de tantos que por ali passaram até 15 anos de suas vidas, num tratamento de isolamento, foi uma engenhosa tarefa e um legado deixado por Olympio Brasiliense. O Sanatório Getúlio Vargas, na década de 30, em 38 quando foi que ele começou, ele foi considerado um projeto futurista, moderno. Foi um dos Sanatórios mais modernos a ser construído. Então ele tinha aquela visão lá na frente, ele vivia acho que um passo a frente do tempo que ele vivia.</p>
<p>VB: Tem algo que a senhora gostaria de acrescentar?</p>
<p>ZR: Eu espero que você possa realmente fazer esse trabalho brilhante, e que todos nós possamos conhecer um pouco do talento do Olympio Brasiliense e do legado que ele nos deixou durante todas essas décadas de produtividade, e a gente poder partilhar um pouco desse homem, como foi o dia a dia desse homem genial, e que cercado de amigos também maravilhosos, e ele muito prestativo, ele com certeza deu essa contribuição e espero que você como filha dele possa dividir com a gente um pouquinho desse pai genial que você teve.</p>
<p>Com certeza, antes de mim ele é muito mais da sociedade em termos de construções de obras que ele fez, eu sou um pouco suspeita em falar porque eu sou apaixonadíssima por ele e pelo trabalho dele, mas com certeza ele teve uma contribuição muito especial para Vitória.</p>
<p></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://1.bp.blogspot.com/-dUenLKRSoiQ/VrDhnlAKIdI/AAAAAAAAAqg/TBsXmbcEKlY/s1600/marcas_2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="128" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/marcas_2.jpg" class="wp-image-5935" width="640" /></a></div>
<p></p>
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		<title>Roteiro cartográfico de lembranças peregrinas</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 18:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Guilherme Santos Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Olympio Brasiliense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O acervo de plantas arquitetônicas de Olympio Brasiliense divulgadas pela ESTAÇÃO CAPIXABA é mina documental franqueada à exploração dos estudiosos e pesquisadores da evolução arquitetônica, social e urbana da cidade de Vitória, entre as décadas de 20 e 60 do século passado. O acervo impressiona pela quantidade de trabalhos produzidos desde que seu autor veio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O acervo de plantas arquitetônicas de Olympio Brasiliense divulgadas pela ESTAÇÃO CAPIXABA é mina documental franqueada à exploração dos estudiosos e pesquisadores da evolução arquitetônica, social e urbana da cidade de Vitória, entre as décadas de 20 e 60 do século passado.</p>
<p>O acervo impressiona pela quantidade de trabalhos produzidos desde que seu autor veio de Belo Horizonte para o Espírito Santo, no governo Florentino Avidos. Impressiona ainda pela variedade de projetos que vão de prédios residenciais e comerciais a hospitais e colégios – além de outros.</p>
<p>O mais impressionante, porém, é que, no conjunto dessas realizações voltadas principalmente para a construção de residências, salta aos olhos o quanto Olympio Brasiliense pontuou, com sua contribuição expressiva e personalíssima, o semblante arquitetônico de Vitória, numa época em que a cidade moldava o seu crescimento predial entre os bairros de Santo Antônio e Praia do Canto (antiga Praia Comprida).</p>
<p>A cada passo que se desse por Vitória – e a divulgação do acervo mostra isso – era quase inevitável se deparar com uma edificação nascida do crayon de Brasiliense.</p>
<p>Quem viveu essa época, como é o meu caso, pode avaliar à vontade o quanto este fato é verdadeiro, reforçado pelas muitas construções que remanescem desse tempo, apesar das modificações sofridas pela maioria delas, em relação aos originais projetados.</p>
<p>Naquilo que me toca posso dar o depoimento de quem teve parte de sua vida ligada à cartografia das plantas que levaram a assinatura do engenheiro-projetista, o que somente descobri perpassando os seus projetos.</p>
<p>Parto da casa que meu pai construiu na rua Afonso Brás, número 73, no Parque Moscoso, correspondente à planta n° 325, cuja edificação ainda se encontra felizmente preservada na sua forma original, graças à sensibilidade do seu atual proprietário.</p>
<p>Durante cerca de quinze anos, subi e desci na minha juventude os degraus da escada que internamente se amolda ao torreão (uma das marcas de alguns projetos de Olympio Brasiliense), no lado direito da residência. Na rua em frente – a Vasco Coutinho –, conheci por dentro as casas, projetadas por Brasiliense para Eurípides Queirós do Valle (262), Cícero de Moraes (260) e Mario Monteiro (261), em frente das quais joguei peladas de rua quando menino. Também a casa de meu tio Jayme Santos Neves, na rua Padre Nóbrega, no morro do São Francisco, que frequentei com assiduidade, foi projeto com sua marca (349), como o foram em sua vizinhança as casas de Napoleão Fontenele da Silveira (322), Paulo Fundão (362), Ewerton Guimarães Pereira da Silva (353), Mario Pretti (364) e Manoel Luiz Mazzi (352).</p>
<p>No aconchegante auditório do Centro de Saúde (planta 365), no Parque Moscoso, assisti a conferências que ali se realizavam, inesquecíveis algumas como as proferidas por Luís da Câmara Cascudo a convite da Comissão Espírito-santense de Folclore.</p>
<p>No posto Moscoso (268), que o povo chamava Quilo talvez devido ao seu gordo proprietário, situado na avenida Marcos de Azevedo, abasteci-me de combustível e não foi uma, nem duas vezes porque era parada praticamente obrigatória de quem saía de carro pela rua Afonso Brás.</p>
<p>No Banco de Crédito Agrícola do Espírito Santo (planta 304) fui bancário por dois anos, no exercício do primeiro emprego que me coube. Finalmente, para não me estender na ciranda de lembranças que em mim desperta o portfólio cartográfico de Olympio Brasiliense, também foi criação do seu traço inconfundível a primeira casa que eu adquiri por venda do meu cunhado Napoleão Freitas, na Rua Uruguai, 81, no morro de São Francisco (planta 322), na qual introduzi, do que peço desculpa a Brasiliense, uma primeira modificação antes das que vieram depois que dela me desfiz.</p>
<p>Não conheci pessoalmente o projetista. Tive, sim, a satisfação de ser professor de sua filha, a historiadora Wanessa Brasiliense, responsável, junto com sua mãe, pela preservação do arquivo de plantas elaboradas por seu pai, ora publicados com apreciação e dados informativos que o enriquecem e qualificam como documentário fundamental para o conhecimento da expansão urbana de Vitória, além de inúmeros outros estudos a que se preta.</p>
<p>Mas é gratificante saber que, pelas urdiduras do destino, fui, em várias ocasiões e por diferentes formas, beneficiário de uma obra que deixou marcas relevantes na arquitetura da cidade onde nasci e que, ao rever na multiplicidade das plantas publicadas, reaviva em mim lembranças peregrinas e saudosas.</p>
<p></p>
<blockquote class="tr_bq"><p>
<b>Luiz Guilherme Santos Neves&nbsp;</b>(autor) nasceu em Vitória, ES, em 24 de setembro de 1933, é filho de Guilherme Santos Neves e Marília de Almeida Neves. Professor, historiador, escritor, folclorista, membro do Instituto Histórico e da Cultural Espírito Santo, é também autor de várias obras de ficção, além de obras didáticas e paradidáticas sobre a História do Espírito Santo. (Para obter mais informações sobre o autor e outros textos de sua autoria publicados neste site,&nbsp;<a href="https://estacaocapixaba.com.br/Luiz%20Guilherme%20Santos%20Neves" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>)</p></blockquote>
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		<title>Olympio Brasiliense &#8211; Artigos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 17:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Olympio Brasiliense]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://3.bp.blogspot.com/-8SMh67vx5zs/VrTlaZND5gI/AAAAAAAABFc/cyIeghlPkLs/s1600/A%2BTribuna_27_06_2008.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="640" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/A2BTribuna_27_06_2008.jpg" class="wp-image-6033" width="394" /></a></div>
<p></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://2.bp.blogspot.com/-umHSDFe5-lY/VrTlbPZwRZI/AAAAAAAABFg/syPZ5cnATTo/s1600/A%2BGazeta_28_11_2008.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="640" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/A2BGazeta_28_11_2008.jpg" class="wp-image-6034" width="482" /></a></div>
<p></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://3.bp.blogspot.com/-2DpPm5HpJ14/VrTlbsyRfgI/AAAAAAAABFo/5mFM26_NCsI/s1600/Gazeta%2Bonline%2B28.11.2008.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="640" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Gazeta2Bonline2B28.11.2008.jpg" class="wp-image-6035" width="408" /></a></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<p></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://1.bp.blogspot.com/-NdtXgNezk1o/VrTlbI9OqHI/AAAAAAAABFk/XygkHWuy5MM/s1600/A%2BTribuna_02_05_2012.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="640" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/A2BTribuna_02_05_2012.jpg" class="wp-image-6036" width="196" /></a></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<p></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://1.bp.blogspot.com/-dUenLKRSoiQ/VrDhnlAKIdI/AAAAAAAAAqg/TBsXmbcEKlY/s1600/marcas_2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="128" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/marcas_2-1.jpg" class="wp-image-6037" width="640" /></a></div>
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