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	<title>Arquivos Escritor &#8902; Estação Capixaba</title>
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	<description>Patrimônio Cultural Capixaba</description>
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	<title>Arquivos Escritor &#8902; Estação Capixaba</title>
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		<title>“Istambul, 1970″</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2015 17:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Gilbert Chaudanne]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Você]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ilustração de Gilbert Chaudanne. Há muito tempo queria lhe falar de Istambul. Mas, como no amor, há sempre algo que impede de dizer a palavra justa, que seria como o abre-te-sésamo sobre a Cidade. Seria fácil dizer que Istambul é a porta do oriente, a sublime porta que, como tal, sustenta todos os sonhos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://2.bp.blogspot.com/-A6N-51S_mDI/V3wTXUWXlAI/AAAAAAAAKJU/ieeslu5pdz8lv7i0qq_FD7xIpOfLtJY2gCLcB/s1600/Istambul-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img fetchpriority="high" decoding="async" alt="Ilustração de Gilbert Chaudanne." border="0" height="640" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Istambul-1.jpg" class="wp-image-6821" title="Ilustração de Gilbert Chaudanne." width="386" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Ilustração de Gilbert Chaudanne.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>
Há muito tempo queria lhe falar de Istambul. Mas, como no amor, há sempre algo que impede de dizer a palavra justa, que seria como o abre-te-sésamo sobre a Cidade.</p>
<p>Seria fácil dizer que Istambul é a porta do oriente, a sublime porta que, como tal, sustenta todos os sonhos e devaneios dos cristãos europeus, do banho turco ao narguilé. Porta aberta sobre as cabeças cortadas de mulher que o eunuco joga, discretamente ou não, no Estreito de Bósforo — corpos esfolados de concubinas, dança de véus até a carne viva —, erotismo e crueldade como desejo encravado no ocidente: cravo e panela.</p>
<p>Istambul: porta para a Ásia enorme, seus platôs, seus impérios, suas estepes, sonho que anda nos templos, nos Budas, no grito de Alá, do deserto até as selvas mais profundas, a extrema fragmentação do homem e sua reconstituição no centro do Tibete, nas grutas dos monges-poetas. Será?</p>
<p>De qualquer maneira, uma porta.</p>
<p>Mas isso talvez não é o Espírito do Lugar, porém seu lugar-comum.</p>
<p>Passei em Istambul duas vezes: indo para a Índia e voltando. Indo: tinha uma carona feérica, da Macedônica até Ankara. Só vi, atravessando o Bósforo, aquela imagem clássica, porém eficiente, no plano emocional e estético: Aya Sofia, ex-basílica do finado Império Bizantino, transformada em mesquita, com seus minaretes e cúpulas arredondadas, que fazem pensar num soldado turco da época do Império Otomano: capacetes dos domos, minaretes-lanças. Visão fugaz no céu verde-pistache da aurora que deixei atrás de mim. Queria ir logo no Santo dos Santos: a Índia. Queria ver os deuses de mil braços e de cabeça de elefante — queria ver o culto vivo desses deuses, meu deus! — e o Islã estava no caminho, com sua pulsão da pureza — cristal do deserto —, o grito do muezim, que resume tudo, arrancando do paraíso as últimas esmeraldas, com a raspagem desse canto áspero, autoritário, mandão, absoluto. Deserto. Irã, Afganistão, Rajastã.</p>
<p>Na volta, carregando aquelas imagens barrocas da Índia, parei, tinha de, e me imiscuí na Sublime Porta.</p>
<p>Seus pas-de-deux: a cidade não sabe se é oriental ou ocidental, como os turcos: o boné que usam no lugar do turbante antigo parece estrangeiro nessas cabeças e faz deles uma espécie de antigos guerreiros soberbos que se sentem altamente desajeitados nessas roupas européias. É um problema de corpo e de corpo cultural. Os negros da África, quando de terno e gravata, perdem a elegância que têm quando se vestem como no Senegal, com uma espécie de vestido de uma peça só, azul ou branco, e bordado.</p>
<p>Istambul está a cavalo, por cima do mar. Sensação de estranheza esse pas-de-deux ocidente-oriente, mas não chega a criar um mal-estar. Ao contrário: é como se você hospedasse uma oriental em sua casa e ela aparecesse entre duas portas entreabertas, chispa de olhares — gazela de Borsalino na cabeça.</p>
<p>E justamente eu: eu numa avenida perto de uma ponte. “Where are you going?”: uma moça de minissaia, cabelo preto até a cintura, pele branquinha, oval tranqüilo do rosto, olhos negros sorridentes como uma criança. Nós conversamos assim, sem preâmbulos, no meio da avenida. Começou a juntar gente. Por que o oriente junta gente desse jeito? De repente — você está no deserto —, chega um beduíno de camelo, oferece água, pede pão, e, daí a pouco, um monte de beduínos surgem das dunas — junta-gente —, sedentos de saber sobre o ocidente e a França…</p>
<p>Essa moça — sim — me levou na casa de uns estudantes. No táxi coletivo, o dolmus, sua perna nua estava colada na minha. Eu olhava para ela. Ela sorria. Seu nariz era um pouco encurvado, o conjunto de seu rosto era leve e cheio de frescor. Chegamos à casa dos estudantes. Conversei, ela traduzindo, brinquei com um gatinho, que eu acariciava. Me explicou que os estudantes não estavam gostando da minha cara de andarilho. Estavam agora cochichando, na cozinha.</p>
<p>Ela olhou para mim, fixamente. Tive medo. Assim, o olhar dela era quase desesperado. “Tenho de ir.” E se foi. Não demorou, me fui também.</p>
<p>Fora, na rua, os transeuntes cinzentos não sabiam de nada.</p>
<p>O que foi?</p>
<p>Entrei no bazar e encontrei nele o labirinto que era meu coração naquele momento.</p>
<p>“Mas não esquecemos de Constantinopla” era a frase que corria no meu peito, depois de ter perdido a moça turca.</p>
<p>No labirinto — bazar —, vou encontrá-la de novo? Esqueça. Não há busca, só uma espécie de “errância”, em que os seres aparecem e desaparecem, como no Bazar, entre dois tapetes, e reaparecem, não há o fio de Ariadne, apenas o tempo que passa.</p>
<p>Não esquecemos Constantinopla — a cidade de Maria magnificamente encaixada em Istambul, a Turca, com seus ícones de ouro e pedra, e essa eternidade de Império que morreu sem morrer, porque tomando conta dos espaços eslavos pela sua ortodoxia. A ternura absoluta de Maria-Sofia ainda cintilando no Bazar, nas mesquitas: restos de mosaicos, restos de Império gélido.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<p>
Não esquecemos de Constantinopla. Não esqueci e, andando nas ruelas do Bazar, eu vejo, uma espécie de alucinação histórica, o último imperador bizantino, despido de suas insígnias imperiais, lutando contra o turco, de espada na mão, num certo dia de 1453, e morrendo em combate. Mil anos de uma decadência mais bela que todas as ascensões — esse Império que recuou, cada vez mais soberbo, mais, mais, os navios turcos deslocando-se sobre a terra, as correntes enormes, inumanas, fechando o Estreito de Bósforo, o canhão fálico do sultão explodindo, o fogo grego e, finalmente, a última brecha das muralhas em pé, ali. E a queda de joelhos, diante do Divino: Pantocrator e Alá.</p>
<p>Não esquecemos Constantinopla. Porque cada ocidental e cada oriental carregam a Constantinopla no peito — cruzado ou não. É a cidade de todas as cidades, a mãe das cidades, aquela mãe que todo mundo queria ter tido, num canto vertical e dourado, mais eterna que Roma no seu desaparecimento.</p>
<p>O que foi que sobrou de Constantinopla? Quase nada, mas esse imenso remorso de o ocidente ter deixado fluir a cidade no seu subsolo, como se ela não fosse um símbolo vivo, enorme e intocável, que todos os povos deviam respeitar.</p>
<p>História cruel, como o desaparecimento da moça turca.</p>
<p>Esses cabelos negros até a cintura, ó imenso ser de fuga, talvez você é a essência dessa cidade. Filha de turcos, ou, talvez, descendentes dos últimos bizantinos — de qualquer maneira, aquele desespero, de repente, nos seus olhos e sua fuga.</p>
<p>Talvez isto é Constantinopla?</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://3.bp.blogspot.com/-XIIyb-tCUSQ/V3wTwfusncI/AAAAAAAAKJY/_PR6NNyCLtIlpftxyaiILxdtxAhWdy9cQCKgB/s1600/Istambul-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" alt="Ilustração de Gilbert Chaudanne." border="0" height="400" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Istambul-2.jpg" class="wp-image-6822" title="Ilustração de Gilbert Chaudanne." width="270" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Ilustração de Gilbert Chaudanne.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>
Essa moça nem tinha nome. Será que existiu? Se não fosse o contato justamente existencial, no dolmus, não teria certeza, mas esse contato era algo como umas bodas secretas com o coração antigo da cidade, a sua “constantinopleidade”. Vou lhe chamar de Maria, já que a cidade é dedicada a Ela, já que você tem todas as qualidades de uma Maria que o deus ainda não tocou. Só eu a toquei e me queimei, como no fogo grego, me queimei. Incêndio de Constantinopla debaixo da pele turca do lobo cinzento — lobo das estepes, Steppenwolf — o lobo, Maria, Istambul, Constantinopla.</p>
<p>
[Da série &#8220;Memórias de um maluco de estrada&#8221;, transcrito da revista <i>Você</i>, da Universidade Federal do Espírito Santo, n. 59, julho de 1998.]</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 1998&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação sem prévia <b>autorização expressa</b> dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<blockquote class="tr_bq"><p>
<b>Gilbert Chaudanne </b>é artista plástico e escritor. (Para obter mais informações sobre o autor e outros textos de sua autoria publicados neste site,&nbsp;<a href="https://estacaocapixaba.com.br/noticia-bio-bibliografica-de-gilbert/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>)</p></blockquote>
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		<title>Luís da Silva Alves de Azambuja Susano &#8211; Biobibliografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2015 10:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Azambuja Susano]]></category>
		<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[EC]]></category>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nascido a 20 de agosto de 1791 no Rio de Janeiro, onde cursou as aulas do seminário de S. Joaquim com o intuito de ser padre, faleceu a 16 de agosto de 1873 na província do Espírito Santo, onde foi membro e secretário da junta provisória, antes de serem as províncias administradas por presidentes nomeados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nascido a 20 de agosto de 1791 no Rio de Janeiro, onde cursou as aulas do seminário de S. Joaquim com o intuito de ser padre, faleceu a 16 de agosto de 1873 na província do Espírito Santo, onde foi membro e secretário da junta provisória, antes de serem as províncias administradas por presidentes nomeados pelo governo geral. Foi professor de latim, inspetor da tesouraria, deputado provincial e ocupou ainda cargos, quer de eleição popular, quer de confiança do governo, desde 1811. Prestou importantes serviços à causa da independência, já correspondendo-se com os mais decididos patriotas do Rio de Janeiro, já se esforçando para que com toda calma se prestasse o juramento à mesma constituição, quando os ânimos se achavam na província exaltados e a tropa insubordinada. Obteve provisão para exercer a advocacia, em que representou brilhante papel, aplicando-se ao estudo da jurisprudência pátria, assim como à lingüística e às letras amenas, e escreveu várias obras, tanto originais como traduzidas do latim, do francês, do espanhol e do italiano, umas já publicadas e outras inéditas, mas conservadas por sua família. Era oficial da ordem da Rosa e cavaleiro da de Cristo. Suas obras são:</p>
<p>– <i>Memória sobre o restabelecimento da província do Espírito Santo</i>, oferecida ao dr. João Fortunato Ramos, deputado às cortes de Portugal, Bahia, 1821.</p>
<p>– <i>Regulamento e código do processo criminal e policial</i>. Rio de Janeiro, 1843.</p>
<p>– <i>Exemplário de libelos, extraído do de Caminha</i>. Rio de Janeiro, 1843 — Foi publicado junto à Doutrina das ações de Correia Teles, em apêndice.</p>
<p>– <i>Digesto brasileiro ou extrato e comentário das ordenações e leis extravagantes, etc</i>. Rio de Janeiro, 1845, 3 tomos 196, 197 e 174 pags. in-4o — Houve segunda edição, correta e acrescentada, em 1854; terceira com as ordenações e leis posteriores até o presente em 1866, todas em três tomos e no Rio de Janeiro. Na primeira o autor ocultou seu nome, declarando ser obra póstuma de um antigo desembargador do Porto, emigrado no Brasil, e por isso julgou-se o livro da lavra do desembargador Venâncio Bernardo de Uchoa, que depois de ter sido deputado às cortes emigrou para o Brasil e aqui morreu. Nas edições que se seguiram foi que declarou-se o autor.</p>
<p>– <i>Código das leis e regulamentos orfanológicos ou extrato e comentários das ordenações, leis, decretos, alvarás, avisos, regulamentos que dirigem o juízo dos órfãos e ausentes sobre sucessões, heranças, doações, inventários, tutorias, etc.; tudo em conformidade das reformas que se acabam de legislar. Obra necessária a todas as famílias e a todos aqueles que têm de pedir a juízo os seus direitos hereditários</i>. Rio de Janeiro, 1847, 168 págs. in-4o — Houve outras edições: a terceira é de 1870, 274 págs. in-8o; a Quarta, melhorada, aumentada e de acordo com a legislação vigente pelo Dr. Manoel Godofredo de Alencastro Autran, é de 1884.</p>
<p>– <i>Repertório das leis, regulamentos e ordens da fazenda para servir de guia a todos os administradores, tesoureiros, coletores, juízes, empregados e oficiais de fazenda e a todas as pessoas que têm de receber ou contribuir ou agenciar negócios pelas repartições da fazenda nacional</i>. Rio de Janeiro, 1853, 333 págs. in-4o.</p>
<p>– <i>Complemento do Repertório das leis de fazenda, seus regulamentos e ordens, relativos aos ministérios da fazenda, guerra e marinha pelos anos de 1852 a 1860. Obra necessária a todos os empregados em repartições públicas, etc</i>. Rio de Janeiro, 1861, 188 págs. in-4o.</p>
<p>– <i>Guia do processo policial e criminal, novamente organizado pelo código, regulamento e reformas com todos os decretos, instruções e avisos que se têm publicado até o presente, etc</i>. Rio de Janeiro, 1859, 376 págs. in-8o.</p>
<p>– <i>Compêndio de ortografia, extraído de vários autores para facilitar à mocidade o estudo desta parte da gramática</i>. Rio de Janeiro, 1826, 57 págs. in-8o.</p>
<p>– <i>Compêndio ou arte de agricultura</i>. Rio de Janeiro, 1834, in-8o. — Foi em parte publicado no Auxiliador da Indústria Nacional.</p>
<p>– <i>Selecta latini sermonis exemplaria et scriptoribus probatissimis ad christiane juventutis usum olim collecta</i>. Tradução portuguesa. Rio de Janeiro, 1843, 328 págs. in-8o.</p>
<p>– <i>Silabário para ensinar a ler a língua portuguesa</i>. Rio de Janeiro, 1848, 24 págs. in-8o.</p>
<p>– <i>Compêndio de gramática portuguesa para uso das escolas primárias, escrito em 1848 por ordem do Ilm. e Exm. sr. dr. Luís Pedreira do Couto Ferraz, presidente da província do Espírito Santo</i>. Rio de Janeiro, 1851, 54 págs. in-8o.</p>
<p>– <i>Princípios de aritmética mercantil para se ensinarem nas escolas primárias</i>. Rio de Janeiro, 1860, 93 págs. in-8o.</p>
<p>– Regulamento interno das escolas primárias — Foi publicado no <i>Correio da Vitória</i>, 1849.</p>
<p>– <i>Orlando furioso: poema heróico de Ariosto, em que se continua o Orlando amoroso e a história do príncipe Rogério</i>; traduzido do italiano. Rio de Janeiro, 1833, 4 vols. in-8o — a tradução é em prosa.</p>
<p>– <i>Um roubo na Pavuna: romance histórico</i>. Rio de Janeiro, 1843, in-8o.</p>
<p>– <i>O capitão Silvestre e frei Veloso ou a plantação do café no Rio de Janeiro: romance brasileiro</i>. Rio de Janeiro, 1847, 58 págs. in-16o — Saiu também na folhinha de Laemmert, 1848.</p>
<p>– <i>A baixa de Matias, ordenança do Conde dos Arcos, vice-rei do Rio de Janeiro: romance histórico-jurídico</i>. Rio de Janeiro, 1858, 63 págs. in 16o — Saiu também na mesma folhinha.</p>
<p>– <i>Compêndio da história de Portugal; traduzido de Stella e Santeuil</i> — Inédito. Estava pronto a entrar no prelo quando faleceu o tradutor.</p>
<p>– <i>Odes de Anacreonte, vertidas em português, seguidas da tradução francesa de Lafosse</i> — Inédito.</p>
<p>– <i>Apologético de Tertuliano</i>, traduzido — Idem.</p>
<p>– <i>Episódios da Ilíada, vertidos conforme a tradução italiana de Cesarotti </i>— Idem.</p>
<p><span style="font-size: 80%;">[Transcrito do <i>Dicionário bibliográfico brasileiro,&nbsp;</i>de Augusto Vitorino Alves Sacramento Blake, Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1899, quinto volume, p. 465-7. Consultada a edição fac-similada do Conselho Federal de Cultura, Rio de Janeiro, 1970.]</span></p>
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