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	<title>Arquivos Evando Anholeti &#8902; Estação Capixaba</title>
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	<description>Patrimônio Cultural Capixaba</description>
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	<title>Arquivos Evando Anholeti &#8902; Estação Capixaba</title>
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		<title>Saudades de Ecoporanga (canção)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2016 19:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Evando Anholeti]]></category>
		<category><![CDATA[Gilson Soares]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio ciclístico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ecoporanga lua cheia, pedra negra meu peito escuta enternecido uma canção, canta meu pai: &#8211; Sertaneja, vou-me embora a saudade vem agora&#8230; talvez eu não volte mais. Adeus meu rio, guardei a sua canção hoje ando só e você não canta mais, resta um retrato envelhecido na parede cinzas do verde e a saudade do [&#8230;]</p>
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<p>Ecoporanga<br />
lua cheia, pedra negra<br />
meu peito escuta enternecido<br />
uma canção,<br />
canta meu pai:<br />
&#8211; Sertaneja, vou-me embora<br />
a saudade vem agora&#8230;<br />
talvez eu não volte mais.</p>
<p>Adeus meu rio,<br />
guardei a sua canção<br />
hoje ando só<br />
e você não canta mais,<br />
resta um retrato<br />
envelhecido na parede<br />
cinzas do verde<br />
e a saudade do meu pai.</p>
<p>Minha cidade,<br />
o que é da pedra?<br />
O que é da mata?<br />
O que é do rio da infância?<br />
Do banho nu?<br />
O que é dos sonhos,<br />
das certezas de criança?<br />
E o que foi feito<br />
do canto do inhambu?</p>
<p>A dor insiste<br />
quando escrevo nunca-mais<br />
e um xitã triste<br />
poe-miza o meu lamento<br />
enquanto o vento<br />
divulga pelos quintais,<br />
em serenata,<br />
a voz grave do meu pai.</p>
<p>Chegada a hora<br />
eu também devo partir<br />
num fim de tarde<br />
de domingo, qual meu pai<br />
levo tua pedra e teu rio<br />
em meu olhar<br />
e no meu peito<br />
a canção do teu luar.</p>
<p>Minha cidade,<br />
o que é da pedra?<br />
O que é da mata?<br />
O que é do rio da infância?<br />
Do banho nu?<br />
O que é dos sonhos,<br />
das certezas de criança?<br />
O que foi feito<br />
do canto do inhambu?</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/02/vinheta2B4-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" width="150" height="102" border="0" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/02/vinheta2B4-1.jpg" class="wp-image-5398" /></a></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<p><b>&#8212;&#8212;&#8212;</b><br />
<b><span style="color: #660000;">© 2016&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia&nbsp;autorização&nbsp;</b>dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
<b>&#8212;&#8212;&#8212;</b></p>
<blockquote class="tr_bq"><p>
<b>Gilson Soares</b>&nbsp;é poeta e nasceu em Ecoporanga, no extremo noroeste do Estado do Espírito Santo, em 10 de fevereiro de 1955. (Para obter mais informações sobre o autor e outros textos de sua autoria publicados neste site,&nbsp;<a href="https://estacaocapixaba.com.br/noticia-bio-bibliografica-de-gilson/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>)</p>
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</div>
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</div>
</blockquote>
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