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	<title>Arquivos Raias &#8902; Estação Capixaba</title>
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	<description>Patrimônio Cultural Capixaba</description>
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		<title>O alegre mês das raias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 15:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Folclore]]></category>
		<category><![CDATA[Folclore Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Guilherme Santos Neves. Pode ser que nos enganemos. Pode ser que, como nos garantiu um garoto capixaba — &#8220;as brincadeiras infantis não têm tempo: basta um ou dois meninos fazerem uma, para os outros invejarem&#8221;. Mas, o certo é que, neste ano de 1950, o mês de abril foi o mês das raias e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-vGneLt-X8tk/Vt8G1yVkf9I/AAAAAAAAF_Q/FCOokzzuZb8/s1600/Raia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img fetchpriority="high" decoding="async" alt="Foto: Guilherme Santos Neves." border="0" height="640" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Raia.jpg" class="wp-image-6234" title="Foto: Guilherme Santos Neves." width="456" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Foto: Guilherme Santos Neves.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>
Pode ser que nos enganemos. Pode ser que, como nos garantiu um garoto capixaba — &#8220;as brincadeiras infantis não têm tempo: basta um ou dois meninos fazerem uma, para os outros invejarem&#8221;. Mas, o certo é que, neste ano de 1950, o mês de abril foi o mês das raias e papagaios</p>
<p>Lá para os fins de março, empinou-se a primeira raia; alteou-se, bonita, nos ares capixabas. E, como se de fato a inveja dominasse a garotada toda, logo, outra, e mais outra, e muitas outras, de várias cores e diferentes formatos — retangular, hexagonal, &#8220;estrela&#8221;, &#8220;roncador&#8221;&#8230; — lá se alçaram também, enfeitando e colorindo os claros céus de Vitória.</p>
<p>A &#8220;febre&#8221; cresceu no mês de abril. Em cada elevação de terreno, empinavam-se papagaios. Vimo-los, soltados do morro Moscoso, do Cabral, do São Francisco, do morro dos Alagoanos, dos altos junto às igrejas de São Gonçalo e do Rosário. E nas praias, e nos bairros, e por toda a parte, moleques, satisfeitos da vida, empinavam suas raias garbosas e multicores.</p>
<p>Depois — e, precisamente, nos derradeiros dias de abril como se um vento mau os levasse ou destruísse, desapareceram do céu os belos papagaios.</p>
<p>Hoje, os céus estão tristes e vazios, sem as raias azuis, vermelhas, verde-amarelas, coloridas. Hoje, delas só restam, pendurados dos fios e das árvores — seus maiores inimigos — os disformes esqueletos das flechas partidas e sacudidos ao vento, os esguios farrapos dos rabichos&#8230;</p>
<p>
[Artigo publicado em <i>Folclore</i>, Vitória-ES, n. 5, de março-abril de 1950]</p>
<blockquote class="tr_bq"><p>
<b>Guilherme Santos Neves</b> foi pesquisador do folclore capixaba com vários livros e artigos publicados.&nbsp;(Para obter mais informações sobre o autor e outros textos de sua autoria publicados neste site, <a href="https://estacaocapixaba.com.br/guilherme-santos-neves-biobibliografia/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>)</p></blockquote>
<p></p>
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