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	<title>Arquivos Biobibliografia &#8902; Estação Capixaba</title>
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	<title>Arquivos Biobibliografia &#8902; Estação Capixaba</title>
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		<title>Tércio Ribeiro de Moraes &#8211; Biobibliografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 23:37:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tércio Ribeiro de Moraes. Arquivo da família. Tércio Ribeiro de Moraes nasceu em Vitória, em 23 de novembro de 1955, e morreu também em Vitória, em 4 de maio de 2008. Desde cedo dedicou-se à literatura, tanto em verso como em prosa. Sua peça infantil, No reino do rei reinante, escrita aos 12 anos e [&#8230;]</p>
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<tbody>
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<td style="text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-WFpS2YgAoao/WiXDd3wuC2I/AAAAAAAASUw/NmSfemV0QIk27pmtfc2YDe2zTEJq9QcrgCLcBGAs/s1600/Retrato%2B12.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img fetchpriority="high" decoding="async" alt="Arquivo da família." border="0" data-original-height="1055" data-original-width="1360" height="496" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Retrato2B12.jpg" class="wp-image-5092" title="Arquivo da família." width="640" /></a></td>
</tr>
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<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Tércio Ribeiro de Moraes. Arquivo da família.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Tércio Ribeiro de Moraes nasceu em Vitória, em 23 de novembro de 1955, e morreu também em Vitória, em 4 de maio de 2008. Desde cedo dedicou-se à literatura, tanto em verso como em prosa. Sua peça infantil, No reino do rei reinante, escrita aos 12 anos e encenada aos 15, teve montagens em 1970, 1980 e 1997. Foi poeta prolífico, mas só publicou um livro, Poemas terceiros, em 2001. A Série ESTAÇÃO CAPIXABA pretende lançar toda a sua poesia em dois volumes. O livro online Também e sempre e antes e nunca, que sai agora em 2017, reúne os textos inseridos em Poemas terceiros mais uma parte dos inéditos. O restante de sua poesia será publicado em livro impresso em 2018 com o título Meu olhar ácido e lisérgico. A organização de ambos os livros é de Reinaldo Santos Neves.</p>
<blockquote class="tr_bq">
<div style="text-align: center;">
Visite o&nbsp;<b><a href="https://www.estacaocapixaba.com.br/2017/09/tercio-ribeiro-de-moraes-repertorio/" target="_blank" rel="noopener">Repertório Literário</a></b>&nbsp;deste autor.</div>
</blockquote>
<p><b>&#8212;&#8212;&#8212;</b><br />
<b><span style="color: #660000;">© 2017 Estação Capixaba.&nbsp;</span></b>A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia&nbsp;autorização&nbsp;</b>representa desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
<b>&#8212;&#8212;&#8212;</b></p>
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		<title>[O autor]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 20:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tércio de Moraes. Acervo da família. O autor, 45, solteiro, é capixaba da Praia do Canto, onde mora desde o primeiro ano de idade até os dias atuais. Como todos de sua geração, sofre com a demolição de quase todos os casarões do bairro e tem saudade do mar batendo na calçada da Saturnino de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-YrY7cHnJiJ4/WihCaFgq83I/AAAAAAAASiI/CBLw7CzTf1AD1dygivKiILzurr5TafX7QCLcBGAs/s1600/Retrato%2B12.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" alt="Tércio de Moraes. Acervo da família." border="0" data-original-height="1055" data-original-width="1360" height="496" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Retrato2B12-1.jpg" class="wp-image-5094" title="Tércio de Moraes. Acervo da família." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Tércio de Moraes. Acervo da família.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>
O autor, 45, solteiro, é capixaba da Praia do Canto, onde mora desde o primeiro ano de idade até os dias atuais. Como todos de sua geração, sofre com a demolição de quase todos os casarões do bairro e tem saudade do mar batendo na calçada da Saturnino de Brito, a rua das castanheiras.</p>
<p>Sua formação acadêmica é a de técnico agrícola, cursado em Santa Teresa.</p>
<p>Desde a alfabetização, na Escola Ângela de Brienza, demonstrou grande prazer pela leitura e pela escrita de ficção. Na adolescência, descobriu a poesia e o teatro, quando, em 1970, aos 14 anos de idade, escreveu e montou a peça infantil No reino do rei reinante.</p>
<p>Além de se envolver com literatura, gosta de caminhar no calçadão da Praia do Canto e de tomar Coca-Cola em algum lugar silencioso.</p>
<p>Este livro, de tão largo espectro no tempo, é uma tentativa de diálogo alma-alma.</p>
<p>
*Texto da contracapa do livro <i>Poemas terceiros</i>, 2001.</p>
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<b>&#8212;&#8212;&#8212;</b><br />
<b><span style="color: #660000;">© 2017&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia&nbsp;autorização&nbsp;</b>dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
<b>&#8212;&#8212;&#8212;</b><br />
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		<title>Autor / obra (por Tércio Moraes)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 20:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tércio Moraes, julho de 1999. Acervo da família. Sou capixaba da Praia do Canto, onde moro desde o primeiro ano de vida. A infância foi de partidas de futebol, de nadar na praia, de brincar nos morros. Mas a infância foi, também, com a alfabetização, a descoberta da literatura, do ler e do escrever. Nessa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-Q8xZ4bQGe2c/Wig1M4vXUjI/AAAAAAAASh4/Gv5vQe102eQuMx-e5vzx7-3xLwkJlOyCgCLcBGAs/s1600/Retrato%2B8-Jul.99.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" alt="Tércio Moraes, julho de 1999. Acervo da família." border="0" data-original-height="1158" data-original-width="750" height="640" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Retrato2B8-Jul.99.jpg" class="wp-image-5096" title="Tércio Moraes, julho de 1999. Acervo da família." width="412" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Tércio Moraes, julho de 1999. Acervo da família.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Sou capixaba da Praia do Canto, onde moro desde o primeiro ano de vida. A infância foi de partidas de futebol, de nadar na praia, de brincar nos morros.</p>
<p>Mas a infância foi, também, com a alfabetização, a descoberta da literatura, do ler e do escrever. Nessa época, li romances de aventuras, coisas como Alexandre Dumas, Júlio Verne, Edgar Rice Burroughs, e outros.</p>
<p>No final da infância li toda a literatura infantil de Monteiro Lobato.</p>
<p>Escrevia textos humorísticos curtos, redações elogiadas na escola.</p>
<p>Com a adolescência, veio a descoberta do mundo. Vieram as primeiras namoradas, os primeiros amores platônicos. E a descoberta dos autores do que eu considero o grande momento da literatura universal, a literatura europeia situada entre a metade do século XIX e a metade do século XX, e a literatura hispano-americana que surgiu depois dessa fase.</p>
<p>Década de 1970, o mundo ocidental em revolução, os hippies, a arte em convulsão. Observei e participei ativamente desse movimento.</p>
<p>Foi a época de escrever pequenos textos surrealistas, poemas e teatro.</p>
<p>Foi a época em que adaptei um desses textos surrealistas para o teatro e escrevi e montei, em 1970, aos catorze anos de idade, a peça infantil <i>No reino do rei reinante</i>. Esta peça foi sucesso de público e foi elogiada e premiada dentro e fora do estado, em diversas montagens.</p>
<p>Escrevi outra peça infantil – <i>O romance de Magma e Mirilim</i> – que nunca foi montada.</p>
<p>A minha formação acadêmica é a de técnico agrícola, curso feito em Santa Teresa. Fiz, também, a metade do curso de agronomia em Alegre.</p>
<p>Na biblioteca da Escola Agrícola, conheci H.G. Wells e Lin Yutang.</p>
<p>O tempo passou voraz. Em 2001 publiquei um livro de poemas – <i>Poemas terceiros</i>. Uma seleção de quase toda a poesia que tinha escrito.</p>
<p>Agora fiz esta seleção de poemas escritos entre 1999 e 2003. Considero-os mais maduros.</p>
<p>Continuo escrevendo poesia e contos. Estou escrevendo, também, uma peça para teatro adulto.</p>
<p>Aos 48, solteiro, além de ler e escrever, gosto de caminhar no calçadão da Praia do Canto, olhando o horizonte, olhando o Convento, olhando para a frente.</p>
<p>Ilha de Vitória, 20 / MAR / 2004<br />
Tércio Ribeiro de Moraes</p>
<p>*Texto escrito para um segundo livro de poemas, <i>Século</i>, que não chegou a ser publicado.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 2017&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia autorização</b>&nbsp;dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
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<p></p>
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		<title>Perfil biográfico (por Tércio Moraes)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 18:22:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tércio Ribeiro de Moraes nasceu em 23 de novembro de 1955, em Vitória, capital do Estado do Espírito Santo. Escreveu duas peças teatrais: No reino do rei reinante e O romance de Magma e Mirilim. A primeira, No reino do rei reinante, escrita em 1970, é uma adaptação, feita por ele mesmo, de um pequeno [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://1.bp.blogspot.com/-HSPimEqF6gM/WibGj7NbfyI/AAAAAAAASbM/ZJ7VMOtQ_LUUKj30mgV83sFCe0iQYQOGACLcBGAs/s1600/Retrato%2B4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Tércio Ribeiro de Moraes. Acervo da família." border="0" data-original-height="557" data-original-width="777" height="457" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Retrato2B4.jpg" class="wp-image-5098" title="Tércio Ribeiro de Moraes. Acervo da família." width="640" /></a></div>
<p>Tércio Ribeiro de Moraes nasceu em 23 de novembro de 1955, em Vitória, capital do Estado do Espírito Santo.</p>
<p>Escreveu duas peças teatrais: <i>No reino do rei reinante</i> e <i>O romance de Magma e Mirilim</i>.</p>
<p>A primeira, <i>No reino do rei reinante</i>, escrita em 1970, é uma adaptação, feita por ele mesmo, de um pequeno conto de sua própria autoria, em pleno movimento contracultural do mundo ocidental de então, do qual participou e o qual acompanhou ativamente. A segunda, <i>O romance de Magna e Mirilim</i>, escrita em 1984 e revisada em 1999, foi um texto produzido diretamente para teatro. A primeira peça foi montada diversas vezes, por diversos grupos locais, nas décadas de 70, 80 e 90, tendo sido premiada com melhor espetáculo infantil na 8ª. Fenata, no Paraná, no início da década de 80. A segunda é inédita.</p>
<p>Sua formação acadêmica é de 2º. grau completo, sendo que o 2º. grau consta de um curso de técnico agrícola feito numa escola-fazenda no interior do estado, onde morou por três anos. Tem o 3º. grau incompleto, pois estudou agronomia, sem chegar a se formar, também no interior do Estado, onde também veio a morar, no final da década de 70.</p>
<p>Sua formação informal foi de literatura, tendo o hábito de ler e escrever desde a infância – cultivado até hoje.</p>
<p>Sempre escreveu contos e poesias. Suas influências nesta área vão de Hermann Hesse à literatura chinesa e indiana, os autores ingleses, russos, franceses e americanos do início do século – sendo Ernest Hemingway um dado marcante – podendo-se citar, dessas nacionalidades, outros autores, como Virginia Woolf, J.R.R. Tolkien, Lewis Carroll, H.G. Wells, Tchekhov, Dostoievski, Tolstoi, Balzac, etc., sem esquecer do alemão Thomas Mann e outros, entre os quais o polonês Witold Gombrowicz. Leu, também, os hispano-americanos, principalmente Borges, Cortázar e García Márquez. Em poesia, seus referenciais mais marcantes são Fernando Pessoa e Pablo Neruda (sem esquecer que é um admirador da poesia chinesa).</p>
<p>Considera o romance brasileiro pobre, à exceção do gênio de Guimarães Rosa, dos bons livros de Clarice Lispector e, do, no mínimo curioso, Campos de Carvalho e de poucos outros autores, sem esquecer o que nos rendeu a Semana de 22 – Mário e Oswald de Andrade, etc. Considera ótimos os contistas e poetas brasileiros.</p>
<p>Paradoxalmente, leu poucos textos teatrais – apenas algumas peças de Shakespeare, e, deve-se dizer, assistiu uma ou duas peças da grande Maria Clara Machado, na infância, que, certamente, o influenciaram. Antunes Filho não lhe é estranho, tendo assistido a montagem de <i>Macunaíma </i>sob sua direção.</p>
<p>Na década de 80, trabalhou no que era, na prática, a editora da Universidade Federal do Espírito Santo, na área de literatura – sempre, paradoxalmente, distante do teatro.</p>
<p>Atualmente, solteiro, morando em Vitória, se dedica principalmente à literatura, tendo planos de escrever textos de teatro para adultos, embora se ocupe especialmente de poesia, tendo um livro de poemas em fase de produção gráfica.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 2017&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia autorização</b>&nbsp;dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p></p>
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		<title>Carlos Nejar &#8211; Biobibliografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2017 14:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Nejar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto Franjo Studio, 2017. Carlos Nejar, nome literário do Dr. Luiz Carlos Verzoni Nejar, nasceu em Porto Alegre, é procurador de justiça atualmente aposentado. Radicou-se na “Morada do Vento”, Vitória, Espírito Santo. Colabora semanalmente com uma coluna de domingo do Jornal A Tribuna, o de maior divulgação de Vitória e eventualmente, com artigos em O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-hAjmQN3I1EY/WPYlZSlkcjI/AAAAAAAAMco/FJwZNu88HvEa1H6eiyrzG_NtSxu6aX6ZwCPcB/s1600/Retrato-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Foto Franjo Studio, 2017." border="0" height="266" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Retrato-2.jpg" class="wp-image-5258" title="Foto Franjo Studio, 2017." width="400" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Foto Franjo Studio, 2017.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Carlos Nejar, nome literário do Dr. Luiz Carlos Verzoni Nejar, nasceu em Porto Alegre, é procurador de justiça atualmente aposentado. Radicou-se na “Morada do Vento”, Vitória, Espírito Santo. Colabora semanalmente com uma coluna de domingo do Jornal <i>A Tribuna</i>, o de maior divulgação de Vitória e eventualmente, com artigos em <i>O Globo</i>, do Rio. Pertence à Academia Brasileira de Letras, cadeira n. 4, na sucessão de outro gaúcho, Vianna Moog, tendo sido no ano de 2000, secretário–geral e presidente em exercício. Foi eleito também para a Academia Brasileira de Filosofia, Pen Clube do Brasil e Academia Espírito-santense de Letras. Recebeu a mais alta condecoração de seu estado natal, a Comenda Ponche Verde e, de Minas Gerais, a grande Medalha da Inconfidência, em 2010. Recebeu ainda a Comenda do Mérito Aeronáutico do Rio, e no ano seguinte a Comenda Domingos Martins, da Câmara dos Deputados de Vitória, e em 2015 recebeu a Comenda Vasco Fernandes Coutinho, oferecida pelo Governo Espírito Santo.</p>
<p>Chega aos setenta e sete anos, graças a seu espírito renascentista, com fama de poeta reconhecido, tendo construído uma obra importante em vários gêneros – tanto no romance, quanto no teatro, no conto e na criação infanto-juvenil. Publicou em 2014, agora em 3ª edição, pela Ed. Unisul e Ofício de Letras, sua <i>História da Literatura Brasileira atualizada</i>, onde assinala a marca do ensaísta. É considerado um dos 37 escritores chaves do século, entre 300 autores memoráveis, no período compreendido de 1890-1990, segundo ensaio, em livro, do crítico suíço Gustav Siebenmann (<i>Poesia y poéticas del siglo XX em la América Hispana y El Brasil</i>, Gredos, Biblioteca Românica Hispânica, Madrid, 19970.</p>
<p>Teve sua Poesia Reunida em<i> A Idade da Noite e A Idade da Aurora</i>, (Ateliê editorial de S. Paulo e Fundação da Biblioteca Nacional, 2002) e, ao completar setenta anos, publicou a reunião da maior parte de sua poética, com <i>I. Amizade do mundo</i>; <i>II. A Idade da Eternidade</i> (editora Novo Século, São Paulo, 2009) e <i>Odysseus, o velho</i> (2010).</p>
<p>Suas Antologias foram: <i>De Sélesis a Danações</i> (Ed. Quíron, SP, 1975), <i>A Genealogia da Palavra</i> (Ed. Iluminuras, SP, 1989), <i>Minha voz se chamava Carlos</i> (Unidade Editorial, Prefeitura de PA, RS, 1994), Os Melhores poemas de Carlos Nejar, com prefácio e seleção de Léo Gilson Ribeiro (Ed. Global, S. Paulo, 1998, agora em 2ª edição, 2014); <i>Breve História do Mundo</i> (Antologia, Ediouro, 2003), prefácio e seleção de Fabrício Carpinejar, já esgotado.</p>
<p>Romancista de talento reconhecido pela ousada inventividade, entre suas publicações estão, <i>O Túnel Perfeito</i>, <i>Carta aos loucos</i>, <i>Riopampa, ou o Moinho das Tribulações</i> (Prêmio Machado de Assis, da Fundação da Biblioteca Nacional, em 2000), <i>O Poço dos Milagres</i> (Prêmio para a melhor prosa poética da Associação Paulista de Artes, São Paulo, 2005) e <i>Evangelho segundo o Vento</i>. É autor de Teatro em versos: <i>Miguel Pampa</i>, <i>Fausto</i>,<i> Joana das Vozes</i>, <i>As Parcas</i>, <i>Favo branco</i> (Vozes do Brasil), <i>Pai das Coisas</i>, <i>Auto do Juízo Final – (Deus não é uma andorinha)</i> (Funarte, Rio, 1998).</p>
<p>Saiu também em 2011, pela editora Leya, a 3ª edição de seu livro <i>Viventes</i>, trabalho de mais de trinta anos, espécie de comédia humana em miniatura, e atualmente prepara a sua 4ª edição. Publicou, em 2012, <i>Contos Inefáveis</i> e o romance <i>A negra labareda da alegria</i> (Nova Alexandria, de São Paulo, 2013), <i>A Vida secreta dos gabirus</i> (Record, 2014), <i>Matusalém de Flores</i> (Boitempo, 2014) e <i>O feroz círculo do homem</i> (Letra Selvagem, 2015), romances. Em 2015, foram publicados, na coleção de <i>O Chapéu das Estações</i> (14 volumes, Editora Unisul e Escrituras) os seguintes poemas: volume 1 – Memórias do Porão / Meus estimados vivos; volume 2 – A ferocidade das coisas / Um País / O Coração; volume 3 – A Idade da Aurora &#8211; Fundação do Brasil; volume 4 – Amar: a mais alta constelação / Sonetos do Paiol, ao sul da Aurora / O Inquilino da Urca; volume 5 – Árvore do mundo; volume 6 – Canga (Jesualdo Monte); volume 7 – Casa dos Arreios / Canções / Todas as fontes estão em ti; volume 8 – Danações / Somos Poucos / Velâmpagos (haicais); volume 9 – Livro de Silbion; volume 10 – O Campeador e o Vento / Simón Vento Bolívar; volume 11 – O Chapéu das Estações / Elza dos pássaros, ou a ordem dos planetas / O livro de Gazéis; volume 12 – O Poço do calabouço; volume 13 – Odysseus, o velho; volume 14 – Ordenações. E pela Editora Gazeta, de Santa Cruz do Sul, publicou A Candeia de uma fábula e Lelé e eu, no mesmo ano.</p>
<p>O escritor gaúcho, traduzido em várias línguas, tem sido estudado nas universidades do Brasil e do Exterior.</p>
<p></p>
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<b><span style="color: #660000;">© 2017 Estação Capixaba</span></b>.<br />
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		<title>Oscar Gama Filho &#8211; Biobibliografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jan 2017 12:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Gama Filho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>OSCAR GAMA FILHO, escritor capixaba, nascido em 1958, busca captar a essência dos momentos estéticos justapostos, passados e presentes. Por meio da soma de seus diversos pontos de vista, tenta atingir a completude da arte. Eis um esboço da equação passada: Esforçou-se por alcançar a essência do poema em De Amor à Política (Vitória: edição [&#8230;]</p>
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<a href="https://1.bp.blogspot.com/-5XeMa3ssvWM/WOu8CfZGmEI/AAAAAAAAMYc/GFq2Ed2ZOtMUGwtH6LaNwvMaWiH7mb5UQCLcB/s1600/cypriano041-p.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="400" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/01/cypriano041-p.jpg" class="wp-image-5270" width="266" /></a></div>
<p>
OSCAR GAMA FILHO, escritor capixaba, nascido em 1958, busca captar a essência dos momentos estéticos justapostos, passados e presentes. Por meio da soma de seus diversos pontos de vista, tenta atingir a completude da arte. Eis um esboço da equação passada:</p>
<p>Esforçou-se por alcançar a essência do poema em <i>De Amor à Política </i>(Vitória: edição marginal mimeografada, 1979, obra dividida meio a meio com Miguel Marvilla); em <i>Congregação do Desencontro</i> (Vitória: Fundação Cultural do Espírito Santo, 1980); em <i>O Despedaçado ao Espelho</i> (Vitória: Fundação Ceciliano Abel de Almeida/UFES, 1988); &nbsp;em <i>O Relógio Marítimo</i> (Rio de Janeiro: Imago, 2001) e em <i>Ovo Alquímico</i>, escrito com seu filho Alexandre Herkenhoff Gama (São Paulo: Escrituras Editora, 2016).</p>
<p>Procurou o tempo perdido em obras como <i>História do Teatro Capixaba: 395 Anos</i> (Vitória: Fundação Cultural do Espírito Santo/Fundação Ceciliano Abel de Almeida, 1981) e <i>Teatro Romântico Capixaba</i> (Rio de Janeiro-Vitória: Instituto Nacional de Artes Cênicas/Ministério da Cultura, Departamento Estadual de Cultura, Secretaria de Estado da Educação e Cultura, Governo do Estado do Espírito Santo, 1987).</p>
<p>Precisando de outras línguas para auxiliá-lo em sua tarefa, traduziu-se para Rimbaud em <i>Eu Conheci Rimbaud &amp; Sete Poemas para Armar um Possível Rimbaud</i> mesclado com <i>O Barco Ébrio/Le Bateau Ivre</i> (ensaio-tradução-conto-poema, Vitória: Fundação Ceciliano Abel de Almeida, Universidade Federal do Espírito Santo, Departamento Estadual de Cultura, 1989).</p>
<p>Acrescentou sabedoria à sua equação graças à <i>Razão do Brasil em uma sociopsicanálise da literatura capixaba</i> (Rio de Janeiro: José Olympio Editora; Vitória: Fundação Ceciliano Abel de Almeida, 1991).</p>
<p>Percebendo a insuficiência da ótica literária, realizou a exposição de arte ambiental poético-plástica Varais de Edifícios, em 1978, a partir do conceito criado por Hélio Oiticica.</p>
<p>Gravou o disco <i>Samblues</i>, em 1992 — incluído no selo histórico Série Fonográfica do Espírito Santo, da Fundação Cultural do Espírito Santo. Em 2005, lançou o CD <i>Antes do Fim-Depois do Começo</i>, que contém &nbsp;músicas em parceria com Mario Ruy e em que aparece pela primeira vez o invariante eidético universal absoluto: o <i>Ovo Alquímico</i>. As músicas foram executadas pela Ovo Alquímico Samblues Band.</p>
<p>&nbsp;Mas era pouco: dirigiu suas peças <i>A Mãe Provisória</i>, em 1978, e <i>Estação Treblinka Garden</i>, em 1979. Miguel Marvilla encenou &nbsp;seu poema dramático <i>Onaniana</i>, em 1990.</p>
<p>Foi escolhido por Afrânio Coutinho para escrever o verbete “Literatura do Espírito Santo” em sua <i>Enciclopédia de Literatura Brasileira</i> (Oficina Literária Afrânio Coutinho/Fundação de Assistência ao Estudante,1990 ), na qual mereceu inclusão como escritor.</p>
<p>Citado como escritor e crítico na <i>História da Literatura Brasileira</i>, de Carlos Nejar (São Paulo: Leya, 2011), honra que se repetiu na 3ª edição da mesma obra, pela Editora Unisul, em 2014.<span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"> </span></p>
<p>Assis Brasil também lhe concedeu verbete em <i>A Poesia Espírito-santense no século XX</i> (Rio de Janeiro, Imago; Vitória, Secretaria de Estado de Cultura e Esportes, 1998).</p>
<p>Colaborou em diversos jornais brasileiros, entre eles <i>Folha de São Paulo</i>, <i>Zero Hora</i>, &nbsp;<i>Suplemento Literário de Minas Gerais</i>, <i>A Gazeta</i> e <i>A Tribuna</i>.</p>
<p>Orgulha-se, especialmente, de A Essência da Poesia, publicado na <i>Revista Brasileira</i>, da Academia Brasileira de Letras (Rio de Janeiro: Fase VII, outubro-novembro-dezembro de 1996, Ano III, nº 9, p.48). Assim como de As Metamorfoses do Homem, também estampado na <i>Revista Brasileira</i>, da Academia Brasileira de Letras (Rio de Janeiro: Fase VIII, abril-maio-junho de 2015, Ano IV, nº 83, p.191).<span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"> </span></p>
<p>Pertence à Academia Espírito-santense de Letras e ao Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo. Profissionalmente, é psicólogo clínico.</p>
<p>Sua excursão argonáutica mereceu os seguintes comentários:</p>
<p>Assis Brasil (<i>A Poesia Espírito-santense no século XX</i>, p. 210): “a poesia de Oscar Gama Filho, em especial seu quarto livro, de 1988, <i>O Despedaçado ao espelho</i>, é de feição original, recursos técnicos e de linguagem personalíssimos, num momento em que voltamos ao academicismo das fórmulas, das costumeiras metáforas e&#8230; do soneto. Nada contra a coinvenção de Petrarca, mas é raro um poeta, hoje, época algo sincretista — como o foi o começo do século — criar os seus próprios recursos de expressão.”</p>
<p>Afrânio Coutinho (orelha de <i>Razão do Brasil</i>): “A obra de Anchieta é analisada com a maior penetração, como jamais fora feito antes. Livro original e destinado a ser um marco na historiografia brasileira e capixaba.”</p>
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<b><span style="color: #660000;">© 2017&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação <b>sem prévia autorização</b> dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
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		<title>Ana Cristina Costa Siqueira &#8211; Biobibliografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 19:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ana Cristina Costa Siqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ana Cristina Costa Siqueira nasceu em Juiz de Fora, Minas Gerais. Chegou ao Espírito Santo em março de 1977, por ocasião de uma transferência de seu pai, militar da ativa, deixando a cidade de Cáceres (MT), onde viveram dois anos. Ana e a família estabeleceram-se em Vila Velha, quando não existiam ainda os grandes edifícios [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://3.bp.blogspot.com/-KCd_D4dhzgI/Wt91-j2pRgI/AAAAAAAASzs/8LzMbIaZp50Y_EPZ9jX1XvBuWNFJYJjuQCLcBGAs/s1600/Ana%2Bcristina%2BCosta%2BSiqueira-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" data-original-height="1600" data-original-width="773" height="640" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Ana2Bcristina2BCosta2BSiqueira-2.jpg" class="wp-image-5314" width="308" /></a></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<p>
Ana Cristina Costa Siqueira nasceu em Juiz de Fora, Minas Gerais. Chegou ao Espírito Santo em março de 1977, por ocasião de uma transferência de seu pai, militar da ativa, deixando a cidade de Cáceres (MT), onde viveram dois anos. Ana e a família estabeleceram-se em Vila Velha, quando não existiam ainda os grandes edifícios na orla da praia. Ao desembarcarem na antiga rodoviária do Parque Moscoso, a maresia lhe trouxe o ar salgado da Ilha – este foi seu primeiro contato com o mar. Estudou na Universidade Federal do Espírito Santo, período em que iniciou suas publicações literárias. Publicou poemas na revista alternativa <i>Poisé</i> (DEC/UFES, 1983) e, mais tarde, na Revista <i>Letra</i>, nº 7, editada pela Fundação Ceciliano Abel de Almeida, UFES, 1987). Tem crônicas poéticas, poemas e artigos publicados nos jornais <i>A Tribuna</i> e <i>A Gazeta</i> (Pensar/encarte semanal). Escreveu <i>Poema Deitado no Seu Peito, Um Jogo de Amarelinha</i>, lançado em 2012 pela Scortecci Editora; obra que reúne poemas, crônicas e uma narrativa, apontando, inclusive, para o gênero epistolar. Sua linguagem, imagética, flui da poesia à prosa, quase sempre inspirada na ilha de Vitória e em sua convivência atípica com escritores locais. Publicou seus textos em diversas antologias, nacionais e internacionais. Recebeu reconhecimentos por sua produção literária, no Brasil e no Exterior.</p>
<p>
<b>Formação acadêmica</b></p>
<p>Letras-Português.<br />
Pós-Graduação em Estudos Linguísticos/ Especialização (UFES).</p>
<p>
<b>Dados profissionais</b></p>
<p>Professora concursada, ingressou na rede estadual de ensino em outubro de 1990. Lecionou Língua Portuguesa e Literatura Brasileira para o Ensino Médio, atuando também no Ensino Fundamental; na rede pública do município, lecionou num período de dois anos (2001 e 2002). Aposentada.</p>
<p>
PUBLICAÇÕES</p>
<p><b>Livros</b></p>
<p><i>Poema deitado no seu peito: um jogo de amarelinha</i>. São Paulo: Scortecci, 2012<br />
[ISBN 978-85-366-2860-8]</p>
<p><i>Sei que me dirás</i>. Astorga: Sahar,&nbsp; 2017. [“Prêmio ASA&nbsp; &#8211;&nbsp; 2017 &#8212;&nbsp; A.C.I.M.A.&nbsp; Sahar&nbsp; &#8212; Alternativa” ISBN :&nbsp; &nbsp;978-85-68817-11-7]</p>
<p><b>Co-autorias</b><br />
<b><br /></b><i>Vozes e Voci</i>, Antologia Bilíngue. Italiano e Portoghese. Edizione Mandala, 2012.</p>
<p>ALCOFORADO, Jô Mendonça. Antologia Internacional Brasileiros em verso e prosa. João Pessoa:<br />
Editora Universitária da UFPB, 2012.</p>
<p><i>A Literatura das Mulheres da Floresta&nbsp;</i>(antologia)<i>. São Paulo:</i>&nbsp;Scortecci, 2013.</p>
<p><i>Pensieri in Parole</i>, Antologia Bilíngue (antologia). Itália: Mandala, 2014.</p>
<p><i>Lindas Lendas Brasileiras</i>&nbsp;(antologia). São Paulo: Scortecci, 2014.</p>
<p><i>Fernando Pessoa e Convidados</i>&nbsp;(antologia). Mágico de Oz, 2014.</p>
<p><i>Florbela Espanca e Convidados</i>&nbsp;(antologia). Mágico de Oz, 2014.</p>
<p><i>Pablo Neruda e Convidados</i>&nbsp;(antologia). Mágico de Oz, Empreendimentos Editoriais, 2014.</p>
<p>AMORIM, Josane Mary.&nbsp;<i>I Antologia Bilíngue Brasil-Holanda.</i>&nbsp;2015.</p>
<p><i>Navegantes&nbsp;</i>(antologia). Mandala, 2014.</p>
<p><i>Madre Terra&nbsp;</i>(antologia). Mandala, 2015.</p>
<p>Amor e Amore (antologia). Mandala, 2016.</p>
<p><i>Vida e Vita&nbsp;</i>(antologia)<i>.</i>&nbsp;Mandala 2017.</p>
<p><b>Crônicas</b></p>
<p>“Melhor é impossível” – publicada no&nbsp; livro&nbsp;&nbsp;<i>Poema deitado no seu peito</i>&nbsp;(2012).<br />
“Crônica para o dia dos pais” – publicada no livro&nbsp;&nbsp;<i>Poema deitado no seu peito</i>&nbsp;(2012).</p>
<p><b>Contos</b></p>
<p>“Configurações” –&nbsp; em&nbsp;<i>Poema deitado no seu peito</i>&nbsp;(2012).<br />
“Blindagem” &#8211;&nbsp; Antologia&nbsp; NAVEGANTES. A.C.I.M.A ( 2014).<br />
“Cidade Fria” &#8211;&nbsp; publicado pela Mágico de OZ&nbsp; Empreendimentos Editoriais,&nbsp; Ilha da Madeira&nbsp; &#8211; Portugal, na Antologia “Fernando Pessoa e convidados” (2014). “Cidade Fria” também foi publicado na antologia NAVEGANTES, da A.C.I.M.A e&nbsp; na&nbsp; I Antologia Holanda-Brasil, em 2014.</p>
<div>
</div>
<p><b>Revistas</b></p>
<p><i>Poisé </i>(DEC/UFES, 1983) &#8211; “Pensamento” (poema).<br />
Revista <i>Letra</i>, do Grupo Letra (Fundação Ceciliano Abel de Almeida/Ufes, 1987) -“Fecho estas páginas”, “Êxtase”, “Ocasião” – poemas.</p>
<p><b>Jornais</b></p>
<p><i>A Tribuna</i></p>
<p>&#8220;Linguagem e Expressividade&#8221;&nbsp; &nbsp;(2003);<br />
“Muito apelo, nenhuma transformação positiva”&nbsp; (junho, 2003);<br />
“Educação: visão além dos limites”&nbsp; &nbsp;(agosto 2003)<br />
“Uma visão pouco otimista”&nbsp; &nbsp; &nbsp;(agosto, 2003)<br />
“Crônicas, poesia e bate-papo”&nbsp; (janeiro, 2004)<br />
“Quem são nossos heróis?”&nbsp; (maio, 2005)<br />
“Educar para o futuro”&nbsp; (outubro, 2005)<br />
“Lugar para encontro&nbsp; de&nbsp; indivíduos” (2005/2006)<br />
Referências à “Geração Copy Cola”&nbsp; (julho, 2006)<br />
“Sobre&nbsp; ler, escrever&nbsp; e&nbsp; ensinar”&nbsp; (setembro, 2006)<br />
“Em defesa da concepção do belo”&nbsp; (junho, 2010)<br />
“A&nbsp; curiosa teia&nbsp; dos&nbsp; diálogos”&nbsp; (2010)<br />
“Reunião de&nbsp; escritores&nbsp; na&nbsp; Biblioteca&nbsp; Pública”&nbsp; ( junho, 2010)<br />
“Lirismo&nbsp; doce&nbsp; e&nbsp; cortante”&nbsp; (2005/2006)<br />
“Falando de cartas” (paixões literárias)&nbsp; (2010)</p>
<p><i>A Gazeta</i> – Caderno&nbsp; PENSAR</p>
<p>“É proibido proibir?” – As&nbsp; diferentes&nbsp; faces&nbsp; da&nbsp; censura (outubro, 2011) &#8211; artigo<br />
“Rastro Prateado” – Claire de lune&nbsp; (2011/2012)- poema<br />
“A alma das nossas ruas” (2012) &#8211; poema<br />
“Escolha:&nbsp; da crônica ao poema” (outubro, 2012) &#8211; poema<br />
“Poema&nbsp; deitado&nbsp; no&nbsp; seu&nbsp; peito”&nbsp; &#8211; fragmento&nbsp; (abril, 2013) – poema&nbsp; publicado<br />
com artigo de Oscar Gama Filho.</p>
<p><b>Outras publicações</b></p>
<p>“Tertúlia&nbsp; capixaba” &#8211;&nbsp; artigo publicado no livro <i>Poema deitado no seu peito</i> (2012).<br />
“Por Nina,&nbsp; leitura infindável” &#8211;&nbsp; artigo publicado no livro&nbsp;<i>Poema deitado no seu peito</i>&nbsp;(2012).<br />
“Diana no Natal, apenas um comentário” &#8211;&nbsp; artigo&nbsp; publicado em&nbsp;<i>Poema deitado no seu peito</i>&nbsp;(2012).<br />
“Um, dois três e&#8230;” – artigo&nbsp; publicado&nbsp; Facebook/&nbsp; https://www.facebook.com/anacristinahrpoetisa<br />
“Hora fatídica” &#8211;&nbsp; crônica publicada&nbsp; no&nbsp; blog: <i>Diário de uma escritora</i> – https://anacristinacostasiqueiraescritora.blogspot.com</p>
<p>
<b>Reconhecimentos e premiações</b></p>
<p>Prêmio A.C.I.M.A 2013 &#8211; pela contribuição à cultura mundial, a dedicação e o empenho artístico demonstrado com o valor e a sinceridade da própria obra.</p>
<p>Menzione d’onore&nbsp; per l’opera “Pequena Crônica”. Concorso Letterario Internazionale&nbsp; PENSIERI &amp; PAROLE 2013. Millano, 24 de giugno 2013.<br />
Associazione Culturale Internazionale Mandala.</p>
<p>Atestado de participazione &#8211; Progetto NAVEGANTES 2014. A.C.I.M.A.</p>
<p>PREMIO SPECIALE conferito a opera BLINDAGEM (conto) – 3º Concorso Letterario Internazionale, NAVEGANTES, 2014. A.C.I.M.A.</p>
<p>PREMIO A.C.I.M.A. 2015, “Per il meraviglioso contributo umano apportato alla diffusione e alla valorizzazione dell’arte e dela cultura brasiliana in Italia e in Europa”.</p>
<p>Prêmio Literário Internacional ASA 2017, conferido ao livro SEI QUE ME DIRÁS (poemas). Associazione Culturale Internazionale Mandala e Sahar Editora Alternativa.</p>
<p></p>
<blockquote class="tr_bq">
<div style="text-align: center;">
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</blockquote>
<p><b>&#8212;&#8212;&#8212;</b><br />
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<b>&#8212;&#8212;&#8212;</b></p>
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		<title>Cristiano Ferreira Fraga &#8211; Biobibliografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2016 20:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Cristiano Ferreira Fraga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Christiano Ferreira Fraga nasceu a 7 de agosto de 1892 em Campos, RJ e faleceu em 6 de janeiro de 1984, em Vitória . Filho do prof. José Moreira Fraga e da prof. Lídia Moreira Fraga. Curso primário e secundário em Campos e de Medicina no Rio. Aí clinicou alguns anos, e depois em Minas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://1.bp.blogspot.com/-nrOVTpbc85A/WOp7_rqDoTI/AAAAAAAAMWo/XLx7_KyDpOkG1vil096MxfFaxk1tmOu8gCLcB/s1600/Christiano-retrato.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="400" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Christiano-retrato.jpg" class="wp-image-5361" width="278" /></a></div>
<p>Christiano Ferreira Fraga nasceu a 7 de agosto de 1892 em Campos, RJ e faleceu em 6 de janeiro de 1984, em Vitória . Filho do prof. José Moreira Fraga e da prof. Lídia Moreira Fraga. Curso primário e secundário em Campos e de Medicina no Rio. Aí clinicou alguns anos, e depois em Minas Gerais e São Paulo, fixando-se mais tarde no Espírito Santo, onde foi também professor de ensino secundário e superior, diretor geral de Saúde Pública, secretário de Saúde e Assistência, diretor da Faculdade de Filosofia da Ufes. Representante do Estado na V Conferência Nacional de Educação (1933), na I Conferência Nacional de Educação e Saúde (1941), na I Semana de Orientação Educacional em Curitiba (1952), e no I Congresso Brasileiro de Sociologia em Curitiba (1954). Membro de várias instituições culturais entre elas o Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo e a Academia Espírito-santense de Letras.</p>
<p>Desde os tempos de estudante escreveu para a imprensa periódica, em Campos, RJ, São Paulo e Vitória, ES.</p>
<p>
BIBLIOGRAFIA PARCIAL</p>
<p><b>Letras</b></p>
<p>Supremacia da cultura francesa (1951);<br />
Ceciliano Abel de Almeida, memorialista de <i>O desbravamento das selvas do Rio Doce.</i>&nbsp;(1959);<br />
João Ribeiro, historiador e filólogo (1960);<br />
O diário de Helena Morley (1960);<br />
Guimarães Rosa no <i>Grande Sertão: veredas </i>(1962);<br />
Olavo Bilac, poeta e prosador (1966);<br />
Euclides da Cunha no centenário de nascimento (1966);<br />
José Veríssimo e a história da literatura brasileira (1966);<br />
Com a palavra (reunião de 5 conferências: do Folclore capixaba; Machado de Assis tradutor e traduzido; Romancistas do Espírito Santo; Caças e cadas no Espírito Santo; e A pintura na Espanha (1972))<br />
<i>Lembranças (contos, casos, versos)</i>. Rio de Janeiro, Gráfica Olímpica Editora, 1978.</p>
<p><b>Em colaboração:</b><br />
<i><br /></i><br />
<i>Torta capixaba</i> &#8211; antologia. Vitória: âncora, 1962.<br />
<i>Literatura contemporânea</i>. Vitória: Ufes, 1965.<br />
<i>Curso de Folclore</i>. Vitória: Ufes, 1967.</p>
<p><b>Didática</b></p>
<p>Conhecimento médico-cirúrgico dos brasilíndios &#8211; tese de concurso (1929)<br />
Invasões francesas no Brasil &#8211; tese de concurso (1929)<br />
A pedanálise no ensino brasileiro&nbsp;&#8211; tese de concurso&nbsp;(1932)<br />
O pseudo-dialeto brasileiro &#8211; tese de concurso (1935)<br />
Dez lições de Pedagogia científica (1952)<br />
Orientação educacional (1952)<br />
O programa de Sociologia nos institutos de educação (1954)<br />
O método De Croly (1957)<br />
Apunte etimológico, Greencastle, Indiana: Revista <i>Hispania</i>, de Pauw University, 1959.<br />
Lições de reflexologia pedagógica (1960)<br />
A caminho da independência (1972)<br />
Derrubadas e reflorestamento (1975)</p>
<p><b>Medicina</b></p>
<p>Psicoterapia da verruga (1921)<br />
Alberto Torres e os problemas de saúde pública (1935)<br />
Propaganda e educação sanitária (1940)<br />
Curso de educação da saúde (1941)<br />
Água de Vitória (1956)<br />
Uso e abuso de antibióticos (1957)<br />
Osvaldo Cruz (1962)<br />
Periartrite e radioterapia &#8211; tema livre em congresso da AMES (1960)<br />
O mercúrio voltará &#8211; tema livre em congresso da AMES (1961)<br />
Socialização da Medicina &#8211; tema livre em congresso da AMES (1962)<br />
Medicina psicossocial (1965)</p>
<p>
[In&nbsp;<i>Lembranças (contos, casos, versos)</i>. Rio de Janeiro, Gráfica Olímpica Editora, 1978. Reprodução autorizada pelos herdeiros]</p>
<p>
&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 2017&nbsp;</span></b>Textos com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia autorização</b>&nbsp;dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p></p>
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		<title>Marcos Tavares &#8211; Biobibliografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2016 18:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcos Tavares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nascido em 16 de janeiro de 1957, na Vila Rubim (Vitória &#8211; ES), nela viveu por toda a infância. Filho primogênito, na numerosa prole de Maria Luísa Silva Tavares (doméstica do lar) e José Tavares (ferreiro, serralheiro, garimpeiro), embora parcos os recursos materiais, sua afeição pelos estudos fá-lo aprender, com o pai e as irmãs [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://1.bp.blogspot.com/-cPHvTRHtZbg/WU_b_YvYagI/AAAAAAAAQ-A/7h7xm_DXOJwZGz_tvl6xcxYJGCFn7BlEACLcBGAs/s1600/images.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" data-original-height="231" data-original-width="194" height="320" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/02/images.jpg" class="wp-image-5426" width="268" /></a></div>
<p>Nascido em 16 de janeiro de 1957, na Vila Rubim (Vitória &#8211; ES), nela viveu por toda a infância. Filho primogênito, na numerosa prole de Maria Luísa Silva Tavares (doméstica do lar) e José Tavares (ferreiro, serralheiro, garimpeiro), embora parcos os recursos materiais, sua afeição pelos estudos fá-lo aprender, com o pai e as irmãs (Martha e Elizabeth), a ler já aos quatro anos e a escrever aos cinco anos de idade. Da mãe e da avó assimilou as fábulas e as histórias que ambas narravam. Do pai (militante de esquerda, sindicalista), herdou o gosto pela escrita e a insatisfação com a realidade. Desportista, praticou futebol, luta livre e, até os dias atuais, corrida pedestre.</p>
<p>Na UFES, iniciou cursos de Matemática(1980) e de Economia(1982), inconclusos, época em que ativamente participa de eventos culturais, esportivos e políticos.</p>
<p>Trajetória literária iniciou em 1975, publicando poemas em suplemento (Tribuna Jovem) do jornal <i>A Tribuna</i>. Seguiram-se trabalhos publicados no jornal <i>A Gazeta</i> e na <i>Revista de Cultura</i> da Ufes (num encarte, com conto premiado, em 1980), bem como na coletânea <i>Ofício da palavra</i> (org. pela Profª. Deny Gomes, da Ufes), resultante de uma oficina literária. Sua obra mais amadurecida consta, sobretudo, na revista <i>Letra</i>, editada por grupo literário, homônimo, do qual, com destacados intelectuais, fez parte. Em 1983, em concurso da Fundação Ceciliano Abel de Almeida (FCAA), recebeu menção honrosa com o livro <i>Vintecontos</i>, publicado em 1987, já com o título <i>No escuro, armados</i>, numa coedição entre essa FCAA e a Editora Anima (RJ). Projeto apresentado à Lei Rubem Braga/PMV propicia publicação do livro de poemas (<i>Gemagem</i>, Ed. Flor&amp;cultura, 2005). Neste o poema visual intitulado “Poluição”, que é examinado, para fins de TCC, pelo perspicaz André Serrano (UFES). Coautor de livro (<i>Uma, Duas, Três Histórias Infantis</i>, UFES, 1989) considerado “altamente recomendável” pela FNLIJ, conto seu (Fadações), aí incluso, torna-se objeto de arguto estudo crítico por Yan Siqueira, aluno de Mestrando.</p>
<p>Antes de, em concurso público (1984), ser aprovado para a função de Auditor tributário (SEFAZ-ES), diversos ofícios exerceu, entre eles: auxiliar de tipografia, encadernador, auxiliar de tornoaria (de madeira), auxiliar de serralheria, ajudante de oficina mecânica, secretário de padre (CEB), cobrador de promissórias, estoquista, estagiário e professor substituto. Carreira pública iniciada em Dores do Rio Preto(ES), matrimônio com a nativa Joana Bazani Valadão resulta em dois filhos (Renato,1991; Vitor,1992). Nesse lugar atua na política-partidária, como oposição; incrementa esporte, arte e cultura; defende animais e o meio ambiente; funda e redige periódicos (<i>DROP´s</i>, <i>Tribuna Riopretense</i> e <i>Força Jovem</i>), sem jamais perder com a Capital o vínculo literário, sempre mantendo contato epistolar ou eventual colaboração. Nesse período (1988-1991), gradua-se em Letras (UEMG-Carangola).</p>
<p>Divorciado, à sua terra natal retorna em fins de 2007. Uma nova união (com Andréia P. Gardiman) resulta num terceiro filho (Vitório Augusto, 2011).</p>
<p>Em prol da leitura e da escrita, participa de eventos diversos, como oficina literária (Secult, 2004/2005) ministrada em escolas públicas, palestras conforme seu projeto GEMAGEM, realizações do premiado projeto Viagem pela Literatura (PMV) e outros (seminários, mesas-redondas, bate-papo, sempre enfocando o Autor capixaba).</p>
<p>Tanto por jus a premiações quanto por convites, participa de algumas coletâneas (<i>Contos Capixabas</i>; <i>Uma, Duas, Três Histórias Infantis</i>; séries Palavras da Cidade e Escritos de Vitória, PMV; <i>Poetas do Espírito Santo</i>; <i>34 Poetas Daqui Mesmo</i>; Edital de Contos / Secult, 2004; Clepsidra, Bravos Companheiros e Fantasmas 5) e de revistas (<i>Letra</i>, <i>Imã</i>, <i>Cuca</i>, <i>Você</i>, <i>AEL</i>), além de recitais. Consta no <i>Catálogo Letras Capixabas em Arte</i>, 2009. Membro, por vários anos (2002 – &nbsp; &nbsp; ), do seleto colégio eleitoral do Prêmio Multicultural Estadão. Em 2017 reedita, com fortuna crítica e revisão, o volume <i>No escuro, armados</i> (contos). Para a Academia Espírito-santense de Letras (AEL) eleito, em 2011, assume a Cátedra nº 15.</p>
<div>
</div>
<p></p>
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Visite o <b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/marcos-tavares-repertorio-literario/" target="_blank" rel="noopener">Repertório Literário</a></b> deste autor.</div>
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		<title>Marcelino Duarte &#8211; Biobibliografia</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2016 18:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelino Duarte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No verbete Marcelino Pinto Ribeiro Duarte&#160;do Dicionário Bibliográfico Brasileiro de Sacramento Blake consta o seguinte: &#8220;Marcelino Pinto Ribeiro Duarte&#160;— Filho de Marcelino Pinto Ribeiro Pereira e nascido na vila da Serra, província do Espírito Santo, faleceu a 7 de junho de 1860 em avançada idade, na cidade de Niterói, sendo presbítero secular, vigário colado da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>
No verbete <b>Marcelino Pinto Ribeiro Duarte</b>&nbsp;do <i>Dicionário Bibliográfico Brasileiro</i> de Sacramento Blake consta o seguinte:</p>
<p>&#8220;<b>Marcelino Pinto Ribeiro Duarte</b>&nbsp;— Filho de Marcelino Pinto Ribeiro Pereira e nascido na vila da Serra, província do Espírito Santo, faleceu a 7 de junho de 1860 em avançada idade, na cidade de Niterói, sendo presbítero secular, vigário colado da freguesia de S. Lourenço desta cidade, e cavaleiro da ordem da Rosa e da de Cristo. Foi deputado por sua província na quarta legislatura geral e em várias legislaturas provinciais e exerceu o magistério como lente de latim da vila da Vitória, hoje capital do Espírito Santo, por nomeação de 9 de dezembro de 1815. Cultivou também a poesia, e escreveu:</p>
<p>— <i>Desagravo ou justificação política que perante os bons cidadãos e verdadeiros constitucionais da vila da Vitória contra o pseudo-constitucional partido de poucos facciosos faz</i>, etc. Rio de Janeiro, 1822.</p>
<p>— <i>Elementos de gramática filosófica latina</i>: compêndio novíssimo que, segundo os verdadeiros princípios da gramática universal, compôs para uso de seus alunos. Rio de Janeiro, 1828, in-8°.</p>
<p>— <i>Oração sagrada</i> que por ocasião do solene <i>Te-Deum</i>, oferecido, em ação de graças à recordação da feliz independência do Brasil, recitou, etc. Rio de Janeiro, 1830, 12 págs. in-4°.</p>
<p>— <i>Oração sagrada</i> por ocasião do solene <i>Te-Deum</i> que o leal e heroico povo do Rio de Janeiro fez cantar na igreja matriz de Santa Ana em a tarde de 16 de janeiro de 1830, em ação de graças pela instalação da primeira câmara municipal eletiva. Rio de Janeiro, 1830, 12 págs. in-4°.</p>
<p>— <i>Oração eucarística</i> que no solene <i>Te-Deum</i> em ação de graças ao faustoso reconhecimento da maioridade de sua majestade imperial o senhor D. Pedro II e sua gloriosa exaltação ao trono do Brasil, recitou na igreja matriz da cidade de Niterói no dia 16 de agosto de 1840, Rio de Janeiro, 1840, 15 págs. in-8°.</p>
<p>— <i>Ata</i> de 27 de outubro de 1828 do colégio eleitoral da cidade da Vitória e sua análise. Vitória, 1829, 5 págs. in-4°.</p>
<p>— Derrota de uma viagem feita para o Rio de Janeiro em 1817 — Publicada no <i>Jardim Poético</i> de J. M. Pereira de Vasconcelos, tomo 1°, págs. 39 a 63. É em verso.</p>
<p>— <i>Ode a seus bons patrícios e amigos por ocasião de sua chegada à cidade da Vitória</i>, em 1850 — Idem, págs. 95 a 98. Na série ou tomo 2° acham-se ainda estas poesias: <i>Ode a D. João VI</i>; <i>Retrato</i>; <i>Liras</i> (duas); <i>Epístolas</i> (duas); <i>Glosas</i>.</p>
<p>O padre Ribeiro foi um político exaltado, sendo por isso perseguido. Colaborou nas folhas da época que pugnavam pelo partido Caramuru, e escreveu uma comédia contra o cônego Januário da Cunha Barbosa, assim como alguns avulsos contra os membros do partido contrário.&#8221;</p>
<p>[<i>Dicionário Bibliográfico Brasileiro</i>, vol. 6, p. 215-6, Conselho Federal de Cultura, Rio de Janeiro, 1970]</p>
<p></p>
<p>O post <a href="https://estacaocapixaba.com.br/marcelino-duarte-biobibliografia/">Marcelino Duarte &#8211; Biobibliografia</a> apareceu primeiro em <a href="https://estacaocapixaba.com.br">Estação Capixaba</a>.</p>
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