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	<title>Arquivos biografia &#8902; Estação Capixaba</title>
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	<title>Arquivos biografia &#8902; Estação Capixaba</title>
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		<title>Tércio Ribeiro de Moraes &#8211; Biobibliografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 23:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tércio Ribeiro de Moraes. Arquivo da família. Tércio Ribeiro de Moraes nasceu em Vitória, em 23 de novembro de 1955, e morreu também em Vitória, em 4 de maio de 2008. Desde cedo dedicou-se à literatura, tanto em verso como em prosa. Sua peça infantil, No reino do rei reinante, escrita aos 12 anos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
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<td style="text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-WFpS2YgAoao/WiXDd3wuC2I/AAAAAAAASUw/NmSfemV0QIk27pmtfc2YDe2zTEJq9QcrgCLcBGAs/s1600/Retrato%2B12.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img fetchpriority="high" decoding="async" alt="Arquivo da família." border="0" data-original-height="1055" data-original-width="1360" height="496" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Retrato2B12.jpg" class="wp-image-5092" title="Arquivo da família." width="640" /></a></td>
</tr>
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<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Tércio Ribeiro de Moraes. Arquivo da família.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Tércio Ribeiro de Moraes nasceu em Vitória, em 23 de novembro de 1955, e morreu também em Vitória, em 4 de maio de 2008. Desde cedo dedicou-se à literatura, tanto em verso como em prosa. Sua peça infantil, No reino do rei reinante, escrita aos 12 anos e encenada aos 15, teve montagens em 1970, 1980 e 1997. Foi poeta prolífico, mas só publicou um livro, Poemas terceiros, em 2001. A Série ESTAÇÃO CAPIXABA pretende lançar toda a sua poesia em dois volumes. O livro online Também e sempre e antes e nunca, que sai agora em 2017, reúne os textos inseridos em Poemas terceiros mais uma parte dos inéditos. O restante de sua poesia será publicado em livro impresso em 2018 com o título Meu olhar ácido e lisérgico. A organização de ambos os livros é de Reinaldo Santos Neves.</p>
<blockquote class="tr_bq">
<div style="text-align: center;">
Visite o&nbsp;<b><a href="https://www.estacaocapixaba.com.br/2017/09/tercio-ribeiro-de-moraes-repertorio/" target="_blank" rel="noopener">Repertório Literário</a></b>&nbsp;deste autor.</div>
</blockquote>
<p><b>&#8212;&#8212;&#8212;</b><br />
<b><span style="color: #660000;">© 2017 Estação Capixaba.&nbsp;</span></b>A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia&nbsp;autorização&nbsp;</b>representa desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
<b>&#8212;&#8212;&#8212;</b></p>
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		<title>[O autor]</title>
		<link>https://estacaocapixaba.com.br/o-autor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 20:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tércio de Moraes. Acervo da família. O autor, 45, solteiro, é capixaba da Praia do Canto, onde mora desde o primeiro ano de idade até os dias atuais. Como todos de sua geração, sofre com a demolição de quase todos os casarões do bairro e tem saudade do mar batendo na calçada da Saturnino de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-YrY7cHnJiJ4/WihCaFgq83I/AAAAAAAASiI/CBLw7CzTf1AD1dygivKiILzurr5TafX7QCLcBGAs/s1600/Retrato%2B12.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" alt="Tércio de Moraes. Acervo da família." border="0" data-original-height="1055" data-original-width="1360" height="496" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Retrato2B12-1.jpg" class="wp-image-5094" title="Tércio de Moraes. Acervo da família." width="640" /></a></td>
</tr>
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<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Tércio de Moraes. Acervo da família.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>
O autor, 45, solteiro, é capixaba da Praia do Canto, onde mora desde o primeiro ano de idade até os dias atuais. Como todos de sua geração, sofre com a demolição de quase todos os casarões do bairro e tem saudade do mar batendo na calçada da Saturnino de Brito, a rua das castanheiras.</p>
<p>Sua formação acadêmica é a de técnico agrícola, cursado em Santa Teresa.</p>
<p>Desde a alfabetização, na Escola Ângela de Brienza, demonstrou grande prazer pela leitura e pela escrita de ficção. Na adolescência, descobriu a poesia e o teatro, quando, em 1970, aos 14 anos de idade, escreveu e montou a peça infantil No reino do rei reinante.</p>
<p>Além de se envolver com literatura, gosta de caminhar no calçadão da Praia do Canto e de tomar Coca-Cola em algum lugar silencioso.</p>
<p>Este livro, de tão largo espectro no tempo, é uma tentativa de diálogo alma-alma.</p>
<p>
*Texto da contracapa do livro <i>Poemas terceiros</i>, 2001.</p>
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<b>&#8212;&#8212;&#8212;</b><br />
<b><span style="color: #660000;">© 2017&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia&nbsp;autorização&nbsp;</b>dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
<b>&#8212;&#8212;&#8212;</b><br />
<b><br /></b></div>
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		<title>Autor / obra (por Tércio Moraes)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 20:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tércio Moraes, julho de 1999. Acervo da família. Sou capixaba da Praia do Canto, onde moro desde o primeiro ano de vida. A infância foi de partidas de futebol, de nadar na praia, de brincar nos morros. Mas a infância foi, também, com a alfabetização, a descoberta da literatura, do ler e do escrever. Nessa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-Q8xZ4bQGe2c/Wig1M4vXUjI/AAAAAAAASh4/Gv5vQe102eQuMx-e5vzx7-3xLwkJlOyCgCLcBGAs/s1600/Retrato%2B8-Jul.99.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" alt="Tércio Moraes, julho de 1999. Acervo da família." border="0" data-original-height="1158" data-original-width="750" height="640" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Retrato2B8-Jul.99.jpg" class="wp-image-5096" title="Tércio Moraes, julho de 1999. Acervo da família." width="412" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Tércio Moraes, julho de 1999. Acervo da família.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Sou capixaba da Praia do Canto, onde moro desde o primeiro ano de vida. A infância foi de partidas de futebol, de nadar na praia, de brincar nos morros.</p>
<p>Mas a infância foi, também, com a alfabetização, a descoberta da literatura, do ler e do escrever. Nessa época, li romances de aventuras, coisas como Alexandre Dumas, Júlio Verne, Edgar Rice Burroughs, e outros.</p>
<p>No final da infância li toda a literatura infantil de Monteiro Lobato.</p>
<p>Escrevia textos humorísticos curtos, redações elogiadas na escola.</p>
<p>Com a adolescência, veio a descoberta do mundo. Vieram as primeiras namoradas, os primeiros amores platônicos. E a descoberta dos autores do que eu considero o grande momento da literatura universal, a literatura europeia situada entre a metade do século XIX e a metade do século XX, e a literatura hispano-americana que surgiu depois dessa fase.</p>
<p>Década de 1970, o mundo ocidental em revolução, os hippies, a arte em convulsão. Observei e participei ativamente desse movimento.</p>
<p>Foi a época de escrever pequenos textos surrealistas, poemas e teatro.</p>
<p>Foi a época em que adaptei um desses textos surrealistas para o teatro e escrevi e montei, em 1970, aos catorze anos de idade, a peça infantil <i>No reino do rei reinante</i>. Esta peça foi sucesso de público e foi elogiada e premiada dentro e fora do estado, em diversas montagens.</p>
<p>Escrevi outra peça infantil – <i>O romance de Magma e Mirilim</i> – que nunca foi montada.</p>
<p>A minha formação acadêmica é a de técnico agrícola, curso feito em Santa Teresa. Fiz, também, a metade do curso de agronomia em Alegre.</p>
<p>Na biblioteca da Escola Agrícola, conheci H.G. Wells e Lin Yutang.</p>
<p>O tempo passou voraz. Em 2001 publiquei um livro de poemas – <i>Poemas terceiros</i>. Uma seleção de quase toda a poesia que tinha escrito.</p>
<p>Agora fiz esta seleção de poemas escritos entre 1999 e 2003. Considero-os mais maduros.</p>
<p>Continuo escrevendo poesia e contos. Estou escrevendo, também, uma peça para teatro adulto.</p>
<p>Aos 48, solteiro, além de ler e escrever, gosto de caminhar no calçadão da Praia do Canto, olhando o horizonte, olhando o Convento, olhando para a frente.</p>
<p>Ilha de Vitória, 20 / MAR / 2004<br />
Tércio Ribeiro de Moraes</p>
<p>*Texto escrito para um segundo livro de poemas, <i>Século</i>, que não chegou a ser publicado.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 2017&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia autorização</b>&nbsp;dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p></p>
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		<title>Perfil biográfico (por Tércio Moraes)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 18:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tércio Ribeiro de Moraes nasceu em 23 de novembro de 1955, em Vitória, capital do Estado do Espírito Santo. Escreveu duas peças teatrais: No reino do rei reinante e O romance de Magma e Mirilim. A primeira, No reino do rei reinante, escrita em 1970, é uma adaptação, feita por ele mesmo, de um pequeno [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://1.bp.blogspot.com/-HSPimEqF6gM/WibGj7NbfyI/AAAAAAAASbM/ZJ7VMOtQ_LUUKj30mgV83sFCe0iQYQOGACLcBGAs/s1600/Retrato%2B4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Tércio Ribeiro de Moraes. Acervo da família." border="0" data-original-height="557" data-original-width="777" height="457" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Retrato2B4.jpg" class="wp-image-5098" title="Tércio Ribeiro de Moraes. Acervo da família." width="640" /></a></div>
<p>Tércio Ribeiro de Moraes nasceu em 23 de novembro de 1955, em Vitória, capital do Estado do Espírito Santo.</p>
<p>Escreveu duas peças teatrais: <i>No reino do rei reinante</i> e <i>O romance de Magma e Mirilim</i>.</p>
<p>A primeira, <i>No reino do rei reinante</i>, escrita em 1970, é uma adaptação, feita por ele mesmo, de um pequeno conto de sua própria autoria, em pleno movimento contracultural do mundo ocidental de então, do qual participou e o qual acompanhou ativamente. A segunda, <i>O romance de Magna e Mirilim</i>, escrita em 1984 e revisada em 1999, foi um texto produzido diretamente para teatro. A primeira peça foi montada diversas vezes, por diversos grupos locais, nas décadas de 70, 80 e 90, tendo sido premiada com melhor espetáculo infantil na 8ª. Fenata, no Paraná, no início da década de 80. A segunda é inédita.</p>
<p>Sua formação acadêmica é de 2º. grau completo, sendo que o 2º. grau consta de um curso de técnico agrícola feito numa escola-fazenda no interior do estado, onde morou por três anos. Tem o 3º. grau incompleto, pois estudou agronomia, sem chegar a se formar, também no interior do Estado, onde também veio a morar, no final da década de 70.</p>
<p>Sua formação informal foi de literatura, tendo o hábito de ler e escrever desde a infância – cultivado até hoje.</p>
<p>Sempre escreveu contos e poesias. Suas influências nesta área vão de Hermann Hesse à literatura chinesa e indiana, os autores ingleses, russos, franceses e americanos do início do século – sendo Ernest Hemingway um dado marcante – podendo-se citar, dessas nacionalidades, outros autores, como Virginia Woolf, J.R.R. Tolkien, Lewis Carroll, H.G. Wells, Tchekhov, Dostoievski, Tolstoi, Balzac, etc., sem esquecer do alemão Thomas Mann e outros, entre os quais o polonês Witold Gombrowicz. Leu, também, os hispano-americanos, principalmente Borges, Cortázar e García Márquez. Em poesia, seus referenciais mais marcantes são Fernando Pessoa e Pablo Neruda (sem esquecer que é um admirador da poesia chinesa).</p>
<p>Considera o romance brasileiro pobre, à exceção do gênio de Guimarães Rosa, dos bons livros de Clarice Lispector e, do, no mínimo curioso, Campos de Carvalho e de poucos outros autores, sem esquecer o que nos rendeu a Semana de 22 – Mário e Oswald de Andrade, etc. Considera ótimos os contistas e poetas brasileiros.</p>
<p>Paradoxalmente, leu poucos textos teatrais – apenas algumas peças de Shakespeare, e, deve-se dizer, assistiu uma ou duas peças da grande Maria Clara Machado, na infância, que, certamente, o influenciaram. Antunes Filho não lhe é estranho, tendo assistido a montagem de <i>Macunaíma </i>sob sua direção.</p>
<p>Na década de 80, trabalhou no que era, na prática, a editora da Universidade Federal do Espírito Santo, na área de literatura – sempre, paradoxalmente, distante do teatro.</p>
<p>Atualmente, solteiro, morando em Vitória, se dedica principalmente à literatura, tendo planos de escrever textos de teatro para adultos, embora se ocupe especialmente de poesia, tendo um livro de poemas em fase de produção gráfica.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 2017&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia autorização</b>&nbsp;dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p></p>
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		<title>Carlos Nejar &#8211; Biobibliografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2017 14:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Nejar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto Franjo Studio, 2017. Carlos Nejar, nome literário do Dr. Luiz Carlos Verzoni Nejar, nasceu em Porto Alegre, é procurador de justiça atualmente aposentado. Radicou-se na “Morada do Vento”, Vitória, Espírito Santo. Colabora semanalmente com uma coluna de domingo do Jornal A Tribuna, o de maior divulgação de Vitória e eventualmente, com artigos em O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-hAjmQN3I1EY/WPYlZSlkcjI/AAAAAAAAMco/FJwZNu88HvEa1H6eiyrzG_NtSxu6aX6ZwCPcB/s1600/Retrato-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Foto Franjo Studio, 2017." border="0" height="266" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Retrato-2.jpg" class="wp-image-5258" title="Foto Franjo Studio, 2017." width="400" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Foto Franjo Studio, 2017.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Carlos Nejar, nome literário do Dr. Luiz Carlos Verzoni Nejar, nasceu em Porto Alegre, é procurador de justiça atualmente aposentado. Radicou-se na “Morada do Vento”, Vitória, Espírito Santo. Colabora semanalmente com uma coluna de domingo do Jornal <i>A Tribuna</i>, o de maior divulgação de Vitória e eventualmente, com artigos em <i>O Globo</i>, do Rio. Pertence à Academia Brasileira de Letras, cadeira n. 4, na sucessão de outro gaúcho, Vianna Moog, tendo sido no ano de 2000, secretário–geral e presidente em exercício. Foi eleito também para a Academia Brasileira de Filosofia, Pen Clube do Brasil e Academia Espírito-santense de Letras. Recebeu a mais alta condecoração de seu estado natal, a Comenda Ponche Verde e, de Minas Gerais, a grande Medalha da Inconfidência, em 2010. Recebeu ainda a Comenda do Mérito Aeronáutico do Rio, e no ano seguinte a Comenda Domingos Martins, da Câmara dos Deputados de Vitória, e em 2015 recebeu a Comenda Vasco Fernandes Coutinho, oferecida pelo Governo Espírito Santo.</p>
<p>Chega aos setenta e sete anos, graças a seu espírito renascentista, com fama de poeta reconhecido, tendo construído uma obra importante em vários gêneros – tanto no romance, quanto no teatro, no conto e na criação infanto-juvenil. Publicou em 2014, agora em 3ª edição, pela Ed. Unisul e Ofício de Letras, sua <i>História da Literatura Brasileira atualizada</i>, onde assinala a marca do ensaísta. É considerado um dos 37 escritores chaves do século, entre 300 autores memoráveis, no período compreendido de 1890-1990, segundo ensaio, em livro, do crítico suíço Gustav Siebenmann (<i>Poesia y poéticas del siglo XX em la América Hispana y El Brasil</i>, Gredos, Biblioteca Românica Hispânica, Madrid, 19970.</p>
<p>Teve sua Poesia Reunida em<i> A Idade da Noite e A Idade da Aurora</i>, (Ateliê editorial de S. Paulo e Fundação da Biblioteca Nacional, 2002) e, ao completar setenta anos, publicou a reunião da maior parte de sua poética, com <i>I. Amizade do mundo</i>; <i>II. A Idade da Eternidade</i> (editora Novo Século, São Paulo, 2009) e <i>Odysseus, o velho</i> (2010).</p>
<p>Suas Antologias foram: <i>De Sélesis a Danações</i> (Ed. Quíron, SP, 1975), <i>A Genealogia da Palavra</i> (Ed. Iluminuras, SP, 1989), <i>Minha voz se chamava Carlos</i> (Unidade Editorial, Prefeitura de PA, RS, 1994), Os Melhores poemas de Carlos Nejar, com prefácio e seleção de Léo Gilson Ribeiro (Ed. Global, S. Paulo, 1998, agora em 2ª edição, 2014); <i>Breve História do Mundo</i> (Antologia, Ediouro, 2003), prefácio e seleção de Fabrício Carpinejar, já esgotado.</p>
<p>Romancista de talento reconhecido pela ousada inventividade, entre suas publicações estão, <i>O Túnel Perfeito</i>, <i>Carta aos loucos</i>, <i>Riopampa, ou o Moinho das Tribulações</i> (Prêmio Machado de Assis, da Fundação da Biblioteca Nacional, em 2000), <i>O Poço dos Milagres</i> (Prêmio para a melhor prosa poética da Associação Paulista de Artes, São Paulo, 2005) e <i>Evangelho segundo o Vento</i>. É autor de Teatro em versos: <i>Miguel Pampa</i>, <i>Fausto</i>,<i> Joana das Vozes</i>, <i>As Parcas</i>, <i>Favo branco</i> (Vozes do Brasil), <i>Pai das Coisas</i>, <i>Auto do Juízo Final – (Deus não é uma andorinha)</i> (Funarte, Rio, 1998).</p>
<p>Saiu também em 2011, pela editora Leya, a 3ª edição de seu livro <i>Viventes</i>, trabalho de mais de trinta anos, espécie de comédia humana em miniatura, e atualmente prepara a sua 4ª edição. Publicou, em 2012, <i>Contos Inefáveis</i> e o romance <i>A negra labareda da alegria</i> (Nova Alexandria, de São Paulo, 2013), <i>A Vida secreta dos gabirus</i> (Record, 2014), <i>Matusalém de Flores</i> (Boitempo, 2014) e <i>O feroz círculo do homem</i> (Letra Selvagem, 2015), romances. Em 2015, foram publicados, na coleção de <i>O Chapéu das Estações</i> (14 volumes, Editora Unisul e Escrituras) os seguintes poemas: volume 1 – Memórias do Porão / Meus estimados vivos; volume 2 – A ferocidade das coisas / Um País / O Coração; volume 3 – A Idade da Aurora &#8211; Fundação do Brasil; volume 4 – Amar: a mais alta constelação / Sonetos do Paiol, ao sul da Aurora / O Inquilino da Urca; volume 5 – Árvore do mundo; volume 6 – Canga (Jesualdo Monte); volume 7 – Casa dos Arreios / Canções / Todas as fontes estão em ti; volume 8 – Danações / Somos Poucos / Velâmpagos (haicais); volume 9 – Livro de Silbion; volume 10 – O Campeador e o Vento / Simón Vento Bolívar; volume 11 – O Chapéu das Estações / Elza dos pássaros, ou a ordem dos planetas / O livro de Gazéis; volume 12 – O Poço do calabouço; volume 13 – Odysseus, o velho; volume 14 – Ordenações. E pela Editora Gazeta, de Santa Cruz do Sul, publicou A Candeia de uma fábula e Lelé e eu, no mesmo ano.</p>
<p>O escritor gaúcho, traduzido em várias línguas, tem sido estudado nas universidades do Brasil e do Exterior.</p>
<p></p>
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<b><span style="color: #660000;">© 2017 Estação Capixaba</span></b>.<br />
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		<title>Oscar Gama Filho &#8211; Biobibliografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jan 2017 12:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Gama Filho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>OSCAR GAMA FILHO, escritor capixaba, nascido em 1958, busca captar a essência dos momentos estéticos justapostos, passados e presentes. Por meio da soma de seus diversos pontos de vista, tenta atingir a completude da arte. Eis um esboço da equação passada: Esforçou-se por alcançar a essência do poema em De Amor à Política (Vitória: edição [&#8230;]</p>
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<a href="https://1.bp.blogspot.com/-5XeMa3ssvWM/WOu8CfZGmEI/AAAAAAAAMYc/GFq2Ed2ZOtMUGwtH6LaNwvMaWiH7mb5UQCLcB/s1600/cypriano041-p.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="400" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2017/01/cypriano041-p.jpg" class="wp-image-5270" width="266" /></a></div>
<p>
OSCAR GAMA FILHO, escritor capixaba, nascido em 1958, busca captar a essência dos momentos estéticos justapostos, passados e presentes. Por meio da soma de seus diversos pontos de vista, tenta atingir a completude da arte. Eis um esboço da equação passada:</p>
<p>Esforçou-se por alcançar a essência do poema em <i>De Amor à Política </i>(Vitória: edição marginal mimeografada, 1979, obra dividida meio a meio com Miguel Marvilla); em <i>Congregação do Desencontro</i> (Vitória: Fundação Cultural do Espírito Santo, 1980); em <i>O Despedaçado ao Espelho</i> (Vitória: Fundação Ceciliano Abel de Almeida/UFES, 1988); &nbsp;em <i>O Relógio Marítimo</i> (Rio de Janeiro: Imago, 2001) e em <i>Ovo Alquímico</i>, escrito com seu filho Alexandre Herkenhoff Gama (São Paulo: Escrituras Editora, 2016).</p>
<p>Procurou o tempo perdido em obras como <i>História do Teatro Capixaba: 395 Anos</i> (Vitória: Fundação Cultural do Espírito Santo/Fundação Ceciliano Abel de Almeida, 1981) e <i>Teatro Romântico Capixaba</i> (Rio de Janeiro-Vitória: Instituto Nacional de Artes Cênicas/Ministério da Cultura, Departamento Estadual de Cultura, Secretaria de Estado da Educação e Cultura, Governo do Estado do Espírito Santo, 1987).</p>
<p>Precisando de outras línguas para auxiliá-lo em sua tarefa, traduziu-se para Rimbaud em <i>Eu Conheci Rimbaud &amp; Sete Poemas para Armar um Possível Rimbaud</i> mesclado com <i>O Barco Ébrio/Le Bateau Ivre</i> (ensaio-tradução-conto-poema, Vitória: Fundação Ceciliano Abel de Almeida, Universidade Federal do Espírito Santo, Departamento Estadual de Cultura, 1989).</p>
<p>Acrescentou sabedoria à sua equação graças à <i>Razão do Brasil em uma sociopsicanálise da literatura capixaba</i> (Rio de Janeiro: José Olympio Editora; Vitória: Fundação Ceciliano Abel de Almeida, 1991).</p>
<p>Percebendo a insuficiência da ótica literária, realizou a exposição de arte ambiental poético-plástica Varais de Edifícios, em 1978, a partir do conceito criado por Hélio Oiticica.</p>
<p>Gravou o disco <i>Samblues</i>, em 1992 — incluído no selo histórico Série Fonográfica do Espírito Santo, da Fundação Cultural do Espírito Santo. Em 2005, lançou o CD <i>Antes do Fim-Depois do Começo</i>, que contém &nbsp;músicas em parceria com Mario Ruy e em que aparece pela primeira vez o invariante eidético universal absoluto: o <i>Ovo Alquímico</i>. As músicas foram executadas pela Ovo Alquímico Samblues Band.</p>
<p>&nbsp;Mas era pouco: dirigiu suas peças <i>A Mãe Provisória</i>, em 1978, e <i>Estação Treblinka Garden</i>, em 1979. Miguel Marvilla encenou &nbsp;seu poema dramático <i>Onaniana</i>, em 1990.</p>
<p>Foi escolhido por Afrânio Coutinho para escrever o verbete “Literatura do Espírito Santo” em sua <i>Enciclopédia de Literatura Brasileira</i> (Oficina Literária Afrânio Coutinho/Fundação de Assistência ao Estudante,1990 ), na qual mereceu inclusão como escritor.</p>
<p>Citado como escritor e crítico na <i>História da Literatura Brasileira</i>, de Carlos Nejar (São Paulo: Leya, 2011), honra que se repetiu na 3ª edição da mesma obra, pela Editora Unisul, em 2014.<span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"> </span></p>
<p>Assis Brasil também lhe concedeu verbete em <i>A Poesia Espírito-santense no século XX</i> (Rio de Janeiro, Imago; Vitória, Secretaria de Estado de Cultura e Esportes, 1998).</p>
<p>Colaborou em diversos jornais brasileiros, entre eles <i>Folha de São Paulo</i>, <i>Zero Hora</i>, &nbsp;<i>Suplemento Literário de Minas Gerais</i>, <i>A Gazeta</i> e <i>A Tribuna</i>.</p>
<p>Orgulha-se, especialmente, de A Essência da Poesia, publicado na <i>Revista Brasileira</i>, da Academia Brasileira de Letras (Rio de Janeiro: Fase VII, outubro-novembro-dezembro de 1996, Ano III, nº 9, p.48). Assim como de As Metamorfoses do Homem, também estampado na <i>Revista Brasileira</i>, da Academia Brasileira de Letras (Rio de Janeiro: Fase VIII, abril-maio-junho de 2015, Ano IV, nº 83, p.191).<span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"> </span></p>
<p>Pertence à Academia Espírito-santense de Letras e ao Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo. Profissionalmente, é psicólogo clínico.</p>
<p>Sua excursão argonáutica mereceu os seguintes comentários:</p>
<p>Assis Brasil (<i>A Poesia Espírito-santense no século XX</i>, p. 210): “a poesia de Oscar Gama Filho, em especial seu quarto livro, de 1988, <i>O Despedaçado ao espelho</i>, é de feição original, recursos técnicos e de linguagem personalíssimos, num momento em que voltamos ao academicismo das fórmulas, das costumeiras metáforas e&#8230; do soneto. Nada contra a coinvenção de Petrarca, mas é raro um poeta, hoje, época algo sincretista — como o foi o começo do século — criar os seus próprios recursos de expressão.”</p>
<p>Afrânio Coutinho (orelha de <i>Razão do Brasil</i>): “A obra de Anchieta é analisada com a maior penetração, como jamais fora feito antes. Livro original e destinado a ser um marco na historiografia brasileira e capixaba.”</p>
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<b><span style="color: #660000;">© 2017&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação <b>sem prévia autorização</b> dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
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		<title>Cristiano Ferreira Fraga &#8211; Biobibliografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2016 20:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Christiano Ferreira Fraga nasceu a 7 de agosto de 1892 em Campos, RJ e faleceu em 6 de janeiro de 1984, em Vitória . Filho do prof. José Moreira Fraga e da prof. Lídia Moreira Fraga. Curso primário e secundário em Campos e de Medicina no Rio. Aí clinicou alguns anos, e depois em Minas [&#8230;]</p>
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<a href="https://1.bp.blogspot.com/-nrOVTpbc85A/WOp7_rqDoTI/AAAAAAAAMWo/XLx7_KyDpOkG1vil096MxfFaxk1tmOu8gCLcB/s1600/Christiano-retrato.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="400" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Christiano-retrato.jpg" class="wp-image-5361" width="278" /></a></div>
<p>Christiano Ferreira Fraga nasceu a 7 de agosto de 1892 em Campos, RJ e faleceu em 6 de janeiro de 1984, em Vitória . Filho do prof. José Moreira Fraga e da prof. Lídia Moreira Fraga. Curso primário e secundário em Campos e de Medicina no Rio. Aí clinicou alguns anos, e depois em Minas Gerais e São Paulo, fixando-se mais tarde no Espírito Santo, onde foi também professor de ensino secundário e superior, diretor geral de Saúde Pública, secretário de Saúde e Assistência, diretor da Faculdade de Filosofia da Ufes. Representante do Estado na V Conferência Nacional de Educação (1933), na I Conferência Nacional de Educação e Saúde (1941), na I Semana de Orientação Educacional em Curitiba (1952), e no I Congresso Brasileiro de Sociologia em Curitiba (1954). Membro de várias instituições culturais entre elas o Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo e a Academia Espírito-santense de Letras.</p>
<p>Desde os tempos de estudante escreveu para a imprensa periódica, em Campos, RJ, São Paulo e Vitória, ES.</p>
<p>
BIBLIOGRAFIA PARCIAL</p>
<p><b>Letras</b></p>
<p>Supremacia da cultura francesa (1951);<br />
Ceciliano Abel de Almeida, memorialista de <i>O desbravamento das selvas do Rio Doce.</i>&nbsp;(1959);<br />
João Ribeiro, historiador e filólogo (1960);<br />
O diário de Helena Morley (1960);<br />
Guimarães Rosa no <i>Grande Sertão: veredas </i>(1962);<br />
Olavo Bilac, poeta e prosador (1966);<br />
Euclides da Cunha no centenário de nascimento (1966);<br />
José Veríssimo e a história da literatura brasileira (1966);<br />
Com a palavra (reunião de 5 conferências: do Folclore capixaba; Machado de Assis tradutor e traduzido; Romancistas do Espírito Santo; Caças e cadas no Espírito Santo; e A pintura na Espanha (1972))<br />
<i>Lembranças (contos, casos, versos)</i>. Rio de Janeiro, Gráfica Olímpica Editora, 1978.</p>
<p><b>Em colaboração:</b><br />
<i><br /></i><br />
<i>Torta capixaba</i> &#8211; antologia. Vitória: âncora, 1962.<br />
<i>Literatura contemporânea</i>. Vitória: Ufes, 1965.<br />
<i>Curso de Folclore</i>. Vitória: Ufes, 1967.</p>
<p><b>Didática</b></p>
<p>Conhecimento médico-cirúrgico dos brasilíndios &#8211; tese de concurso (1929)<br />
Invasões francesas no Brasil &#8211; tese de concurso (1929)<br />
A pedanálise no ensino brasileiro&nbsp;&#8211; tese de concurso&nbsp;(1932)<br />
O pseudo-dialeto brasileiro &#8211; tese de concurso (1935)<br />
Dez lições de Pedagogia científica (1952)<br />
Orientação educacional (1952)<br />
O programa de Sociologia nos institutos de educação (1954)<br />
O método De Croly (1957)<br />
Apunte etimológico, Greencastle, Indiana: Revista <i>Hispania</i>, de Pauw University, 1959.<br />
Lições de reflexologia pedagógica (1960)<br />
A caminho da independência (1972)<br />
Derrubadas e reflorestamento (1975)</p>
<p><b>Medicina</b></p>
<p>Psicoterapia da verruga (1921)<br />
Alberto Torres e os problemas de saúde pública (1935)<br />
Propaganda e educação sanitária (1940)<br />
Curso de educação da saúde (1941)<br />
Água de Vitória (1956)<br />
Uso e abuso de antibióticos (1957)<br />
Osvaldo Cruz (1962)<br />
Periartrite e radioterapia &#8211; tema livre em congresso da AMES (1960)<br />
O mercúrio voltará &#8211; tema livre em congresso da AMES (1961)<br />
Socialização da Medicina &#8211; tema livre em congresso da AMES (1962)<br />
Medicina psicossocial (1965)</p>
<p>
[In&nbsp;<i>Lembranças (contos, casos, versos)</i>. Rio de Janeiro, Gráfica Olímpica Editora, 1978. Reprodução autorizada pelos herdeiros]</p>
<p>
&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 2017&nbsp;</span></b>Textos com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia autorização</b>&nbsp;dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p></p>
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		<title>Olympio Brasiliense: 50 anos de arquitetura em Vitória</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2016 15:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acervo]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Olympio Brasiliense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto do engenheiro Olympio Brasiliense. APRESENTAÇÃO O objeto desse estudo compreende o acervo de projetos arquitetônicos de autoria de Olympio Brasiliense, produzidos a partir de 1925, quando de &#160;sua vinda para Vitória, sendo nossa proposta a realização de inventário, pesquisa de campo preliminar no Município de Vitória, ES, e pesquisa em instituições públicas para complementação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<p></p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/-9hhbOsPkwqg/VrC6uYTdtbI/AAAAAAAAAnk/GkIITw1h-6w/s1600/260%2B%25282%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Projeto do engenheiro Olympio Brasiliense." border="0" height="512" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/02/2602B252822529.jpg" class="wp-image-5387" title="Projeto do engenheiro Olympio Brasiliense." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Projeto do engenheiro Olympio Brasiliense.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>
APRESENTAÇÃO</h3>
<p>
O objeto desse estudo compreende o acervo de projetos arquitetônicos de autoria de Olympio Brasiliense, produzidos a partir de 1925, quando de &nbsp;sua vinda para Vitória, sendo nossa proposta a realização de inventário, pesquisa de campo preliminar no Município de Vitória, ES, e pesquisa em instituições públicas para complementação de informações. Com a morte do autor, o acervo ficou sob a guarda da viúva e filha do engenheiro, que ainda o conservam, e em comum acordo com a família, desenvolveu-se esse projeto para sua divulgação e organização. A pesquisa de campo nos permitiu identificar e documentar fotograficamente a situação atual de parte significativa dos imóveis projetados, assim como confirmar localização. A pesquisa institucional envolveu o Arquivo Público do Espírito Santo, o Arquivo Geral da Prefeitura Municipal de Vitória e Secretaria Municipal de Obras. Outro recurso empregado foi a realização de entrevistas para obter-se novas pistas e informações pessoais e profissionais Finalmente, para enriquecer o Projeto apresentamos alguns documentos relacionados à vida pessoal do engenheiro, assim como algumas entrevistas e artigos. Agradecimentos especiais ao Arquivo Público do Estado do Espírito Santo, ao Arquivo Municipal de Vitória, a Ana Marta Renno, a Regina Piccin Lessa, a Ruth Alves da Silva, a Isabel Costa Moraes, a Ivan Espíndula, Aristides Navarro, a Abílio Neves e a Romeu Vieira de Menezes.</p>
<h3>
FICHA TÉCNICA DO PROJETO</h3>
<h4>
<b><br /></b></h4>
<h4>
<b>Coordenação, organização e preparação de páginas para internet</b></h4>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/maria-clara-medeiros-santos-neves-bio/" target="_blank" rel="noopener">Maria Clara Medeiros Santos Neves (Museóloga)</a></p>
<h4>
<br /><b>Pesquisa, fotografia e inventário</b></h4>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/vanessa-brasiliense-bio-bibliografia/" target="_blank" rel="noopener">Vanessa Brasiliense (Historiadora)</a></p>
<h3>
SUMÁRIO</h3>
<p><b><br /></b><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-biografia/" target="_blank" rel="noopener"><b>Olympio Brasiliense: Biografia</b></a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-imagens-pessoais-e/" target="_blank" rel="noopener"><br /></a><a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-imagens-pessoais-e/" target="_blank" rel="noopener"><b>Documentos pessoais e profissionais</b></a></p>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-50-anos-de_3/" target="_blank" rel="noopener"><b>Relatório do Projeto</b></a><br />
<b><br />
Inventário do acervo:</b><br />
<b><br /></b><br />
<a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVeHlORkN0ckFwVHc" target="_blank" rel="noopener">Plantas de situação &#8211; ID 001-073</a><br />
<a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVRXhmYllCRWRHd2s" target="_blank" rel="noopener">Documentos profissionais &#8211; ID 074-178</a><br />
<a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVMGxPLVl1NXhyWFE" target="_blank" rel="noopener">Documentos Pessoais &#8211; ID 179-230</a><br />
<a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVZWFsRTg5UWpUS2s" target="_blank" rel="noopener">Projetos arquitetônicos &#8211; ID 231-552</a></p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/mapeamento-e-registros-fotograficos-de/" target="_blank" rel="noopener">Mapeamento e registros fotográficos de projetos</a></b></p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-amostra-do-acervo/" target="_blank" rel="noopener">Amostra do acervo de projetos pertencente à família</a></b></p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-amostra-de-acervos/" target="_blank" rel="noopener">Amostra de acervos institucionais</a></b><br />
<b><br /></b><br />
<b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-artigos/" target="_blank" rel="noopener">Artigos</a></b><br />
<b><br /></b><br />
<b>Entrevistas realizadas por Vanessa Brasiliense em 2011 e 2012:</b><br />
<b><br /></b><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-entrevista-com/" target="_blank" rel="noopener">Aldezir Bachour</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-entrevista-com_1/" target="_blank" rel="noopener">Darcília Moysés</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-entrevista-com_96/" target="_blank" rel="noopener">Fernando Achiamé</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-entrevista-com_16/" target="_blank" rel="noopener">Gelson Loiola</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-entrevista-com-ivan/" target="_blank" rel="noopener">Ivan Espíndula Coutinho</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-entrevista-com_80/" target="_blank" rel="noopener">Pedro &nbsp;Maia</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-entrevista-com_83/" target="_blank" rel="noopener">Rosalina S. Brasiliense</a><br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/olympio-brasiliense-entrevista-com_48/" target="_blank" rel="noopener">Zilma Rios</a><br />
<b><br /></b><br />
<b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/roteiro-cartografico-de-lembrancas/" target="_blank" rel="noopener">Roteiro cartográfico de lembranças peregrinas &#8211; Texto de Luiz Guilherme Santos Neves</a></b><br />
<b><br /></b><br />
<b><a href="https://drive.google.com/open?id=0B9YZkbO4qyDVYnF0S2xfNDRXRmc" target="_blank" rel="noopener"><i>A Gazeta</i>, Caderno Pensar, 06/04/2013</a></b></p>
<p>
Veja também <a href="https://estacaocapixaba.com.br/projeto-digitalizacao-do-acervo-olympio/" target="_blank" rel="noopener">Digitalização do Acervo de Olympio Brasiliense</a><br />
<span style="font-size: x-small;"><br /></span><br />
<span style="font-size: x-small;"><br /></span><br />
<span style="font-size: x-small;">[Publicado originalmente no site Estação Capixaba em fevereiro de 2013]</span></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="http://1.bp.blogspot.com/-dUenLKRSoiQ/VrDhnlAKIdI/AAAAAAAAAqg/TBsXmbcEKlY/s1600/marcas_2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="128" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/02/marcas_2.jpg" class="wp-image-5388" width="640" /></a></div>
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		<title>Marcos Tavares &#8211; Biobibliografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2016 18:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biobibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Tavares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nascido em 16 de janeiro de 1957, na Vila Rubim (Vitória &#8211; ES), nela viveu por toda a infância. Filho primogênito, na numerosa prole de Maria Luísa Silva Tavares (doméstica do lar) e José Tavares (ferreiro, serralheiro, garimpeiro), embora parcos os recursos materiais, sua afeição pelos estudos fá-lo aprender, com o pai e as irmãs [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://1.bp.blogspot.com/-cPHvTRHtZbg/WU_b_YvYagI/AAAAAAAAQ-A/7h7xm_DXOJwZGz_tvl6xcxYJGCFn7BlEACLcBGAs/s1600/images.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" data-original-height="231" data-original-width="194" height="320" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/02/images.jpg" class="wp-image-5426" width="268" /></a></div>
<p>Nascido em 16 de janeiro de 1957, na Vila Rubim (Vitória &#8211; ES), nela viveu por toda a infância. Filho primogênito, na numerosa prole de Maria Luísa Silva Tavares (doméstica do lar) e José Tavares (ferreiro, serralheiro, garimpeiro), embora parcos os recursos materiais, sua afeição pelos estudos fá-lo aprender, com o pai e as irmãs (Martha e Elizabeth), a ler já aos quatro anos e a escrever aos cinco anos de idade. Da mãe e da avó assimilou as fábulas e as histórias que ambas narravam. Do pai (militante de esquerda, sindicalista), herdou o gosto pela escrita e a insatisfação com a realidade. Desportista, praticou futebol, luta livre e, até os dias atuais, corrida pedestre.</p>
<p>Na UFES, iniciou cursos de Matemática(1980) e de Economia(1982), inconclusos, época em que ativamente participa de eventos culturais, esportivos e políticos.</p>
<p>Trajetória literária iniciou em 1975, publicando poemas em suplemento (Tribuna Jovem) do jornal <i>A Tribuna</i>. Seguiram-se trabalhos publicados no jornal <i>A Gazeta</i> e na <i>Revista de Cultura</i> da Ufes (num encarte, com conto premiado, em 1980), bem como na coletânea <i>Ofício da palavra</i> (org. pela Profª. Deny Gomes, da Ufes), resultante de uma oficina literária. Sua obra mais amadurecida consta, sobretudo, na revista <i>Letra</i>, editada por grupo literário, homônimo, do qual, com destacados intelectuais, fez parte. Em 1983, em concurso da Fundação Ceciliano Abel de Almeida (FCAA), recebeu menção honrosa com o livro <i>Vintecontos</i>, publicado em 1987, já com o título <i>No escuro, armados</i>, numa coedição entre essa FCAA e a Editora Anima (RJ). Projeto apresentado à Lei Rubem Braga/PMV propicia publicação do livro de poemas (<i>Gemagem</i>, Ed. Flor&amp;cultura, 2005). Neste o poema visual intitulado “Poluição”, que é examinado, para fins de TCC, pelo perspicaz André Serrano (UFES). Coautor de livro (<i>Uma, Duas, Três Histórias Infantis</i>, UFES, 1989) considerado “altamente recomendável” pela FNLIJ, conto seu (Fadações), aí incluso, torna-se objeto de arguto estudo crítico por Yan Siqueira, aluno de Mestrando.</p>
<p>Antes de, em concurso público (1984), ser aprovado para a função de Auditor tributário (SEFAZ-ES), diversos ofícios exerceu, entre eles: auxiliar de tipografia, encadernador, auxiliar de tornoaria (de madeira), auxiliar de serralheria, ajudante de oficina mecânica, secretário de padre (CEB), cobrador de promissórias, estoquista, estagiário e professor substituto. Carreira pública iniciada em Dores do Rio Preto(ES), matrimônio com a nativa Joana Bazani Valadão resulta em dois filhos (Renato,1991; Vitor,1992). Nesse lugar atua na política-partidária, como oposição; incrementa esporte, arte e cultura; defende animais e o meio ambiente; funda e redige periódicos (<i>DROP´s</i>, <i>Tribuna Riopretense</i> e <i>Força Jovem</i>), sem jamais perder com a Capital o vínculo literário, sempre mantendo contato epistolar ou eventual colaboração. Nesse período (1988-1991), gradua-se em Letras (UEMG-Carangola).</p>
<p>Divorciado, à sua terra natal retorna em fins de 2007. Uma nova união (com Andréia P. Gardiman) resulta num terceiro filho (Vitório Augusto, 2011).</p>
<p>Em prol da leitura e da escrita, participa de eventos diversos, como oficina literária (Secult, 2004/2005) ministrada em escolas públicas, palestras conforme seu projeto GEMAGEM, realizações do premiado projeto Viagem pela Literatura (PMV) e outros (seminários, mesas-redondas, bate-papo, sempre enfocando o Autor capixaba).</p>
<p>Tanto por jus a premiações quanto por convites, participa de algumas coletâneas (<i>Contos Capixabas</i>; <i>Uma, Duas, Três Histórias Infantis</i>; séries Palavras da Cidade e Escritos de Vitória, PMV; <i>Poetas do Espírito Santo</i>; <i>34 Poetas Daqui Mesmo</i>; Edital de Contos / Secult, 2004; Clepsidra, Bravos Companheiros e Fantasmas 5) e de revistas (<i>Letra</i>, <i>Imã</i>, <i>Cuca</i>, <i>Você</i>, <i>AEL</i>), além de recitais. Consta no <i>Catálogo Letras Capixabas em Arte</i>, 2009. Membro, por vários anos (2002 – &nbsp; &nbsp; ), do seleto colégio eleitoral do Prêmio Multicultural Estadão. Em 2017 reedita, com fortuna crítica e revisão, o volume <i>No escuro, armados</i> (contos). Para a Academia Espírito-santense de Letras (AEL) eleito, em 2011, assume a Cátedra nº 15.</p>
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<p></p>
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Visite o <b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/marcos-tavares-repertorio-literario/" target="_blank" rel="noopener">Repertório Literário</a></b> deste autor.</div>
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		<title>Ivantir Antonio Borgo (1934-2004)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2016 17:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[EC]]></category>
		<category><![CDATA[Ivantir Borgo]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais que um amigo, eu o considerava um irmão. Foi meu aluno no Colégio Estadual do Espírito Santo, na década de 50 do século passado. Depois trabalhamos juntos no reitorado de Máximo Borgo, na Universidade Federal do Espírito Santo, ele sub-reitor acadêmico, e eu tendo a meu cargo a sub-reitoria comunitária, isto nos idos de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>
Mais que um amigo, eu o considerava um irmão.</p>
<p>Foi meu aluno no Colégio Estadual do Espírito Santo, na década de 50 do século passado. Depois trabalhamos juntos no reitorado de Máximo Borgo, na Universidade Federal do Espírito Santo, ele sub-reitor acadêmico, e eu tendo a meu cargo a sub-reitoria comunitária, isto nos idos de 1970. sempre que aparecia uma fumacinha ameaçando a mata do imponente Mestre Álvaro ele me telefonava lembrando que era obrigação da Comunitária verificar se lá ocorria risco de incêndio. Juntos, com outros amigos, subimos o formoso Monte, símbolo do norte de Vitória, e alvo dos navegantes antigos, para, do alto, verificarmos as belas praias que de lá se avistam, desde Santa Cruz ao norte, até Guarapari, ao sul.</p>
<p>Fizemos (e fomos os únicos que repetimos a dose) o Roteiro do Canaã, e na segunda viagem fomos deliciados com os comentários precisos e bem humorados que Ivantir foi fazendo, aqui e ali, relembrando a primeira viagem.</p>
<p>Ivantir Antonio Borgo nasceu em Castelo, mas viveu sua infância em Araguaia e Domingos Martins. Veio ao mundo em 2 de agosto de 1934, e era filho de D. Margarida Lorenzoni Borgo e do Sr. Anacleto Borgo. Casou-se com Maria de Jesus Oliveira Borgo, a estimada Maje, com quem teve dois filhos, Ricardo, comerciante, e Alexandre, magistrado.</p>
<p>Tendo se formado no curso científico do Colégio Estadual, Ivantir fez o curso de Pedagogia na UFES, especializando-se em História da Educação, cátedra em que se aposentou. Foi membro do Conselho Estadual de Educação, e exerceu diversos cargos administrativos de relevância, na UFES, sempre com elevadíssima competência e consciência profissional. Ultimamente dirigiu o setor de ensino a distância de nossa Universidade, com tanta eficiência que se tornou padrão para as demais universidades brasileiras.</p>
<p>Era um especialista na área de educação dos melhores que temos tido, porém nunca se ouviu de nosso pranteado amigo uma palavra de vaidade ou de jactância sobre seu saber notório. A modéstia era a virtude, entre tantas que distinguiam seu caráter adamantino, que mais chamava a atenção do homem simples e bom que foi Ivantir Antonio Borgo, seguidor do preceito de Pascal de que &#8220;se você quer que os outros pensem bem de você, não lhes fale sobre sua pessoa&#8221;.</p>
<p>Em tantos anos de convívio, só uma pequena divergência histórica tive com meu amigo que se foi. Dizia respeito, no que tange a seu livro UFES 40 anos, sobre a data de fundação da Universidade. Coisa de somenos, em que, felizmente, chegamos às boas, na tertúlia do Sabalogos do dia 6 de março passado, o que foi testemunhado por diversos companheiros, de vez que me rendi à ponderação de Reinaldo Santos Neves de que o que se alicerçara em 1954 foi o espírito universitário nascente, em nosso Estado, que só fez, em parte pelo esforço de Ivantir, crescer e brilhar nos seguintes 50 anos.</p>
<p>Esta pequenina diferença de ponto de vista, que daqui a 100 anos será coisa de nonada, jamais empanou a força e grandeza de nossa amizade, alicerçada por mais de meio século de admiração que sei mútua, e solidificada pelo sofrimento comum de nossas pedras vesiculares.</p>
<p>O professor Ivantir deixou uma grande obra histórica inacabada: a História da Educação no Espírito Santo, fruto de muitos anos de pesquisa criteriosa e diligente. A meu pedido, ele fez uma síntese para o site que a Secretaria de Estado da Fazenda pretendia instalar em seu edifício-sede, e pelas seis páginas que me foi dado examinar, verifiquei o extraordinário valor do livro em construção. Se possível, em entendimento com a família do ilustre morto, sugiro que o IHGES publique as partes que estiverem em condições de serem editadas.</p>
<p>Na última segunda-feira, dia bonito, a que se seguiu a tempestade tropical de ontem, sentado em banco de madeira, em companhia dos amigos Douglas Puppin, Gastão de Alvarenga Rosa e de nossa prezada presidente, olhando aquelas esculturas mortuárias de bronze e de mármore, símbolos todas da velocidade com que a vida passa, cercado pelas centenas de sepulturas do primeiro plano, nós, que fôramos prestar nossa derradeira homenagem de corpo presente ao grande consócio falecido, fomos obrigados a refletir sobre a morte e seu inescrutável significado. Uma luz brilhante se apagou e, como diz Shakespeare no Hamlet (V: 2), &#8220;o resto é silêncio&#8221;.</p>
<p>Honremos a memória deste emérito professor, deste educador de gerações que, modestamente como sempre viveu, acaba de nos dizer adeus.</p>
<p>[Transcrito da <i>Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo</i>, n. 58, dezembro de 2004. Renato Pacheco apresentou este texto na última sessão do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo a que compareceu, quarta-feira, 17 de março de 2004, véspera de seu falecimento.]</p>
<p>
&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 2004&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação&nbsp;<b>sem prévia autorização</b>&nbsp;dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<blockquote class="tr_bq"><p>
<b>Renato Pacheco</b>&nbsp;foi importante pesquisador da história e folclore capixabas, além de escritor, com vários livros publicados. (Para obter mais informações sobre o autor e outros textos de sua autoria publicados neste site,&nbsp;<a href="https://estacaocapixaba.com.br/renato-pacheco-biobibliografia/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>)</p></blockquote>
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