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	<title>Arquivos Estrada de Ferro Vitória a Minas &#8902; Estação Capixaba</title>
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	<description>Patrimônio Cultural Capixaba</description>
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	<title>Arquivos Estrada de Ferro Vitória a Minas &#8902; Estação Capixaba</title>
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		<title>O desbravamento das selvas do Rio Doce (Memórias)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estação Capixaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Feb 2016 19:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ceciliano Abel de Almeida]]></category>
		<category><![CDATA[Estrada de Ferro Vitória a Minas]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[História / Sociologia]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Doce]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O engenheiro Ceciliano Abel de Almeida (terceiro sentado da direita para a esquerda), em 1907, durante a construção da Estrada de Ferro Vitória a Minas. SUMÁRIO Prefácio Reminiscências Rio Doce ______________________ Capítulo I — O Rio Doce no tempo de Cabral. Lendas. Entradas. Ouro. Comunicações. Estrada geral. Embarcação a vapor. Liberta-se do vento a navegação. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://2.bp.blogspot.com/-0IMN6mEptW4/Vrz2XvugriI/AAAAAAAABLs/hHMoZ1_2XD8/s1600/Ceciliano-EFVM-p.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img fetchpriority="high" decoding="async" alt="O engenheiro Ceciliano Abel de Almeida (terceiro sentado da direita para a esquerda), em 1907, durante a construção da Estrada de Ferro Vitória a Minas." border="0" height="470" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Ceciliano-EFVM-p.jpg" class="wp-image-5379" title="O engenheiro Ceciliano Abel de Almeida (terceiro sentado da direita para a esquerda), em 1907, durante a construção da Estrada de Ferro Vitória a Minas." width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: left;">O engenheiro Ceciliano Abel de Almeida (terceiro sentado da direita para a esquerda), em 1907, durante a construção da Estrada de Ferro Vitória a Minas.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h4>
SUMÁRIO</h4>
<p>
<b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_78/" target="_blank" rel="noopener">Prefácio</a></b><br />
<b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_38/" target="_blank" rel="noopener">Reminiscências</a></b></p>
<p><b>Rio Doce</b><br />
______________________</p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_13/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo I</a></b> — O Rio Doce no tempo de Cabral. Lendas. Entradas. Ouro. Comunicações. Estrada geral. Embarcação a vapor. Liberta-se do vento a navegação. Farol. Regência Augusta. Padre Anchieta. Navegação fluvial. A barra do Rio Doce. Flora e fauna. A madrugada. Retiram as pranchas. Rio acima. Suínos. A benzedeira. Lenha. Ilha das Frecheiras. Grupo das Carapuças. Energia do brasileiro. Cabas-tatu. Fechava o corpo.</p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_98/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo II</a></b> — Linhares em 1905. Decadência. Reerguimento. Terra maravilhosa. Progresso delirante. O Rio Pequeno. A Lagoa Juparanã. Visita de D. Pedro II. Ilha do Imperador. Rio de São José e suas matas. Pescarias e caçadas. O caboclo indispensável. Apólogo. &#8220;Rodas ponteadas&#8221;. Versos soltos. Histórias fantásticas. Paisagens. Borboletas amarelas.</p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_14/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo III</a></b> — Confronto das florestas. Rio Juparanã-mirim. Encalhou: o barqueiro. Satisfação a bordo. O homem da carabina. &#8220;Olhe a carniça&#8221;. &#8220;Na cabeça não entra bala&#8221;. Terra Alta. Colônias de caçaremas. Quadro bucólico. Respeitável poeta. Exuberância da floresta. Garças estudam? Gastão Cruls e as perspectivas do Rio Doce. Guaribas. A. Wallace e Humboldt. O orgulho do barbado e a arrogância do caracu. Um &#8220;mimo&#8221; das matas. É &#8220;desinfeliz&#8221; na caçada. O condenado da ninhada. Um &#8220;revés&#8221;. A terra adormece. O grito do quero-quero.</p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo IV</a></b> — O nevoeiro. Colatina. O cometa. Vale de Canaã. Contraste. Conversa de rio-docenses. O rio de Santa Joana. O pavor da bicharada. Catita. Barrigudas e companheiras. Porto BElo. Ariranhas. O capitão Nazaré. Urubus e carniça. Divergências. O rio Mutum. Passarinhada. Esperam o milho. Desaparecem os indícios de chuvas.</p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_1/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo V</a></b> — Porto Final. Franqueada a navegação do Rio Doce? Problema não resolvido. Entrega de novas florestas. Cachoeira das Escadinhas. Saint-Hilaire esclarece. Registros e destacamentos. Rui Barbosa, patrono do Espírito Santo. A Constituição de 1937. &#8220;Lembrem-se de que sou mineiro.&#8221;</p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_44/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo VI</a></b> — Observações de C. F. Hartt. Casebres. Pedras do Lorena, dos Cágados, do Resplendor e da Vaca. Serra da Onça. Cachoeira de Santana. Vasto anfiteatro. Moradores e cabras. Cachoeirão. Matas e lendas. Afluentes do Rio Doce. Cachoeiras e ilhas. Figueira. Ibituruna. Distrito de Peçanha. Os três pioneiros. Suaçuí Pequeno. Baguari. Pedra Corrida. Escura. Cachoeira perigosa. Antônio Dias.</p>
<p><b>Bugres</b><br />
_______________________</p>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_2/" target="_blank" rel="noopener"><br />
</a><br />
<b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_2/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo I</a></b> — Mata gigantesca. Índios. VIII Congresso de Geografia. General Rondon. Excursão à Cachoeira da Serra. Detidos por indígenas. Fazendeiro flechado.</p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_11/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo II</a></b> — Ligeiras informações. Capitão da Mão Branca. Fundação de Filadélfia. Companhia do Mucuri. Carro tirado a bestas. Liquidação da Companhia. Imprensa da Corte.</p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_68/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo III</a></b> — Sugestão dos índios. &#8220;Daquí não sairei.&#8221; O livro de Frei Jacinto. Ataques dos Pojichás. Flagelo do Mucuri. Dois mil e quinhentos indígenas. Sarampo e febres. &#8220;Você morrerá depois irei eu.&#8221; O bugre chorou. Flechados os missionários. O chefe Pojichá volta a ser cruel. Ataques repetidos. Remanescentes da terrível tribo. Presentes. Apertados abraços. Foi infeliz o Dr. Portela.<br />
<b><br /></b><br />
<b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_26/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo IV</a></b> — Correspondência trocada. Relatório. Origem tupi. Boas lavouras. Ascendência sobre os chefes, de algumas índias. O Vale do Etuete. A bebedeira do capitão. Crenaques gritadores. Giporocas taciturnos. Assistência médica. Crenaques recusam presentes e atacam. População escassa. Recrutamento de trabalhadores nos Estados do Norte.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">A Estrada de Ferro Vitória a Minas</span><br />
_______________________</p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_56/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo I </a></b>— Trocando a capital pela selva. Porto Velho, a estação inicial. O ferroviário perde o trem. Lenda da jaqueira. As esposas dos agentes, pioneiras do comércio. A malária em Alfredo Maia. As moças da estação e a pedra de Itapocu. Timbuí, seu progresso e seus arredores. O Rio Itapirá e as matas do Guaraná. Novamente a febre. Lotes coloniais. Pendanga. Enfim, Lauro Müller: a ponta dos trilhos.</p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_83/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo II</a></b> — A família do chefe. A hospitalidade praxista. A dedicação dos médicos. Justos elogios aos trabalhadores. Visita ao povoado de muitos nomes; a igreja. Exame de perfis e projetos. Preparo do leito da estrada. Fornecimentos difíceis. Mina encravada, trabalhador maneta. Rampa máxima, supressão de túneis e muros. Referência a engenheiros. O Dr. Schnoor , o auxiliar, o pagador e a variante de Cariacica. A construção além de Lauro Müller. Crítica. Caminho de serviço, um arremedo! Garganta do Guasti: o bombardeio, os cavouqueiros e os marreteiros. Minúcias a respeito dos trabalhos. Crianças radiam felicidade. A nobreza da profissão de engenheiro. Discursos de inauguração.<br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_40/" target="_blank" rel="noopener"><br /></a><br />
<b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_40/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo III</a></b> — Moços da cidade. Conversas de família. O carneiro de Djalma e a inveja do autor. O Professor ou o Coronel Xandoca. Itinerário de viagem. &#8220;O mata a fome&#8221; ou &#8220;o mata à fome&#8221;. O almoxarifado. Aquisição de mantimentos. A amizade entre o coronel e o chefe. Pagamento atrasado. Dificuldades de trânsito. A família do coronel. Louvores ao Rio Doce. O pé-de-alferes do auxiliar à filha do coronel. Últimas recomendações.</p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_21/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo IV</a></b> — Agitação matinal. Despedidas. A cavalo, rumo ao Rio Doce. Moças ítalo-brasileiras. Paisagens da viagem. Cafezais. Cães ameaçadores. Matrona enraivecida. A moeda tudo aplaina. Colchão de palha de milho. O Rio Baunilha. Rio Doce! &#8220;Patrão, como ele é bonito!&#8221; Recepção cordial. Viagem em canoa. A professora de Colatina. Canto e peleja dos canoeiros. Monotonia. &#8220;A criança quebra&#8221;, diz o engenheiro austríaco. Porto da Esperança. Família Buriche. Porto Final. Família Viana. Um mito, as maleitas do Rio Doce? Compra do Queimado, suas qualidades. Assistência religiosa. Dom Fernando de Souza Monteiro.</p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_35/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo V</a></b> — O emissário. O chefe da exploração. Viminas. Advertências e deveres. Início do trabalho. O sol descai. &#8220;Alto!&#8221; Vamos bem. Travessia do Manhuaçu. Dez quilômetros explorados. Pedra da Vaca. O abarracamento. O cuca, palmito e surubim. Coruja, macuco e curiango. Cobra na barraca. Correição de guaju-guajus. &#8220;Não é homem, é arsenal!&#8221; Ribeirão dos Quatis. Luz, muita luz. Trabalho leve. A gulodice da Morena. A foice do Lopinho. &#8220;Não quero brigas.&#8221; Tolerância do chefe. Lopinho mofino. Rezas e penitência. Galo músico. &#8220;Olhem! Que perigo!&#8221; O caburé. &#8220;Basta!&#8221; O velho Moisés. O avejão. &#8220;Ele sou eu.&#8221;</p>
<p><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_78/" target="_blank" rel="noopener"><b>Capítulo VI</b> </a>— O santa casa. A barriguda estourou. O capiau, a filha, o tordilho e a alazã. Cabras, borrachudos, carrapatos e mucuins. A cachoeira do M. Crenaques e Puris. &#8220;Pode aumentar, diminuir nunca!&#8221; Canecas aos doutores, cuités aos trabalhadores. A tempestade. Vi cair um &#8220;perigo&#8221;. O córrego embraveceu. Estômagos e &#8220;terradas&#8221; sem açúcar? A estanca do ribeirão da Lapa. Úlceras. &#8220;É homem bom.&#8221; &#8220;O alarido era enorme.&#8221; &#8220;Estão vivos por milagre!&#8221; As três barras. A venda indiscreta. Ainda o Lopinho. O Rio Doce impetuoso. A morte de um cunhado.</p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_50/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo VII</a></b> — O Chefe despede-se. Revisão de projeto. Compressão de dispêndios. A construção da estrada empolga a todos. O café das quinze horas. Comentários. Críticas aos &#8220;bitolinhas&#8221; e à Diretoria. Diligências máximas. Obcecados pela profissão. A estação de Colatina. O Pinga-Fogo. A borrasca. &#8220;Baiano custa a ter medo.&#8221; Operários estrangeiros gungunam. Pagamento atrasado. A pescaria. &#8220;Estou muito preocupada.&#8221; Boatos. Pretendente nervoso. Cavalheiro de respeitável sociedade. A agourenta. Está solene. &#8220;Agora ou nunca.&#8221; &#8220;Que boa lembrança!&#8221; &#8220;Essa vale!&#8221; Deixam de ser amigos. Método impiedoso. Caçada interrompida. &#8220;Seu doutor, em bugres não se confia.&#8221; Vasto programa de trabalho.<br />
<a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_13/" target="_blank" rel="noopener"><br /></a><br />
<b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_13/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo VIII</a></b> — Missão cumprida em Colatina. Viagem incômoda. &#8220;Cala a boca Feróis!&#8221; Manta de suçuarana. Instalações. Aboletam-se as turmas. &#8220;Eia! vai mariquinha!&#8221; Boa impressão. Variante. Bugres famintos. Assustou-se o zabelê. Labuta intensíssima. Tarimba e serão. Bruxas endoidecidas. A jiquitiranabóia. A tagarelice do Carvão. Rio Guandu. Índios bravos. Curiosidade lusa. A cabocla intérprete. Canoa encalhada. O ataque. Saraivada de flechas. Grito selvático da Benedita. Alucinado de pavor. Festejam os Crenaques a fuga dos civilizados. Grupos de imprudentes.</p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_92/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo IX</a></b> — Casas de turmas de Quatis e Boa Vista. Trânsito difícil. Tolices de trabalhadores. Invernada. Ilhados. Mutuns. A mudança. Moradia aprazível. Elevado conceito técnico. Reconciliado o espalha-brasas. Novos planos. O engenheiro setuagenário. Aceleração no trabalho. Homem disciplinador. &#8220;Julguei-os hipócritas.&#8221; Gente enfezada. Admoestações. Feitores semi-embriagados. Impropérios do chefe. Linha telefônica. Exasperado. Babou-se de raiva. Frase indecorosa. Tocaia. Surrado e amarrado. &#8220;Seu Góis está aqui.&#8221; Condenação. Palavras respeitadas.</p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_28/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo X</a></b> — Notícias falsas. Tarefas e empreitadas. &#8220;Trabalhar a vida inteira, não.&#8221; A antítese do outro. O profissional não esmorecia. Sepultado em Figueira. Febre amarela? Visita do primeiro engenheiro. &#8220;Seu doutor está multado.&#8221; &#8220;Aquele homem não produz.&#8221; Compressão nos gastos. Promovido. Outra mudança. Legiões de soldados do trabalho. A bondade e o peso da senhora. &#8220;A doença é falta de pagamento.&#8221;</p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_82/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo XI</a></b> — O cascatear do ribeirão. Um apelo inesperado. &#8220;Não seja imprudente.&#8221; A afirmação do Dr. Mayo. O Rio Cuieté. O paludismo alastra-se. O sexagenário da Serra do ltueta. &#8220;Não é corrupio, mas é birro grosso.&#8221; Transes comoventes. &#8220;Mosquito não transmite a malária.&#8221; A alegria desapareceu. Durante o dia ou a noite o drama é o mesmo. Para imigrantes, monumentos, para brasileiros, discursos. Perseguição dos insetos. Termo da tarefa. Proteção. Recordações. Justiça e generosidade. Caçadores. O mau-olhado.</p>
<p><b><a href="https://estacaocapixaba.com.br/o-desbravamento-das-selvas-do-rio-doce_27/" target="_blank" rel="noopener">Capítulo XII</a></b> — Na berlinda. Obrigações retomadas. Retirada de um profissional. Parabéns. Novo superintendente. Apanhado de surpresa. Reclamações. Não recebem. Promessas. Interferência conciliatória. Satisfação geral. &#8220;Não troquei palavras.&#8221; &#8220;A greve vai estourar.&#8221; &#8220;O dinheiro aparecerá.&#8221; Pagamentos sem atraso. Boa intenção. Despedidas. O trem parte. Explodiu a greve. Divergências. Engenheiros demitem-se. Vitória! região descampada. Caminho de cabrito ou de serviço.</p>
<p></p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><a href="https://picasaweb.google.com/113886180969444208463/DesbravamentoDaSelvaDoRioDoceMemorias#slideshow/6251696395810726082" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" alt="Capa da primeira edição." border="0" height="400" src="https://estacaocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Desbravamento-capa.jpg" class="wp-image-5380" title="Capa da primeira edição." width="255" /></a></span></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;"><a href="https://picasaweb.google.com/113886180969444208463/DesbravamentoDaSelvaDoRioDoceMemorias#slideshow" target="_blank" rel="noopener"><b><span style="font-size: small;">Galeria de imagens desta postagem</span>.</b></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>
<span style="font-size: 80%;">[Reprodução da primeira edição publicada pela Livraria e Editora José Olympio, Rio de Janeiro, em 1959, como parte da Coleção Documentos Brasileiros. Publicado originalmente no site em 2004.]</span><br />
<span style="font-size: 80%;"><br /></span><br />
&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<b><span style="color: #660000;">© 1959&nbsp;</span></b>Texto com direitos autorais em vigor. A utilização / divulgação <b>sem prévia autorização </b>dos detentores configura violação à lei de direitos autorais e desrespeito aos serviços de preparação para publicação.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p></p>
<blockquote class="tr_bq"><p>
<b>Ceciliano Abel de Almeida</b>&nbsp;(autor) foi engenheiro da Estrada de Ferro Vitória a Minas, tendo trabalhado nos primórdios de sua construção, sendo também responsável por importantes obras de infraestrutura no Estado. Foi o primeiro prefeito de Vitória, ES, professor de ensino secundário no Ginásio Espírito Santo e primeiro reitor da Universidade do Espírito Santo, quando de sua fundação como instituição estadual.&nbsp;</p></blockquote>
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